{"id":92377,"date":"2015-03-23T22:17:13","date_gmt":"2015-03-24T01:17:13","guid":{"rendered":"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/?p=92377"},"modified":"2015-03-23T22:17:13","modified_gmt":"2015-03-24T01:17:13","slug":"origens-e-raizes-da-franco-maconaria-parte-v","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/2015\/03\/23\/origens-e-raizes-da-franco-maconaria-parte-v\/","title":{"rendered":"ORIGENS E RA\u00cdZES DA FRANCO-MA\u00c7ONARIA &#8211; PARTE V"},"content":{"rendered":"<blockquote>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong><em>Por Jos\u00e9 Everaldo Andrade Souza<\/em><\/strong><\/h2>\n<div style=\"width: 210px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/Irm%C3%A3o-Everaldo-paramentado.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"337\" \/><p class=\"wp-caption-text\"><strong>Ir.&#8217;. Everaldo<\/strong><\/p><\/div>\n<p><strong>Car\u00edssimos seguidores do R2CPRESS, amados Irm\u00e3os ma\u00e7ons e estimados simpatizantes e estudiosos da hist\u00f3ria da Franco-Ma\u00e7onaria.<\/strong><\/p>\n<p><em><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Ser\u00e1 verdade que o rei Salom\u00e3o pediu ajuda ao rei de Tiro na constru\u00e7\u00e3o de seu grande Templo de Jerusal\u00e9m? Seriam os atuais franco-ma\u00e7ons os herdeiros desses pedreiros b\u00edblicos?<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Talvez enterrada nas areias do deserto haja uma placa cujos sinais possam nos revelar a verdade, assim como \u00e9 poss\u00edvel que em uma grande biblioteca haja um manuscrito antigo que apresente os fatos. Por\u00e9m ainda n\u00e3o temos outra alternativa sen\u00e3o aceitar o fato de que as origens da Franco-Ma\u00e7onaria pr\u00e9-moderna estejam perdidas num obscuro e distante passado. Elas est\u00e3o encobertas por um manto de mist\u00e9rio e \u00e9 totalmente prov\u00e1vel que esse manto nunca seja completamente desvelado \u2026<\/strong><\/em><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>\u00a0 LUGARES SECRETOS<\/strong><\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Esses homens precisavam de espa\u00e7o para armazenar e organizar suas ferramentas, um lugar onde mestres-de-obras pudessem distribuir ordens para ajudantes e aprendizes. Precisavam de abrigo, quando o mau tempo impedia que trabalhassem e um lugar onde, se o trabalho fosse suspenso por qualquer per\u00edodo de tempo, as habilidades de pedreiro pudessem ser ensinadas aos aprendizes.<\/p>\n<p>Conhecidas como <i>hutte<\/i>, <i>lutza<\/i>, <i>cassina<\/i> ou <i>loge, <\/i>dependendo de sua localiza\u00e7\u00e3o, s\u00e3o conhecidas por n\u00f3s como \u201cLojas\u201d e quase todos os canteiros de obras das catedrais, na Europa medieval, tinham uma. Se n\u00e3o estivesse pr\u00f3xima \u00e0 parede externa da catedral, ela se encontraria a uma pequena dist\u00e2ncia dela. Constru\u00eddas em madeira ou pedra, as Lojas vieram a ser consideradas como o lugar no qual as t\u00e9cnicas e os segredos do of\u00edcio de pedreiro eram transmitidos. Esse treinamento n\u00e3o podia ser visto ou ouvido por pessoas que n\u00e3o fossem membros da Loja e, assim, a Loja era considerada um lugar protegido e, com o tempo, assumiu um car\u00e1ter sagrado.<\/p>\n<p>Com tanta constru\u00e7\u00e3o de catedrais acontecendo em toda a Europa, in\u00fameras Lojas vieram a existir. Eram geralmente desmanchadas, assim que se completasse o trabalho de constru\u00e7\u00e3o, mas como a constru\u00e7\u00e3o poderia levar v\u00e1rios anos, as Lojas permaneciam por muitas gera\u00e7\u00f5es. Costumes e regras eram diferentes de uma Loja para outra, e foi somente em 1459 que uma tentativa foi feita para unificar os diversos c\u00f3digos e estatutos das Lojas dos construtores de catedrais da Europa.