:: 23/jun/2012 . 10:40
LIXO: TEMOS QUE PARTIR PARA A DENÚNCIA E O BOICOTE
Tenho ocupado o meu tempo e abusado da paciência dos leitores do R2CPRESS, falando repetidamente sobre a coleta e destinação final do lixo na nossa Cidade, e do caos em que elas se tornaram, apesar dos altíssimos gastos que a Prefeitura tem com estes serviços, como antigamente podíamos ver no site Transparência Ilhéus em //transparência.ilheus.ba.gov.br, que inexplicavelmente (???), continua fora do ar.
Foram muitas fotos, textos, conselhos, sugestões, puxões de orelhas, apelos, e etc. Nada adiantou, pois o pessoal da Prefeitura nem “tchum”, como diz um moderno ditado.
Parece que em virtude da acachapante derrota nas urnas que já se anuncia, o pessoal da Prefeitura entrou em estado de choque catatônico, e ninguém faz mais nada, ninguém resolve mais nada, ninguém multa ninguém, e a cidade está, e não é força de expressão, entregue aos urubus, ratos e aos catadores de lixo reciclável. Lógico que algumas coisas o pessoal da Prefeitura deve continuar fazendo, mas não vale a pena aqui discutir.
As fotos a seguir que foram tiradas hoje pela manhã por volta das 6:30 h mostram um fato que ocorre diariamente nestes locais e que provavelmente deve se repetir em muitos outros locais da cidade.


Já reclamamos, e até sugerimos à Prefeitura como resolver o problema, mas não adiantou de nada. Resta-nos apenas uma alternativa drástica. Vamos identificar as pessoas físicas ou jurídicas que descartam lixo nas horas e nos locais impróprios e vamos denunciá-los aqui no R2CPRESS, em todos os blogs da cidade e também nas redes sociais, ou seja, vamos dar nome aos “bois”, ou melhor, aos “porcos” e no caso dos estabelecimentos comerciais, vamos fazer uma campanha para que todos venham a boicotá-los. Algo do tipo: não freqüente restaurantes ou lanchonetes que descartam seus resíduos de forma indevida.
Vamos denunciá-los aqui no R2CPRESS e em todos os blogs da cidade. Quem sabe assim eles tomam vergonha!
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Carlos da Silva Mascarenhas
carlos.consultic@gmail.com
A GRANDE FARSA
O intrépido Melk Rabelo escreveu um artigo para o Pimenta na Muqueca em 1 de outubro do ano passado, quando ocorreu a notícia de que o vice prefeito Mário Alexandre tinha rompido com o prefeito. Rabelo não se conformou e até ameaçou raspar a barba.
A pedidos, vai o texto do sanguinário…
A GRANDE FARSA
(*) Kalif Rabelo
A bomba estourou na cidade: o vice-prefeito Mário Alexandre resolveu romper com o prefeito Newton Lima. Para tanto, estimulados pelas raposas políticas Alcídes Kruschewsky e Magno Lavigne, exonerou de uma só canetada três secretários municipais tidos como “intocáveis” pelo prefeito Newton. Ao se aproveitar da licença médica do prefeito, afastado para tratamento de uma doença ainda desconhecida, Marão teria feito algumas contas e imaginado que estaria “ao lado do povo” demitindo os secretários Jorge Bahia, Carlos Freitas e Marcelo Barreto.
Mário Alexandre ainda é neófito em política e no seu entendimento, sairia como herói, pois via naqueles secretários o âmago do desgaste palaciano. Se esse foi o seu entendimento, enganou-se redondamente, pois agora o desgaste de Newton foi dividido com ele. Ou melhor, ao sair com a pecha de traidor, o vice-prefeito conseguiu desagradar gregos e troianos.
A turma do PSB – leia-se Alcides, Magno e Adalberto Galvão – decepcionados com o correligionário Newton Lima resolveram insuflar Marão a cometer esse suicídio político. Foram espertos, aproveitando uma insinuação de Marão de que estaria disposto a exonerar os três secretários e jogaram tempero na comida. Bem, em princípio Marão estaria saindo como um gestor que “ouviu os anseios do povo”, mas amigos, a história é outra.
Após analisar aquilo que a maioria dos cidadãos já desconfiava, chego à conclusão de que tudo não passou de uma encenação. Newton Lima, fraco e sem atitude, não tinha coragem de exonerar Carlos Freitas – não entremos no mérito das razões – e Marão por sua vez, tinha que encontrar alguma brecha para descolar de Newton. Foi armada então a Grande Farsa, e de gaiato entraram Bahia e Barretão. Nunca se viu na cidade nenhum clamor para a saída de Bahia e Barretão. Carlos Freitas, talvez, pelo seu temperamento difícil, desagradasse muitas pessoas, mas é inegável que ele era um dos poucos que trabalhava com afinco.





















































