{"id":99434,"date":"2016-03-03T19:40:35","date_gmt":"2016-03-03T22:40:35","guid":{"rendered":"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/?p=99434"},"modified":"2016-03-03T19:42:27","modified_gmt":"2016-03-03T22:42:27","slug":"c-e-p-l-a-c-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/2016\/03\/03\/c-e-p-l-a-c-2\/","title":{"rendered":"C E P L A C"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><strong>TRIBUTO \u00c0 ANTIGA CEPLAC.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>\u00a0PARA OS ANTIGOS SE LEMBAREM E<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>OS JOVENS A CONHECEREM.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Luiz Ferreira da Silva<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Pesquisador aposentado, ex-Diretor do CEPEC. <\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<div style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/LUIZ-FERREIRA-2016-ARTIGO-CEPLAC.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"378\" \/><p class=\"wp-caption-text\">LUIZ FERREIRA<\/p><\/div>\n<p>\u00c9 importante aqui se registrar algumas a\u00e7\u00f5es criativas empreendidas pela CEPLAC, voltadas \u00e0 sustentabilidade da lavoura cacaueira, num momento em que se apresentava com uma economia desarticulada.<\/p>\n<p>Nenhuma Organiza\u00e7\u00e3o neste pa\u00eds foi t\u00e3o eficiente e dispunha vis\u00e3o hol\u00edstica quanto ela. Sem precedentes no pa\u00eds.<\/p>\n<p><strong>&#8211; Como fazer o agricultor \u201cchegar mais\u201d no desafio de recuperar a lavoura?<\/strong><\/p>\n<p>O Servi\u00e7o de Extens\u00e3o Rural que sempre teve um cunho de fiscaliza\u00e7\u00e3o credit\u00edcia, criou instrumentos adicionais visando estar presente em todos os estratos \u2013 pequena, m\u00e9dia e grande propriedade \u2013 atrav\u00e9s da assist\u00eancia t\u00e9cnica individual aos cacauicultores, trabalhos grupais, treinamento de propriet\u00e1rios e trabalhadores rurais, \u00e1reas de demonstra\u00e7\u00e3o de resultados, reuni\u00f5es com grupos organizados.<\/p>\n<p>Para tanto, a CEPLAC instalou diversos Escrit\u00f3rios por toda regi\u00e3o com um atrativo a mais \u2013 a revenda de materiais. Do fac\u00e3o ao inseticida; do pod\u00e3o ao fungicida; da bota de borracha ao adubo. Estrategicamente, eram abertos aos s\u00e1bados, dia tradicional de feira, permitindo sobretudo ao pequeno agricultor o acesso e contatos com os t\u00e9cnicos, comprando e tirando d\u00favidas.<\/p>\n<p>Mas, era preciso dar condi\u00e7\u00f5es de trabalho aos Extensionistas pela natureza de seu trabalho interiorizado, especialmente no tocante aos seus deslocamentos constantes. Uma nova invencionice foi posta em pr\u00e1tica, o financiamento de ve\u00edculos de trabalho.<\/p>\n<p>Lembro-me num dado momento, que a CEPLAC financiava uma Rural Willys, que o Agr\u00f4nomo pagava em 3 anos, fornecendo mensalmente 200 litros de gasolina e mais 70% do pre\u00e7o da gasolina por quil\u00f4metro rodado.<\/p>\n<p>Essa parceria satisfazia a ambos. A CEPLAC n\u00e3o precisaria dispor de uma frota imensa de altos custos, e o financiado dispunha de um ve\u00edculo para o trabalho e suas necessidades familiares.