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0<strong>OS ESTATUTOS DE RATISBONA<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><!--more--><\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Em 1459, pedreiros de toda a Europa reuniram-se na cidade de Ratisbona (atual Regensburg), na Alemanha Ocidental, sob a presid\u00eancia de Jost Dotzinger, Mestre de Obras da Catedral de Estrasburgo. O prop\u00f3sito era padronizar os estatutos de suas respectivas Lojas. Os consequentes resultados foram os Estatutos de Ratisbona, que descrevem detalhadamente a organiza\u00e7\u00e3o e a vida cotidiana das Lojas que foram colocadas sob a autoridade das quatro principais Lojas: Estrasburgo, Col\u00f4nia, Viena e Roma. \u00c0 de Estrasburgo foi dado o grau de Grande Loja e, na eventualidade de uma disputa, a sua decis\u00e3o era soberana.<\/p>\n<p>As Lojas dos pedreiros ingleses e escoceses n\u00e3o foram afetadas pelos Estatutos de Ratisbona. Elas tinham seus pr\u00f3prios regulamentos formulados em uma reuni\u00e3o presidida pelo rei Athelstane, ao final do s\u00e9culo IX, e contida em uma Carta Patente Real.<\/p>\n<p>Os Estatutos de Ratisbona tiveram finalmente a aprova\u00e7\u00e3o real, em 1498, quando o imperador Maximiliano os reconheceu formalmente. Cerca e 70 anos mais tarde, foram revisados em um texto de igual import\u00e2ncia em sua abordagem quanto \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o e regulamentos em vigor nas comunidades de construtores. Essa revis\u00e3o foi inclu\u00edda nos Estatutos de S\u00e3o Miguel.<\/p>\n<p>Os Estatutos de Ratisbona tinham de ser lidos aos membros das Lojas uma vez por ano e seus membros deveriam prometer respeitar todas as suas regras e artigos.<\/p>\n<p>Os regulamentos que regiam os aprendizes eram r\u00edgidos por\u00e9m justos. Os jovens deviam ser de nascimento leg\u00edtimo e casados. (Na Idade M\u00e9dia, n\u00e3o era incomum que os adolescentes se casassem). O per\u00edodo de aprendizado era de, no m\u00ednimo, seis anos, mas os aprendizes n\u00e3o poderiam ser promovidos a capataz at\u00e9 completarem um ano como diarista. Eles juravam respeitar os termos e os regulamentos da corpora\u00e7\u00e3o, mas tinham o direito de levar o seu caso para outros membros da corpora\u00e7\u00e3o, caso considerassem que seu mestre n\u00e3o se comportara bem ou os tivesse tratado injustamente. Se a reclama\u00e7\u00e3o n\u00e3o fosse sustentada, poderiam ser solicitados a sair da corpora\u00e7\u00e3o e a procurar trabalho em outro lugar.<\/p>\n<p>E, tal como os companheiros, os diaristas e os mestres, um aprendiz que infringisse os regulamentos tinha de aceitar o seu castigo e, no caso de recusar, era exclu\u00eddo da corpora\u00e7\u00e3o, \u201cevitado e desprezados por todos\u201d, at\u00e9 que o castigo fosse cumprido.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0<strong>OS ESTATUTOS DE S\u00c3O MIGUEL<\/strong><\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0A revis\u00e3o conhecida como os Estatutos de S\u00e3o Miguel repassou grande parte do mesmo teor e, por meio deles, os dois estatutos nos proporcionam uma vis\u00e3o vital de como era a vida nas Lojas dos pedreiros na Europa Medieval. N\u00e3o deve ser presumido com isso que houvesse uma \u00fanica ordem de pedreiros por toda a Europa. Na realidade, os estatutos revelam um sistema