Partidos ligados à candidatura de Carmelita fazem maioria da Câmara
Dez dos 19 vereadores que passarão a compor a Câmara Municipal de Ilhéus a partir de janeiro de 2013 foram eleitos pelo bloco de partidos que compuseram a Coligação Ilhéus Mais Forte, que teve como candidata a prefeita, a Professora Carmelita Ângela. Fábio Magal, o vereador mais votado da cidade, e Roque do SESP, foram eleitos pelo PSC. O Partido dos Trabalhadores (PT) elegeu para o quinto mandato consecutivo o vereador Alisson Mendonça, renovou o mandato de Valmir de Inema e leva para a Câmara, pela primeira vez, a liderança de Dero, ligado ao movimento cooperativista e da agricultura familiar.
Outro partido que se destacou no pleito foi o PMN que elegeu três vereadores: Gilmar Sodré, James e Lukas Paiva. Roland Lavigne, do PPS e Tarciso Paixão, do PSD, completam a lista da bancada. De acordo com o candidato a vice-prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre, esta composição demonstra a opção popular à uma Câmara que terá um papel importante na fiscalização das ações do Executivo. Durante a sua análise, Mário aproveitou para, também, agradecer os votos obtidos por sua chapa majoritária e disse que continuará firme na defesa dos interesses do povo de Ilhéus, como médico, cidadão e homem público.

























































Acredito que poucos, dentre os 10 citados, farão oposição ao executivo. Quem se elegeu gastando altas somas precisa recuperar o “investimento” em farta propaganda com mais de 20 veículos, além da compra de votos. A todo custo, ainda que tal investimento tenha origem duvidosa, vão querer recuperar, mesmo vendendo a alma ao diabo, que com sua fala mansa tem poder de persuasão. O Caixa da Prefeitura está estrangulado, com precatórios e consignações atormentando seu fluxo de recursos. A saída para executar algum projeto será aumentar a carga tributária municipal e implantar uma cobrança implacável aos contribuintes inadimplentes. Com o aumento do número de cadeiras no legislativo municipal, a remuneração dos vereadores baixará, pois será proporcional ao duodécimo repassado pelo Executivo. É claro que para viabilizar aumento do duodécimo, e, consequentemente, a remuneração dos vereadores e asseclas, ficará muito fácil para o Executivo conseguir apoio do Legislativo. E é aí que mora o perigo. Se vereadores não cederem irão de encontro aos próprios interesses. Ou não?