<\/p>\n<p>Por outro, lado, era preciso se investir em educa\u00e7\u00e3o voltada ao campo, com a vis\u00e3o de melhorar a absor\u00e7\u00e3o das tecnologias, mas tamb\u00e9m criar condi\u00e7\u00f5es de perman\u00eancia das novas gera\u00e7\u00f5es comprometidas com o meio rural. E assim foram criadas as EMARCs, Escola M\u00e9dia de Agricultura da Regi\u00e3o Cacaueira em Uru\u00e7uca, Valen\u00e7a, Itapetinga e Teixeira de Freitas. Posteriormente a de Ariquemis, em Rond\u00f4nia.<\/p>\n<p>A preocupa\u00e7\u00e3o n\u00e3o era s\u00f3 com o ensino formal \u2013n\u00edvel profissionalizante \u2013 mas tamb\u00e9m com a forma\u00e7\u00e3o de m\u00e3o-de-obra a n\u00edvel dos im\u00f3veis rurais. E nesse mister, criou-se o Curso de Pr\u00e1tico Agr\u00edcola, um grau menor que o tradicional T\u00e9cnico Agr\u00edcola.<\/p>\n<p>Com vistas a esse fortalecimento do elo &#8211; produtor versus institui\u00e7\u00e3o, o CEPEC n\u00e3o poderia ficar de fora. Atrav\u00e9s de um laborat\u00f3rio moderno de an\u00e1lises de solos e plantas essa aproxima\u00e7\u00e3o se fez efetiva, ao ponto de muitos produtores, por conta pr\u00f3pria, trazerem suas amostras diretamente ao Centro, na busca de qualifica\u00e7\u00e3o de \u00e1reas ainda n\u00e3o desbravadas ou de outros cultivos.<\/p>\n<p>E, adicionalmente, para tender mais eficazmente a infraestrutura rural, notadamente o acesso aos im\u00f3veis rurais, a CEPLAC implantou uma patrulha mec\u00e2nica e instituiu um Cons\u00f3rcio Rodovi\u00e1rio, no qual os produtores podiam reivindicar as suas necessidades discutindo as prioridades.<\/p>\n<p>Esse diferencial resultou numa maior efici\u00eancia e efic\u00e1cia dos trabalhos da CEPLAC na sua miss\u00e3o de recuperar a lavoura do cacau, em situa\u00e7\u00e3o de debacle.<\/p>\n<p><strong>&#8211; Como envolver o pequeno agricultor descapitalizado e sem sua terra legalizada?<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><!--more--><\/p>\n<p>De modo sui generis, foi implantada uma a\u00e7\u00e3o vital; o FUSEC (Fundo suplementar de expans\u00e3o da lavoura). O que era isso?<\/p>\n<p>Instrumento b\u00e1sico para o suprimento de cr\u00e9dito \u00e0 cacauicultura, especialmente na Amaz\u00f4nia, criado em 1974 por decis\u00e3o do Conselho Monet\u00e1rio Nacional.<\/p>\n<p>Objetivava prover fundo para acelerar a expans\u00e3o da cacauicultura, mediante a constitui\u00e7\u00e3o ou suplementa\u00e7\u00e3o das garantias exigidas no lastreamento de cooperativas destinados a financiar o aumento de capital das que comercializavam o cacau ou garantir os financiamentos que estas contraiam para esse fim, bem como apoiar os pequenos agricultores que necessitavam constituir ou suplementar a garantia exigida no lastreamento de empr\u00e9stimos.<\/p>\n<p>Com os recursos da FUSEC, a CEPLAC desempenhava finalmente o papel de avalista de certas opera\u00e7\u00f5es credit\u00edcias t\u00edpicas, como a abertura de novas \u00e1reas na Amaz\u00f4nia e a diversifica\u00e7\u00e3o de culturas na Bahia, Na Amaz\u00f4nia a CEPLAC apoiou 46,5% das opera\u00e7\u00f5es de cr\u00e9dito \u00e0 cacauicultura no per\u00edodo de 1975-1980, constituindo-se em fator decisivo para a implanta\u00e7\u00e3o do PROCACAU na regi\u00e3o. Na Bahia e no Esp\u00edrito Santo, seu papel foi menos preponderante devido as caracter\u00edsticas pr\u00f3prias dessas regi\u00f5es que n\u00e3o s\u00e3o ta\u00e3o carentes desse tipo de aval.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>&#8211; Como evitar a economia espasm\u00f3dica da regi\u00e3o cacaueira?