{"id":80467,"date":"2014-03-24T19:18:07","date_gmt":"2014-03-24T22:18:07","guid":{"rendered":"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/?p=80467"},"modified":"2014-03-24T19:18:07","modified_gmt":"2014-03-24T22:18:07","slug":"cinco-primeiros-lotes-de-ferrovia-ficarao-prontos-ate-ano-que-vem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/2014\/03\/24\/cinco-primeiros-lotes-de-ferrovia-ficarao-prontos-ate-ano-que-vem\/","title":{"rendered":"Cinco primeiros lotes de ferrovia ficar\u00e3o prontos at\u00e9 ano que vem"},"content":{"rendered":"<p>Considerado prioridade no alto escal\u00e3o do Governo da Bahia, o trecho da Ferrovia de Integra\u00e7\u00e3o Oeste-Leste (Fiol) que ligar\u00e1 Ilh\u00e9us, no Sul do estado, a Caetit\u00e9, no Sudoeste, ficar\u00e1 pronto at\u00e9 o final de 2015.<\/p>\n<table summary=\"\">\n<thead>\n<tr>\n<th scope=\"col\">\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone\" alt=\"\" src=\"http:\/\/w2.c24hsttc.net\/uploads\/RTEmagicC_especial-estradas03_01.jpg.jpg\" width=\"484\" height=\"311\" \/><\/p>\n<\/th>\n<\/tr>\n<\/thead>\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p style=\"text-align: justify;\">V\u00e1rios trechos da Ferrovia Leste-Oeste j\u00e1 est\u00e3o com os dormentes instalados \u00e0 espera dos trilhos<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>A previs\u00e3o \u00e9 do coordenador executivo de Infraestrutura e Log\u00edstica da Casa Civil do governo, Eracy Lafuente. \u201cEsse trecho \u00e9 priorit\u00e1rio porque dar\u00e1 viabilidade, em termos de opera\u00e7\u00e3o, ao transporte da carga de min\u00e9rio de ferro, de Caetit\u00e9 at\u00e9 Ilh\u00e9us, onde ficar\u00e1 o Porto Sul\u201d, explica. Ao todo, o trecho cont\u00e9m cinco lotes, chamados 1, 2, 2A, 3 e 4.<\/p>\n<p>A empresa Bahia Minera\u00e7\u00e3o (Bamin), respons\u00e1vel pela explora\u00e7\u00e3o da maior mina de ferro existente em Caetit\u00e9, utilizar\u00e1 o trecho da Fiol para transportar de 20 a 25 milh\u00f5es de toneladas\/ano do produto \u00a0at\u00e9 o Porto Sul, onde ter\u00e1 um terminal de uso privativo (leia mais sobre o Porto Sul na p\u00e1gina 7). Empresas que exploram outras minas de ferro, bauxita, magnesita e mangan\u00eas na regi\u00e3o tamb\u00e9m utilizar\u00e3o o mesmo trecho da Fiol.<\/p>\n<div><strong>Extens\u00e3o<\/strong><\/div>\n<div><\/div>\n<div><!--more--><\/div>\n<div>\n<p>No futuro, a ferrovia passar\u00e1 tamb\u00e9m pelo Oeste do estado, chegando a Figueir\u00f3polis, no Tocantins, e facilitando o escoamento da produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os em munic\u00edpios como Barreiras, Lu\u00eds Eduardo e S\u00e3o Desid\u00e9rio. Ao todo, ser\u00e3o 1,5 mil quil\u00f4metros de extens\u00e3o, dos quais 1,1 mil estar\u00e3o em territ\u00f3rio baiano. Estima-se que um investimento total de R$ 6 bilh\u00f5es ser\u00e3o feitos na Fiol, dos quais R$ 4,3 bilh\u00f5es j\u00e1 est\u00e3o licitados. No total, 6,3 mil pessoas trabalham atualmente nas obras da ferrovia.