{"id":98493,"date":"2016-01-14T09:07:01","date_gmt":"2016-01-14T12:07:01","guid":{"rendered":"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/?p=98493"},"modified":"2016-01-14T09:07:01","modified_gmt":"2016-01-14T12:07:01","slug":"heckel-januario-em-umas-e-outras-inusitadas-da-cidade-xxi","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/2016\/01\/14\/heckel-januario-em-umas-e-outras-inusitadas-da-cidade-xxi\/","title":{"rendered":"Heckel Janu\u00e1rio em: UMAS E OUTRAS INUSITADAS DA CIDADE ( XXI )"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>(NOTAS DE BELMONTE &#8211; \u2018BEBEL\u2019 PARA OS MAIS CHEGADOS)<\/strong><\/h2>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft\" src=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/HECKEL-NOVA.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"129\" \/>O Jequitinhonha, como salientado em notas anteriores desta s\u00e9rie, continua \u2013mesmo sem o vigor dos tempos de outrora\u2013 sendo uma fonte especial na gera\u00e7\u00e3o dessas incomuns passagens de Bebel.<\/p>\n<p>O grito \u2013em raz\u00e3o da obscuridade dos primeiros 50 anos da hist\u00f3ria do descobrimento do Brasil\u2013 de \u201cterra \u00e0 vista\u201d dos portugueses reivindicado pela cidade \u00e9 uma das j\u00e1 citadas. E o fato, apoiado em pesquisas, de que na Serra do Lap\u00e3o (no munic\u00edpio de Santa Luzia e que a circunda) existem picos \u2013indo a 900m\u2013 mais altos do que os 400m do famoso e hist\u00f3rico Monte Pascoal na Serra dos Aimor\u00e9s, mais o da caudalosidade do Paticha (como os \u00edndios Botocudos chamavam o Jequitinhonha), significando ser o \u00fanico rio da regi\u00e3o Sul da Bahia \u00e0 \u00e9poca em condi\u00e7\u00f5es de levar sarga\u00e7os a alto mar, foram os argumentos.\u00a0 Rio que teria sido nesse contexto, a primeira liga\u00e7\u00e3o usada pelos lusitanos entre o oceano e o interior brasileiro.<\/p>\n<p>Not\u00edcias no per\u00edodo de 2010 a 2013 na imprensa nacional de que pesquisadores do Servi\u00e7o Geol\u00f3gico do Brasil (antiga CPRM- Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais) e profissionais da Funda\u00e7\u00e3o de Estudos do Mar \u00a0terem como certo \u2013baseando-se\u00a0\u00a0 na riqueza de pedras preciosas em seu leito, alvo inclusive de ininterrupta explora\u00e7\u00e3o desde seu achamento\u2013 a exist\u00eancia de uma mina de \u2018diamantes\u2019 na barra \u00a0do Jequitinhonha em raz\u00e3o deste rio haver transportado por s\u00e9culos res\u00edduos aluvionares diamant\u00edferos desde a nascente, tamb\u00e9m foram tocadas.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>At\u00e9 a\u00ed tudo bem porque, embora contrariem a vers\u00e3o oficial e os defensores da unicidade do descobrimento \u2013por n\u00e3o aceitarem o desembarque da frota lusitana ter se dado um pouco mais ao norte do litoral baiano\u2013, os anunciados de alguma forma t\u00eam sentido. Agora, a recent\u00edssima informa\u00e7\u00e3o, oriunda de fonte fidedigna de Bebel, da implanta\u00e7\u00e3o de um denominado Reino de Minorah situado a um quil\u00f4metro da foz (margem esquerda) do Jequitinhonha, d\u00e1 impress\u00e3o do ineditismo ter ido al\u00e9m da conta. Apesar de baseado na movimenta\u00e7\u00e3o, no ouvi dizer, portanto sem uma prova ainda in loco, o informado procede ao sabor de que pelo menos no espa\u00e7o democr\u00e1tico da internet h\u00e1 um toque de veracidade; veracidade esta, como deduzimos, ser o tal \u2018dom\u00ednio\u2019 em constru\u00e7\u00e3o, recheado de fortes doses de misticismo. E n\u00e3o \u00e9 que a ideia \u00e9 de um cidad\u00e3o de Guanambi, aqui da Bahia que, injuriado com a viol\u00eancia, corrup\u00e7\u00e3o e impostos exorbitantes no pa\u00eds, deu na telha de n\u00e3o querer ser mais brasileiro e para isso projetou fundar uma sociedade independente e autossustent\u00e1vel! \u00d3, e j\u00e1 possui sistema tribut\u00e1rio, moeda, pavilh\u00e3o, hino e o escambau! Ah, o monarca \u00e9&#8230; Bom, o soberano, como l\u00f3gico, \u00e9 o pr\u00f3prio idealizador da monarquia. N\u00e3o detectamos, entretanto, na pesquisa virtual que fizemos se o projeto insere o tipo de monarquia: se parlamentarista ou absolutista, e se embute como ser\u00e1 a sucess\u00e3o da fam\u00edlia real.<\/p>\n<p>Essa de Minorah, como o efeito de imediato produz, pode parecer surreal, mas em se tratando da velha Bebel, n\u00e3o \u00e9 n\u00e3o. S\u00f3 que o hodierno Reino com sua nobreza, com os mais \u00edntimos da corte e os vassalos, deve propor e de prima elaborar um tratado de conviv\u00eancia pacifica com o adjacente, antigo e republicano territ\u00f3rio de Bebel, a fim de que as antigas normas, as quais regem os moradores chamados de BBB (nada a ver com Big <em>Brother da televis\u00e3o; a sigla significa Belmontense, Baiano, Brasileiro) n\u00e3o venham a ser infringidas e assim evitar conflitos de ordem pol\u00edtico-territorial, e pol\u00edtico-cultural, notadamente. <\/em><\/p>\n<p><strong>Heckel Janu\u00e1rio<\/strong><\/p>\n<p>&#8212;<br \/>\n<strong>Para ler a XX PARTE clique<\/strong> <a href=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/2015\/08\/19\/heckel-januario-em-umas-e-outras-inusitadas-da-cidade-xx\/\" target=\"_news\"><b>AQUI.<\/b><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>(NOTAS DE BELMONTE &#8211; \u2018BEBEL\u2019 PARA OS MAIS CHEGADOS) O Jequitinhonha, como salientado em notas anteriores desta s\u00e9rie, continua \u2013mesmo sem o vigor dos tempos de outrora\u2013 sendo uma fonte especial na gera\u00e7\u00e3o dessas incomuns passagens de Bebel. 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