<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Os estudos de solos e de clima mostraram a alta potencialidade das terras sul baianas para diversos cultivos, com possibilidade de dar estabilidade econ\u00f4mica \u00e0 regi\u00e3o, centrada exclusivamente no cacau. Mas isso n\u00e3o seria suficiente e era preciso se conhecer detalhadamente os aspectos f\u00edsicos, sociais e econ\u00f4micos.<\/p>\n<p>Foi assim que a CEPLAC e em parceria com o IICA (Instituto Interamericano de Ci\u00eancias Agr\u00edcolas, da OEA) realizou o mais completo estudo sem precedentes no nosso pa\u00eds; o Diagn\u00f3stico Socioecon\u00f4mico da Regi\u00e3o Cacaueira.<\/p>\n<p>O referido trabalho envolveu centenas de t\u00e9cnicos e institui\u00e7\u00f5es colaboradoras, sob o comando da CEPLAC, abrangendo uma \u00e1rea de 91.819 km, distribu\u00eddos por 89 munic\u00edpios.<\/p>\n<p>Com o conhecimento pr\u00e9vio que a CEPLAC acumulou em mais de tr\u00eas lustros de atua\u00e7\u00e3o de seus t\u00e9cnicos na \u00e1rea, partiu-se para a realiza\u00e7\u00e3o deste diagn\u00f3stico, com os seguintes objetivos<\/p>\n<p>* Inventariar a potencialidade de recursos naturais e socioecon\u00f4micos;<\/p>\n<p>* Analisar o uso desses recursos;<\/p>\n<p>*Identificar os problemas respons\u00e1veis pela defasagem existente entre a sua potencialidade o seu uso, com vistas a permitir o estabelecimento de medidas capazes de reduzir a vulnerabilidade da economia regional e assegurar o ritmo mais intenso e continuo de desenvolvimento.<\/p>\n<p>Determinados esses objetivos, o trabalho n\u00e3o poderia deixar de transcender os limites da agricultura e, de fato, foi o que aconteceu.<\/p>\n<p>Sob esta orienta\u00e7\u00e3o foram abordados os seguintes assuntos:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>RECURSOS NATURAIS: Solos, Aptid\u00e3o Agr\u00edcola, Uso Atual da Terra, Reconhecimento Climatol\u00f3gico, Hidrologia, Geologia Econ\u00f4mica e Recursos Minerais, Vegeta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>SOCIOECONOMIA Hist\u00f3ria Econ\u00f4mica e Social, Recursos Humanos Popula\u00e7\u00e3o, Educa\u00e7\u00e3o, Sa\u00fade, Processo Produtivo Agropecu\u00e1rio, Comercializa\u00e7\u00e3o, Estrutura Agraria, Rela\u00e7\u00f5es de Produ\u00e7\u00e3o, Renda e Consumo, Pesca, Ind\u00fastria, Setor P\u00fablico, Hierarquia Urbana.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Infelizmente, a falta de empreendedores na regi\u00e3o, e a vis\u00e3o predominantemente voltada a monocultura do cacau, n\u00e3o foram aproveitados, na magnitude devida, estudos t\u00e3o relevantes, beneficiando em parte a CEPLAC nas a\u00e7\u00f5es de diversifica\u00e7\u00e3o de cultivos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>&#8211; Como evitar a introdu\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as e pragas amea\u00e7adoras do cacau?<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>A CEPLAC com clarivid\u00eancia, preocupada com doen\u00e7as e pragas indenes em outros pa\u00edses, a exemplo da mon\u00edlia, implantou em Salvador (BA), bem antes da chegada da vassoura de bruxa na regi\u00e3o, uma Esta\u00e7\u00e3o de Quarentena, salvaguardando tamb\u00e9m outros cultivos.