altamente hier\u00e1rquico que proclamava solenemente valores fundamentais &#8211; Fraternidade, Honestidade, Manuten\u00e7\u00e3o e Preserva\u00e7\u00e3o dos Segredos da Profiss\u00e3o, permanecendo Fi\u00e9is ao Juramento e aos Deveres Profissionais e Morais em todos os n\u00edveis do Of\u00edcio, ao Treinamento Profissional e, por \u00faltimo mas n\u00e3o menos importante, \u00e0 Ora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0OS PEDREIROS DAS ILHAS BRIT\u00c2NICAS<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0<\/strong>\u00a0\u00a0\u00a0As regras e regulamentos dos pedreiros brit\u00e2nicos foram incorporados ao que \u00e9 conhecido como <i>Old Charges<\/i> (Antigo Deveres ou Obriga\u00e7\u00f5es), cuja c\u00f3pia mais antiga \u00e9 o Manuscrito R\u00e9gio, um dos inestim\u00e1veis documentos que se encontram no Museu Brit\u00e2nico, datando aproximadamente do ano 1390 d.C.<\/p>\n<p>O manuscrito trata do n\u00famero de desempregados e da necessidade de encontrar trabalho \u201cpara que pudessem sobreviver\u201d. Quem escreveu o documento deve ter consultado as obras de Euclides, matem\u00e1tico grego (300 a.C.) aclamado por muitos como sendo o Pai da Geometria. Esse antigo s\u00e1bio recomendou, \u201co of\u00edcio honesto da boa Ma\u00e7onaria\u201d semelhante \u00e0quele encontrado na terra do Egito. E ainda reza que \u201cmuitos anos depois, o of\u00edcio chegou \u00e0 Inglaterra na \u00e9poca do bom rei Athelstane.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0<strong> \u00a0 UMA CARTA PATENTE REAL<\/strong><\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Isso ocorreu quando Edwin, filho do rei Athelstane (por volta de 895-899 d.C.), provavelmente presidiu uma reuni\u00e3o de pedreiros que trabalhavam na constru\u00e7\u00e3o de igrejas que, mais tarde, fariam parte da grande catedral de York. Muitos dizem que foi Athelstane \u00a0quem estabeleceu o Rito Ma\u00e7\u00f4nico de York, concedendo-lhe uma Carta Patente Real. A partir de ent\u00e3o, todos os anos os pedreiros promoviam uma assembl\u00e9ia geral a qual se presume ter sido a catalizadora para a realiza\u00e7\u00e3o de muitos projetos de constru\u00e7\u00e3o &#8211; castelos, fortalezas e abadias &#8211; nos quais as habilidades dos pedreiros foram colocadas em grande uso.<\/p>\n<blockquote><p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0<strong>Foi na reuni\u00e3o de York que os Deveres vieram a ser estabelecidos.<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Cada membro ou irm\u00e3o era instru\u00eddo: (ilustraremos, apenas, alguns trechos)<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0<i>Ele deve amar a Deus e a Santa Igreja<\/i><\/strong><\/p>\n<p><strong><i> \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0E o Mestre com o qual est\u00e1<\/i><\/strong><\/p>\n<p><strong>E o documento continua:<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0<i>O terceiro ponto deve ser severo<\/i><\/strong><\/p>\n<p><strong><i> \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Com o Aprendiz conhecendo bem<\/i><\/strong><\/p>\n<p><strong><i> \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0As orienta\u00e7\u00f5es de seu Mestre, que ele deve guardar e ocultar<\/i><\/strong><\/p>\n<p><strong><i> \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0At\u00e9 de seus Companheiros, de bom grado;<\/i><\/strong><\/p>\n<p><strong><i> \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0A ningu\u00e9m falar\u00e1 dos segredos da c\u00e2mara,<\/i><\/strong><\/p>\n<p><strong><i> \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Nem os da Loja, n\u00e3o importa o que ali fa\u00e7am;<\/i><\/strong><\/p>\n<p><strong><i> \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0N\u00e3o importa o que ouvires ou veres<\/i><\/strong><\/p>\n<p><strong><i> \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0N\u00e3o o diga a ningu\u00e9m onde quer que tu fores.