<\/p>\n<\/div>\n<div>Ao todo, cinco lotes comp\u00f5em o trecho de Ilh\u00e9us a Cetit\u00e9. O primeiro deles, o Lote 1, vai de Ilh\u00e9us at\u00e9 o Rio da Pregui\u00e7a, em Itagib\u00e1, munic\u00edpio onde h\u00e1 uma mina de n\u00edquel, explorada pela empresa australiana Mirabela. Com o total de 125 quil\u00f4metros, o trecho passa pelos munic\u00edpios de Uru\u00e7uca, Aurelino Leal, Gongogi e Ubaitaba, e conta com um investimento de R$ 607,9 milh\u00f5es.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<p>Por sua vez, o segundo lote ligar\u00e1 Itagib\u00e1 a Manoel Vitorino, passando por Aiquara, Itagi e Jequi\u00e9, o sexto maior munic\u00edpio do estado, com popula\u00e7\u00e3o de 161,3 mil habitantes. Com investimento de R$ 650,4 milh\u00f5es, o Lote 2 tem 119 quil\u00f4metros. As obras do trecho est\u00e3o a cargo do Cons\u00f3rcio Galv\u00e3o. Dentro desse trecho, ser\u00e1 constru\u00eddo um t\u00fanel de 780 metros de extens\u00e3o em Jequi\u00e9, denominado Lote 2 A no projeto.<\/p>\n<\/div>\n<div>Outro lote, que vai do Riacho Jacar\u00e9, em Manoel Vitorino, ao Rio de Contas, em Tanha\u00e7\u00fa, no Sudoeste do estado, contam com um investimento de R$ 403,2 milh\u00f5es e uma extens\u00e3o de 119 quil\u00f4metros. Tanha\u00e7u \u00e9 produtor de cal, calc\u00e1rio e m\u00e1rmore. Denominado Lote 3, o trecho j\u00e1 est\u00e1 em obras, realizadas por um cons\u00f3rcio que inclui as empresas Torc, Ivai e Cavan.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Por sua vez, o Lote 4, que vai de Tinha\u00e7u e Caetit\u00e9, est\u00e1 a cargo do cons\u00f3rcio formado entre as empresas Andrade Gutierrez, Barbosa Melo e Serveng. Esse lote tem 178 quil\u00f4metros e passa por outros seis munic\u00edpios com participa\u00e7\u00e3o relevante na rota da minera\u00e7\u00e3o do estado: Aracatu, Brumado, Livramento de Nossa Senhora, Rio do Ant\u00f4nio, Lagoa Real e Ibiassuc\u00ea. Ao todo, s\u00e3o previstos investimentos de R$ 739,8 milh\u00f5es nesse lote, que culmina no Riacho da Barroca.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<p>Outros lotes<br \/>\nO trecho seguinte, que vai de Caetit\u00e9 a Figueir\u00f3polis, no Tocantins, \u00e9 considerado importante para contribuir com o escoamento da produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os, especialmente da soja baiana, que tamb\u00e9m ser\u00e1 levada at\u00e9 o Porto Sul para exporta\u00e7\u00e3o. \u201cA ferrovia servir\u00e1 n\u00e3o s\u00f3 \u00e0 minera\u00e7\u00e3o, como tamb\u00e9m para o transporte dos gr\u00e3os produzidos no Oeste do estado e no Tocantins\u201d, explica Lafuente, da Casa Civil.<\/p>\n<\/div>\n<div>Para a economia baiana, os lotes 5, 5F, 6, 7 e 8, que v\u00e3o de Caetit\u00e9 a Lu\u00eds Eduardo, munic\u00edpio do Oeste produtor de gr\u00e3os, tamb\u00e9m s\u00e3o considerados essenciais.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<p>As obras dos lotes 5 e 5F j\u00e1 come\u00e7aram, de acordo com o coordenador executivo da Casa Civil. \u201cAmbos j\u00e1 foram autorizados pelo Tribunal de Contas da Uni\u00e3o, o TCU, e j\u00e1 a licen\u00e7a de instala\u00e7\u00e3o do Ibama\u201d, explicou.