<\/p>\n<p>E, por ocasi\u00e3o da expans\u00e3o amaz\u00f4nica, efetivou a CAVAB (Campanha de Controle da Vassoura-de-Bruxa), em mar\u00e7o de 1978, como principal objetivo de adaptar medidas t\u00e9cnicas, agron\u00f4micas e legais no sentido de impedir a introdu\u00e7\u00e3o da vassoura-de-bruxa na Bahia e no Esp\u00edrito Santo.<\/p>\n<p>Eram feitas inspe\u00e7\u00f5es nos materiais bot\u00e2nicos em tr\u00e2nsito; apreens\u00e3o e incinera\u00e7\u00e3o de material pertencente \u00e0 fam\u00edlia Esterculi\u00e1cea, a do cacau; envio do material do g\u00eanero Theobroma que estivesse sob suspeita para an\u00e1lise laboratorial e outras a\u00e7\u00f5es de vigil\u00e2ncia em rodovi\u00e1rias e aeroportos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>&#8211; Como conhecer o ch\u00e3o, sen\u00e3o pelas alturas?<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Para come\u00e7ar a conhecer a regi\u00e3o, a CEPLAC realizou o mais completo levantamento aerofotogram\u00e9trico que se tem not\u00edcias no Nordeste. Contratou 3 empresas especializadas \u2013 Vasp, Cruzeiro do Sul e Natividade \u2013 que cobriram 90.000 km<sup>2<\/sup> com fotografias verticais pancrom\u00e1ticas, na escala 1:25.000. Numa \u00e1rea menor, a que est\u00e1 instalado o CEPEC, a escala foi de 1:10 000, pela necessidade de estudos detalhados, sobretudo de solos.<\/p>\n<p>Com elas veio a especializa\u00e7\u00e3o do pessoal em fotointerpreta\u00e7\u00e3o para poder efetuar levantamentos pedol\u00f3gicos, geol\u00f3gicos, fitogeogr\u00e1ficos, uso da terra e a ilumina\u00e7\u00e3o (aloca\u00e7\u00e3o de acidentes geogr\u00e1ficos) de mapas.<\/p>\n<p>Todo o material era disposto em fotografias 25x25cm; mosaicos de \u00e1reas espec\u00edficas e footo\u00edndices para facilitar a aloca\u00e7\u00e3o da cobertura aero fotogr\u00e1fica.<\/p>\n<p>. Muitas organiza\u00e7\u00f5es se utilizaram desta cobertura, inclusive a Petrobr\u00e1s.<\/p>\n<p>Com tal instrumento, realizaram-se estudos semi-detalhados de solos, geologia, recursos minerais, uso da terra e vegeta\u00e7\u00e3o, dentre os mais importantes. E, detalhados, na base f\u00edsica do CEPEC.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, caros leitores, esse cap\u00edtulo resumido (Livro em formata\u00e7\u00e3o) d\u00e1 uma ideia da magnitude da CEPLAC e o quanto ela dispunha de cabe\u00e7as pensantes voltadas ao desenvolvimento da Cacauicultura. Uma Institui\u00e7\u00e3o assemelhada, guardadas as devidas propor\u00e7\u00f5es, ao Projeto \u2013 Land Grant College, institu\u00eddo pelo Presidente Roosevelt, em 1930, para desenvolver o Vale do Tenessee (Tenessee Valley Authority).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>E, pasmem, deixaram este Patrim\u00f4nio se deteriorar e o atual Governo n\u00e3o a v\u00ea como necess\u00e1ria, amea\u00e7ando-a de extin\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(Macei\u00f3, Al, 03 de mar\u00e7o de 2016)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>TRIBUTO \u00c0 ANTIGA CEPLAC. \u00a0PARA OS ANTIGOS SE LEMBAREM E OS JOVENS A CONHECEREM. Luiz Ferreira da Silva Pesquisador aposentado, ex-Diretor do CEPEC. \u00a0 \u00c9 importante aqui se registrar algumas a\u00e7\u00f5es criativas empreendidas pela CEPLAC, voltadas \u00e0 sustentabilidade da lavoura cacaueira, num momento em que se apresentava com uma economia desarticulada. 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