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:: 29/abr/2012 . 11:19

Lucros

No Evangelho, há uma interessante passagem conhecida como A parábola do rico insensato.
Trata-se de um homem que havia trabalhado muito para ajuntar bens.
Quando finalmente se deu por satisfeito, propôs-se a gozar de sua fortuna.
Contudo, o Senhor da vida deliberou nessa mesma noite promover o regresso do rico ao plano espiritual.
Daí se colocou a questão: Para quem seria tudo o que ele tinha ajuntado?

* * *
Essa lição não poderia ser mais atual.
Em todos os agrupamentos humanos, palpita a preocupação de ganhar.
O espírito de lucro alcança os setores mais singelos.
Meninos, mal saídos da primeira infância, mostram-se interessados em amontoar egoisticamente alguma coisa.
Mães numerosas abandonam seu lar a desconhecidos, a fim de experimentarem a mina lucrativa.
Pais deixam de dar atenção a sua família, enquanto multiplicam ao extremo as horas de trabalho.
Nesse sentido, a maioria das criaturas converte a marcha evolutiva em corrida inquietante.
No entanto, por trás do sepulcro, ponto de chegada de todos os que saíram do berço, a verdade aguarda o homem e interroga: O que você trouxe?
O infeliz tende a responder que reuniu vantagens materiais.
Diz que se esforçou para assegurar a posição tranquila de si mesmo e dos seus.
Examinada, porém, a sua bagagem, quase sempre as pretensas vitórias são derrotas fragorosas.
Elas não constituem valores da alma, nem trazem o selo dos bens eternos.
Atingida semelhante equação, o viajor olha para trás e sente frio.
Prende-se, de maneira inexplicável, aos resultados de tudo o que amontoou na crosta da Terra.
A sua consciência se enche de sombrias nuvens.
E a voz do Evangelho lhe soa aos ouvidos: Pobre de você, porque seus lucros foram perdas desastrosas.
E o que tem ajuntado, para quem será?
É importante meditar sobre essa lição enquanto se está a caminho.
Os bens do mundo são preciosos enquanto instrumentos de realização da paz.
O trabalho é um meio de vida e não de morte.
A título de enriquecer ou ter mais conforto não compensa esquecer o essencial.
É inútil brindar os filhos com coisas e não se fazer presente em suas vidas, com palavras e exemplos dignos.
As posições tão cobiçadas no mundo sempre terminam por trocar de mãos.
Constitui loucura convertê-las no objetivo da existência.
É preciso viver no mundo, sem ser do mundo.
Fazer os sacrifícios necessários à vida na Terra.
Mas jamais esquecer que se está apenas de passagem por ela, com destino ao infinito.
Pense nisso.


Redação do Momento Espírita, com base no cap. 56 do
livro Caminho, verdade e vida, pelo Espírito Emmanuel,
psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.
Em 08.03.2012.

ONU apoia políticas de cotas raciais em universidades do Brasil

A Organização das Nações Unidas (ONU) reafirmou nesta quarta-feira (25) seu apoio à política de cotas raciais nas universidades brasileiras. Em nota, a organização disse reconhecer os esforços do Estado e da sociedade no país no combate às desigualdades e na implementação de políticas afirmativas.

“O Sistema das Nações Unidas no Brasil reconhece a adoção de políticas que possibilitem a maior integração de grupos cujas oportunidades do exercício pleno de direitos têm sido historicamente restringidas, como as populações de afrodescendentes, indígenas, mulheres e pessoas com deficiências”, diz a nota.

A constitucionalidade da reserva de vagas em universidades públicas, com base no sistema de cotas raciais da Universidade de Brasília (UnB), está sendo julgada hoje pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A ação foi ajuizada pelo partido Democratas (DEM), em 2009.

De acordo com a ONU, o Brasil reduziu, nos últimos anos, as taxas de analfabetismo, pobreza, desnutrição infantil e aumentou a quantidade de anos de estudos de sua população. Ainda assim, o país ainda tem desigualdades de gênero, raça e etnia. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 70% da população considerada pobre é negra, enquanto entre os 10% mais ricos, apenas 24% são negros.