<\/i><\/strong><\/p>\n<p><strong>Mais adiante, ele ainda se refere a Euclides:<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0<i>Pela gra\u00e7a de Cristo no C\u00e9u,<\/i><\/strong><\/p>\n<p><strong><i> \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Ele deu in\u00edcio \u00e0s sete ci\u00eancias<\/i>.<\/strong><\/p><\/blockquote>\n<p>O texto continua nomeando e explicando essas sete ci\u00eancias, antes de detalhar os Deveres. Aqueles relacionados no Manuscrito Cooke foram, provavelmente, copiados de uma vers\u00e3o anterior \u00e0 do Manuscrito R\u00e9gio. Os Deveres aqui citados s\u00e3o ainda de outro documento medieval, o Manuscrito Beswicke-Royds, atualizados para a linguagem atual a fim de serem melhor compreendidos.<\/p>\n<p>A leitura pode parecer estranha, mas o esp\u00edrito da mensagem que ela carrega \u00e9 o que est\u00e1 no \u00e2mago da Ma\u00e7onaria Moderna.<\/p>\n<p>Em breve retornaremos com a transcri\u00e7\u00e3o, na \u00edntegra, do Deveres dos pedreiros medievais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>JOS\u00c9 EVERALDO ANDRADE SOUZA<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>MESTRE MA\u00c7OM DA LOJA ELIAS OCK\u00c9 &#8211; N\u00b0 1841<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>FEDERADA AO GRANDE ORIENTE DO BRASIL &#8211; RITO BRASILEIRO<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>ORIENTE DE ILH\u00c9US &#8211; BAHIA<\/strong><\/p>\n<p><strong><\/strong><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>REFER\u00caNCIAS BIBLIOGR\u00c1FICAS:<\/p>\n<p>Johnstone, Michael<\/p>\n<p>Os Franco-Ma\u00e7ons &#8211; trad. F\u00falvio Lubisco &#8211; S\u00e3o Paulo; Madras, 2010.<\/p>\n<p>T\u00edtulo original: The Freemasons<\/p>\n<p><strong>&#8212;<br \/>\n<span style=\"color: #0000ff;\">PARA LER A PARTE I CLIQUE<\/span><\/strong> <a href=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/2015\/02\/25\/origens-e-raizes-da-franco-maconaria-parte-i\/\" target=\"_NEWS\"><b>AQUI.<\/b><\/a><br \/>\n<strong><span style=\"color: #0000ff;\">PARA LER A PARTE II CLIQUE<\/span><\/strong> <a href=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/2015\/03\/02\/origens-e-raizes-da-franco-maconaria-parte-ii\/\" target=\"_NEWS\"><b>AQUI.<\/b><\/a><br \/>\n<strong><span style=\"color: #0000ff;\">PARA LER A PARTE III CLIQUE<\/span><\/strong> <a href=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/2015\/03\/10\/origens-e-raizes-da-franco-maconaria-parte-iii\/\" target=\"_NEWS\"><b>AQUI.<\/b><\/a><br \/>\n<strong><span style=\"color: #0000ff;\">PARA LER A PARTE IV CLIQUE<\/span><\/strong> <a href=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/2015\/03\/17\/92221\/\" target=\"_NEWS\"><b>AQUI.<\/b><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Jos\u00e9 Everaldo Andrade Souza Car\u00edssimos seguidores do R2CPRESS, amados Irm\u00e3os ma\u00e7ons e estimados simpatizantes e estudiosos da hist\u00f3ria da Franco-Ma\u00e7onaria. \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Ser\u00e1 verdade que o rei Salom\u00e3o pediu ajuda ao rei de Tiro na constru\u00e7\u00e3o de seu grande Templo de Jerusal\u00e9m? 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