<\/p>\n<\/div>\n<div>O lote 5, a cargo do cons\u00f3rcio formado pelas empresas Pavotec e Trial, simbolizar\u00e1 um investimento da ordem de R$ 849, 7 milh\u00f5es. O trecho, que ter\u00e1 uma extens\u00e3o 162 quil\u00f4metros, incluir\u00e1 munic\u00edpios como Palma de Monte Alto e Riacho de Santana. O trajeto se inicia no Riacho da Barroca, em Caetit\u00e9, e segue at\u00e9 o trecho do Rio S\u00e3o Francisco localizado no munic\u00edpio de Bom Jesus da Lapa.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<p>\u00c9 justamente a constru\u00e7\u00e3o da ponte sobre o Velho Chico &#8211; de responsabilidade de um cons\u00f3rcio formado pelas empresas Loctec, Sanches, Tripoloni e Sobrenco &#8211; que foi denominado lote 5F. A ponte ter\u00e1 uma extens\u00e3o de 2,9 quil\u00f4metros, custar\u00e1 R$ 134,9 quil\u00f4metros, e ligar\u00e1 Bom Jesus da Lapa at\u00e9 a Serra do Ramalho.<\/p>\n<\/div>\n<div>O lote seguinte, de n\u00famero 6, custar\u00e1 R$ 575,1 milh\u00f5es de levar\u00e1 da ponte at\u00e9 a estrada vicinal de acesso \u00e0 BR-135, no munic\u00edpio de Correntina. De acordo com Lafuente, o trecho j\u00e1 possui licen\u00e7a de instala\u00e7\u00e3o emitida pelo Ibama, mas ainda precisa de autoriza\u00e7\u00e3o do TCU.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<p>Mesma situa\u00e7\u00e3o tem o lote 7, que vai de Correntina a S\u00e3o Desid\u00e9rio. O trecho \u00e9 tamb\u00e9m considerado essencial, j\u00e1 que S\u00e3o Desid\u00e9rio tem relevante papel no cen\u00e1rio agr\u00edcola nacional. Nos \u00faltimos anos, o munic\u00edpio do Oeste tem disputado o posto do munic\u00edpio com maior Produto Interno Bruto Agr\u00edcola do pa\u00eds. O PIB Agr\u00edcola mede o quando de produtos do setor foi produzido em um ano.<\/p>\n<\/div>\n<div>S\u00e3o Desid\u00e9rio disputa o p\u00f3dio do faturamento agr\u00edcola com Sorriso, no Mato Grosso. Pela pesquisa mais recente, a soma do que saiu das lavouras deixa Sorriso em segundo lugar com R$ 2,66 bilh\u00f5es e p\u00f5e S\u00e3o Desid\u00e9rio em primeiro, com R$ 2,285 bilh\u00f5es.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Por fim, o lote 7, ainda sem autoriza\u00e7\u00e3o e sem licen\u00e7a, levar\u00e1 at\u00e9 Lu\u00eds Eduardo.<\/div>\n<div>\n<strong>Porto Sul somar\u00e1 investimento de R$ 5,6 bilh\u00f5es<\/strong><br \/>\nConsiderado essencial para o escoamento da produ\u00e7\u00e3o mineral do Sudoeste do estado e os gr\u00e3os do Oeste, o Porto Sul ser\u00e1 instalado no Litoral Norte de Ilh\u00e9us. O contrato de ades\u00e3o que autoriza a constru\u00e7\u00e3o dos dois terminais que compor\u00e3o o Porto foram assinados em janeiro \u00faltimo. O porto ficar\u00e1 situado entre as localidades de Aritagu\u00e1, Sambaituba e Itariri, e dever\u00e1 gerar cerca de 4 mil empregos.