A organização destacou ainda os compromissos assumidos pela comunidade internacional em grandes conferências mundiais. O Brasil, membro das Nações Unidas desde sua criação, em 1945, é signatário de boa parte desses instrumentos de proteção, desde os mais gerais, como a Declaração Universal dos Direitos Humanos, até os mais específicos, como a Convenção Internacional sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial (Cerd, sigla em inglês).

Fonte: Agência Brasil

Curso de Fotografia 2 – Desenvolvendo o Olhar será em maio

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A proposta do curso é que o participante pense fotografia de forma mais consciente e seja capaz de observar e utilizar com criatividade seus elementos essenciais. Cada aluno irá realizar um projeto fotográfico individual, como parte da metodologia de descondicionamento do olhar.
Este curso é direcionado para quem já fez o curso de fotografia básica ou já tem uma iniciação na área, sendo assim uma oportunidade de aprofundar o conhecimento na área.

Serão abordados: Revisão de tópicos de fotografia básica; Composição (linhas, curvas, formas implícitas, complementação de formas sugeridas, etc.); Tipos de luz; Comunicando com cores; Breve trajeto de como a fotografia foi considerada em momentos pontuais da história da Arte; Desenvolvendo/aprimorando o olhar fotográfico; Observação/análise de projetos de grandes fotógrafos; Ensaio fotográfico: importância de um conceito na construção de sue projeto fotográfico; Elaboração de projetos fotográficos individuais;

Aulas ministradas pelas comunicólogas Tacila Mendes e Ana Lee.

Local: Fundação Cultural de Ilhéus

Data: 10 e 11 (19h às 21:30h) e 12 (manhã) de maio

Investimento: R$ 80,00

> Necessário levar sua câmera e cabo de transmissão de dados.

> Participantes receberão certificado, apostila em CD e seu projeto fotográfico impresso.

Vagas limitadas!

Para se inscrever, mande e-mail para: maonamaquina@gmail.com

Acesse mais informações em: www.maonamaquina.com

O QUE É ISSO COMPANHEIRA

E a nossa guerreira Carmelita continua percorrendo os caminhos tortuosos para alcançar a entrada do palácio.
Ninguém em sã consciência, nem mesmo o grupo do PT que lhe dá apoio, sabe que rumo tomar para alcançar o tão cobiçado objetivo, ou seja, assumir o comando do governo municipal de Ilhéus.
As pedras no caminho da companheira aparecem com nomes e situações distintas. A que mais atrapalha e deve incomodá-la bastante é a “união” do partido na cidade.
Tenho conversado com algumas pessoas ligadas ao partidão e elas se mostram otimistas com relação à campanha de sua candidata, inclusive tendo como certo a presença do galego e de “obras” importantes para a cidade. Alguém acredita nisto?
Duvido muito que o galego ao analisar as pesquisas esteja tão animado com a candidatura, pois segundo os mais entendidos, contra fatos não há argumentos que venham mudar o perfil da situação, pode sim provocar parcerias visando arrumar a casa.
A mala pesada, pesadíssima que a candidata carrega é conhecida de todos, inclusive de seu grupo. E a situação piorou com a última desavença entre o nosso alcaide e a igreja católica, que está gerando mil controvérsias e o mais preocupante o apoio popular ao sacerdote da igreja.
O tititi é grande nas hostes das beatas e beatos.
Não brinque com a turma do senta e levanta das missas, essas pessoas quando provocadas no seu brio fazem a conversa correr mundo e já está correndo.
Não sei como a companheira irá se entender com a direção da diocese, sendo ela uma católica praticante. Mas pra fechar a ferida vai dar um trabalho danado.
Agora aparece uma nova sigla, a articulação CNB – Construindo um Novo Brasil (parece até com CNBB, aleluia), que promete reverter o quadro e tirar as pedras do caminho.
Ainda prefiro que a companheira Carmelita permaneça na câmara dos edis, com sua voz potente, credibilidade perante a massa e sendo uma ativa oposicionista.
O poder, o seu alcance, a pressa em tomar assento na cadeira principal do palácio poderá ser um erro político e o grupo ficar sem uma liderança na casa do povo.
O que não vai acontecer na campanha da companheira é a benção do sacerdote, senão o caldo poderá entornar de vez.

ZÉCARLOS JUNIOR





















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