{"id":96994,"date":"2015-11-09T15:00:12","date_gmt":"2015-11-09T18:00:12","guid":{"rendered":"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/?p=96994"},"modified":"2015-11-09T15:00:12","modified_gmt":"2015-11-09T18:00:12","slug":"bahia-pesca-e-ufrb-impulsionam-producao-de-sabonetes-de-algas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/2015\/11\/09\/bahia-pesca-e-ufrb-impulsionam-producao-de-sabonetes-de-algas\/","title":{"rendered":"Bahia Pesca e UFRB impulsionam produ\u00e7\u00e3o de sabonetes de algas"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">A qualidade do sabonete \u00e0 base de algas produzido em Manguinhos, comunidade localizada na Ilha de Itaparica, tem significativos avan\u00e7os gra\u00e7as \u00e0 parceria entre a Bahia Pesca, vinculada \u00e0 Secretaria de Agricultura do Estado, e a Universidade Federal do Rec\u00f4ncavo Baiano (UFRB). A melhora \u00e9 decorrente das pesquisas realizadas pelos estudantes dos cursos de Engenharia de Pesca e Biologia da institui\u00e7\u00e3o, que est\u00e3o ensinando \u00e0s marisqueiras qual o melhor tipo de algas para produ\u00e7\u00e3o do sabonete e a melhor forma de extra\u00ed-las do ambiente sem prejudicar o ecossistema.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<div style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"https:\/\/lh3.googleusercontent.com\/-lpyL26MZo-o\/VkDee7LUxuI\/AAAAAAABrT4\/RvfZnOmdWHY\/s600-Ic42\/Algas%252520s%2525C3%2525A3o%252520alternativa%252520de%252520renda%252520para%252520pescadores%252520de%252520Itaparica.%252520Foto%252520de%252520EduardoRodrigues..jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"451\" \/><p class=\"wp-caption-text\">Algas s\u00e3o alternativa de renda para pescadores de Itaparica. Foto de Eduardo Rodrigues<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\u201cNa regi\u00e3o existem dois tipos de algas vermelhas que s\u00e3o utilizadas para a produ\u00e7\u00e3o do gel, mat\u00e9ria-prima dos sabonetes. Os estudos realizados fruto da parceria a Bahia Pesca e a UFRB conseguiram constatar que as algas vermelhas cil\u00edndricas produzem g\u00e9is mais consistentes, ou seja, de melhor qualidade, enquanto as algas vermelhas achatadas resultam num sabonete menos proveitoso\u201d, explica o bi\u00f3logo e t\u00e9cnico da Bahia Pesca, Brunno Falc\u00e3o.<\/div>\n<div>Para realiza\u00e7\u00e3o dos estudos, as pesquisadoras da UFRB, Mar\u00edlia Costa e Stela Bispo, utilizaram a estrutura da Bahia Pesca e realizaram um interc\u00e2mbio de informa\u00e7\u00f5es com os t\u00e9cnicos da empresa. \u201cA Bahia Pesca j\u00e1 trabalha com a produ\u00e7\u00e3o de sabonetes \u00e0 base de algas desde 2009, por isso j\u00e1 temos um significativo banco de dados sobre o assunto. Com o interc\u00e2mbio de informa\u00e7\u00f5es com as pesquisadoras, podemos al\u00e9m de ampliar nossos conhecimentos, formar multiplicadores desta a\u00e7\u00e3o\u201d, afirma Brunno.<\/div>\n<div><strong>Palestra<\/strong><\/div>\n<div>Em outubro a Bahia Pesca reuniu as marisqueiras em palestra na pr\u00f3pria comunidade, ministrada pelas pesquisadoras, para divulga\u00e7\u00e3o dos resultados da pesquisa, instru\u00e7\u00e3o de como identificar as algas cil\u00edndricas e aux\u00edlio na melhor forma de extra\u00e7\u00e3o.<\/div>\n<div>\u201cAs marisqueiras reclamavam que os sabonetes tinham pouco tempo de durabilidade. Agora elas ir\u00e3o aperfei\u00e7oar a produ\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que ensinamos como identificar as algas boas. Na palestra, as marisqueiras puderam aprender tamb\u00e9m que as algas devem ser cortadas acima das ramifica\u00e7\u00f5es que as prendem no sedimento, proporcionando a manuten\u00e7\u00e3o da vida no ecossistema e permitindo que a alga volte a crescer novamente\u201d, conclui Mar\u00edlia Costa.<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A qualidade do sabonete \u00e0 base de algas produzido em Manguinhos, comunidade localizada na Ilha de Itaparica, tem significativos avan\u00e7os gra\u00e7as \u00e0 parceria entre a Bahia Pesca, vinculada \u00e0 Secretaria de Agricultura do Estado, e a Universidade Federal do Rec\u00f4ncavo Baiano (UFRB). 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