<\/p>\n<p>Durante a assinatura do contrato, tamb\u00e9m foi lan\u00e7ado o edital para consulta p\u00fablica de sele\u00e7\u00e3o de acionistas privados para constitui\u00e7\u00e3o da Sociedade de Prop\u00f3sito Espec\u00edfico (SPE) respons\u00e1vel pela constru\u00e7\u00e3o, opera\u00e7\u00e3o e explora\u00e7\u00e3o do Terminal de Utiliza\u00e7\u00e3o Privada do Estado da Bahia. O outro terminal do Porto Sul ser\u00e1 gerido pela Bahia Minera\u00e7\u00e3o (Bamin).<\/p>\n<p>O investimento para a constru\u00e7\u00e3o ter\u00e1, em sua maioria, origem na iniciativa privada, e chegar\u00e1 a R$ 5,6 bilh\u00f5es ao longo de 25 anos. Eracy Lafuente, da Casa Civil, ressalta import\u00e2ncia do investimento para o estado. \u201cO Porto Sul \u00e9 um complexo com dois terminais, um de uso privativo para a Bahia Minera\u00e7\u00e3o escoar suas cargas da mina de Caetit\u00e9, o que, por si s\u00f3, j\u00e1 \u00e9 relevante, porque d\u00e1 fundamento e condi\u00e7\u00f5es espec\u00edficas para a explora\u00e7\u00e3o dessa commodity importante\u201d, destaca.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, ressalta ele, o porto ter\u00e1 um terminal compartilhado por diferentes empresas: o Terminal de Uso Privativo para a Zona de Apoio Log\u00edstico (TUP\/ZAL). \u201cA\u00ed se instalar\u00e3o v\u00e1rios outros detentores de cargas ou investidores, que ser\u00e3o mineradores, detentores da carga de gran\u00e9is s\u00f3lidos na figura dos gr\u00e3os e outras cargas\u201d, diz. \u201cCom isso, a gente espera somar 100 milh\u00f5es de toneladas\/ano em 25 anos\u201d, projeta.<\/p>\n<p>Se estivesse em opera\u00e7\u00e3o hoje, o Porto Sul j\u00e1 seria o terceiro maior terminal do pa\u00eds, destaca Lafuente, que acrescenta a import\u00e2ncia do Porto para a economia do estado como um todo. \u201cO porto \u00e9 relevante porque dota, junto com a ferrovia, o estado da Bahia, principalmente a regi\u00e3o do semi\u00e1rido, de condi\u00e7\u00f5es para a explora\u00e7\u00e3o de minerais e outros produtos que antes n\u00e3o tinham condi\u00e7\u00f5es e viabilidade econ\u00f4mica\u201d, diz. \u201cTudo isso vai incrementar o PIB, com a participa\u00e7\u00e3o do estado e da iniciativa privada\u201d, completa.<\/p>\n<p><strong>Ocupa\u00e7\u00e3o ser\u00e1 semelhante a modelo de Cama\u00e7ari<\/strong><\/p>\n<div>\n<p>Quando o porto estiver pronto, a ocupa\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o pelas empresas que atuar\u00e3o no Terminal de Uso Privativo para a Zona de Apoio Log\u00edstico (TUP\/ZAL) ser\u00e1 feito de maneira semelhante ao que ocorreu no Polo Industrial de Cama\u00e7ari. O TUP\/ZAL ser\u00e1 a \u00e1rea do porto compartilhada por diferentes setores e ter\u00e1 o governo como s\u00f3cio minorit\u00e1rio. Lafuente, da Casa Civil, explica que o modelo \u00e9 uma esp\u00e9cie de \u201ccondom\u00ednio\u201d, em que \u00e9 preciso haver dois diferentes licenciamentos antes da instala\u00e7\u00e3o das empresas.