{"id":92463,"date":"2015-03-26T13:06:49","date_gmt":"2015-03-26T16:06:49","guid":{"rendered":"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/?p=92463"},"modified":"2015-03-26T13:34:16","modified_gmt":"2015-03-26T16:34:16","slug":"no-pimenta-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/2015\/03\/26\/no-pimenta-2\/","title":{"rendered":"No PIMENTA"},"content":{"rendered":"<p><strong>A Tarde<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft\" src=\"http:\/\/www.pimenta.blog.br\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/1-H%C3%A9lio-P%C3%B3lvora.jpg\" alt=\"\" width=\"355\" height=\"250\" \/>Morreu na madrugada desta quinta-feira, 26, aos 86 anos, o escritor baiano H\u00e9lio P\u00f3lvora, que ocupava a cadeira 29 da Academia de Letras da Bahia desde 1994. Al\u00e9m de escritor, ele tamb\u00e9m era jornalista, cronista e atuava como editorialista e articulista do Jornal A Tarde \u2013 no Caderno 2 e na coluna Opini\u00e3o \u2013 tendo trabalhado ativamente at\u00e9 esta quarta-feira, 25, na produ\u00e7\u00e3o do editorial.<\/p>\n<p>Nascido no munic\u00edpio de Itabuna, H\u00e9lio P\u00f3lvora era um dos nomes mais destacados de escritores oriundos da regi\u00e3o cacaueira da Bahia. Ele deixa esposa e filhos.<\/p>\n<p>H\u00e9lio P\u00f3lvora de Almeida \u00e9 natural de Itabuna, Bahia, onde nasceu em 1928, em fazenda de cacau. Fez estudos secund\u00e1rios em Salvador, no Col\u00e9gio Dois de Julho, Col\u00e9gio Carneiro Ribeiro e Col\u00e9gio da Bahia. Iniciou-se no jornalismo como colaborador e editor do seman\u00e1rio Voz de Itabuna, e mais adiante foi correspondente em sua cidade de jornais de Salvador.<\/p>\n<p>Em janeiro de 1953 fixou-se no Rio de Janeiro, para curso universit\u00e1rio, onde morou por cerca de 30 anos. Foi l\u00e1 que ele iniciou sua carreira liter\u00e1ria e uma atividade jornal\u00edstica intensa, que prosseguiram na Bahia ap\u00f3s 1984, nas cidades de Itabuna, onde fundou o Jornal<strong>A Regi\u00e3o<\/strong>, Ilh\u00e9us e Salvador.<\/p>\n<p>Seu primeiro livro publicado foi <em>Os Galos da Aurora<\/em> (1958, reeditado em 2002, com texto definitivo). Depois dele, seguiram-se 25 t\u00edtulos de obras de fic\u00e7\u00e3o e cr\u00edtica liter\u00e1ria, al\u00e9m de participa\u00e7\u00e3o em dezenas de antologias nacionais e estrangeiras. Seus contos est\u00e3o traduzidos em espanhol, ingl\u00eas, franc\u00eas, italiano, alem\u00e3o e holand\u00eas.<\/p>\n<p>A partir de 1990, passou a residir em Salvador. Eleito para a Cadeira 29 da Academia de Letras da Bahia, faz parte tamb\u00e9m da Academia de Letras do Brasil (com sede em Bras\u00edlia), onde ocupa a cadeira 13, que tem como patrono Graciliano Ramos. Pertence ainda \u00e0 Academia de Letras de Ilh\u00e9us.<\/p>\n<p>\u00c9 Doutor honoris causa pela Universidade Estadual de Santa Cruz .Fez parte da Comiss\u00e3o Machado de Assis, institu\u00edda pelo Ministro da Educa\u00e7\u00e3o e Cultura, Jarbas Passarinho, para reconstituir os textos e reeditar a obra do Mestre, e integrou a Comiss\u00e3o Selo Bahia, criada pela Secretaria da Cultura e do Turismo, no \u00e2mbito da Funda\u00e7\u00e3o Cultural do Estado da Bahia.<\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p><strong>PIMENTA:<\/strong><\/p>\n<p>http:\/\/www.pimenta.blog.br\/2015\/03\/26\/literatura-perde-itabunense-helio-polvora\/<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Tarde Morreu na madrugada desta quinta-feira, 26, aos 86 anos, o escritor baiano H\u00e9lio P\u00f3lvora, que ocupava a cadeira 29 da Academia de Letras da Bahia desde 1994. 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