<\/p>\n<p>\u201cEm Cama\u00e7ari \u00e9 assim: primeiro, houve um licenciamento pr\u00e9vio geral de uma \u00e1rea e, em seguida, se planejou que tipo de \u00ednstala\u00e7\u00f5es ficariam em cada lugar. N\u00f3s pensamos esse modelo para o porto\u201d, compara. A licen\u00e7a pr\u00e9via para a implanta\u00e7\u00e3o dos dois terminais que compor\u00e3o o Porto j\u00e1 foi concedida pelo Ibama em novembro de 2012. Depois do licenciamento pr\u00e9vio, \u00e9 preciso que a empresa interessada em se instalar obtenha um novo licenciamento, de acordo com o tipo de atividade que ser\u00e1 realizada.<\/p>\n<p>\u201cA cada demanda de carga vamos buscar uma licen\u00e7a de instala\u00e7\u00e3o dentro de uma licen\u00e7a de instala\u00e7\u00e3o j\u00e1 expedida\u201d, esclarece Lafuente. \u201cIsso garante a seguran\u00e7a ambiental, por haver dois licenciamentos, e, ao mesmo tempo, d\u00e1 agilidade ao processo\u201d, afirma. Do total de investimentos previsto no Porto, o TUP\/ZAL ter\u00e1 a maior parte: R$ 3,6 bilh\u00f5es. Desse total, o estado dever\u00e1 aportar uma quantia em torno de R$ 30 milh\u00f5es e R$ 50 milh\u00f5es, segundo o coordenador executivo. \u201cCom isso, seremos sempre s\u00f3cios minorit\u00e1rios\u201d, assegurou.<\/p>\n<p>No entanto, o estado ser\u00e1 detendor de a\u00e7\u00f5es especiais, do tipo Golden Share, o que o dar\u00e1 direito ao veto sobre novas instala\u00e7\u00f5es. De acordo com Lafuente, esse poder especial ser\u00e1 usado para garantir a concorr\u00eancia entre os diferentes empreendedores que atuar\u00e3o no terminal. \u201cNosso papel ser\u00e1 fiscalizar e verificar o procedimento de novas instala\u00e7\u00f5es. N\u00e3o queremos que uma empresa ganhe e seu concorrente n\u00e3o possa usar o terminal\u201d, projeta.<\/p>\n<p>\u201cA nossa ideia \u00e9 que o terminal seja \u00fatil, independentemente de quem seja o vencedor, para escoar as cargas de Jos\u00e9, de Pedro e de Maria, n\u00e3o apenas para uma empresa\u201d, diz. O governo pretende tamb\u00e9m utilizar suas a\u00e7\u00f5es para evitar a cobran\u00e7a de tarifas abusivas para a utiliza\u00e7\u00e3o do porto. J\u00e1 na parte offshore (mar\u00edtima), o porto contar\u00e1 com um quebra-mar de 1 mil metros e de uso compartilhado, al\u00e9m de um terminal multiuso. A Bahia Minera\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m ter\u00e1 quebra-mar pr\u00f3prio.<\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<div><strong>Victor Longo\u00a0(Conte\u00fado Publicit\u00e1rio)<\/strong><\/div>\n<div><strong>24\/03\/2014 12:36:00Atualizado em\u00a024\/03\/2014 12:42:17<\/strong><\/div>\n<div><\/div>\n<div><strong>CORREIO DA BAHIA<\/strong><\/div>\n<div>http:\/\/www.correio24horas.com.br\/detalhe\/noticia\/cinco-primeiros-lotes-de-ferrovia-ficarao-prontos-ate-ano-que-vem\/?cHash=c6878be352def801bc1b43ab0a96b773<\/div>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Considerado prioridade no alto escal\u00e3o do Governo da Bahia, o trecho da Ferrovia de Integra\u00e7\u00e3o Oeste-Leste (Fiol) que ligar\u00e1 Ilh\u00e9us, no Sul do estado, a Caetit\u00e9, no Sudoeste, ficar\u00e1 pronto at\u00e9 o final de 2015. 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