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Agrissênior Notícias – Nº 415 – 20 de fevereiro de 2013
Maria Regina Canhos Vicentin em: Abandono
Este ano de 2013 está sendo particularmente rico para mim em termos de experiências vivenciais. Algumas temáticas que acompanho há tempos por conta do meu trabalho no judiciário puderam ser analisadas com maior amplitude em razão de acontecimentos incômodos, como um assalto do qual fui vítima mês passado e também a sensação de abandono vinculado a um momento familiar. Nalguma ocasião prometo lhes contar sobre o assalto, porque neste instante prefiro me reportar à sensação de abandono que, inclusive, está presente agora.
Nos últimos vinte anos atendi inúmeras mães que optaram entregar seus filhos em adoção. Também atendi dezenas de crianças que tiveram de aprender lidar com a sensação de abandono oriunda dessa decisão materna. Situações, às vezes, traumáticas; outras mais brandas, mas sempre dolorosas e angustiantes em função do sentimento inicial de desamparo e desproteção. Pois bem, descobri que qualquer pessoa pode efetivamente se sentir abandonada mesmo que em tese não tenha sido.
É provável que muitos já estejam afirmando: – Nossa; ela descobriu o óbvio! Isso porque essa situação não é tão incomum, e muitos experimentam tal sentimento ainda que cercados de pessoas, inseridos numa família, junto de seus pais e irmãos biológicos… Mas, confesso, nunca tinha me sentido assim pessoalmente; então, desculpem-me por descobrir o óbvio somente agora, com quase cinquenta anos.
É só cumprir a lei.
A catástrofe da boite Kiss percorreu o mundo.Chocou, machucou , feriu e matou. Depois do fato ocorrido, aparecem teses, descobrem-se adulterações em projetos sem responsáveis técnicos, mudanças em estruturas por conta dos donos dos imóveis e uma série de coisas que poderiam ter sido evitadas se, simplesmente a lei fosse cumprida.
Vejamos:
Se os bombeiros de lá, tivessem vistoriado a boite e detectado uma só saída de emergência, não teriam dado o alvará de funcionamento, a casa não iria funcionar e as pessoas estariam vivas. A lei não foi cumprida e tudo aconteceu.
Se os bombeiros de cá tivessem vistoriado o depósito de material reciclável e não tivessem aprovado o local, não teríamos incêndio. Não cumpriram a lei e aconteceu a tragédia. Até a Embasa não precisaria dar explicações pela falta de água pressurizada nos hidrantes, se cumprisse a lei.
Se o CREA-MG, do qual sou filiado originalmente como engenheiro, tivesse fiscalizado a obra do prédio de onde caiu a marquise, teria embargado a obra, a mulher estaria viva e a vida continuaria sem problemas. A lei novamente não foi cumprida.
Se o casal que sofreu acidente de moto na Ilhéus-Itabuna perto da fazenda Primavera,estivesse em velocidade compatível com o local, não teria derrapado ,não teria batido e estariam vivos . Mais uma vez a lei não foi cumprida.
Se fosse enumerar as vezes que não se cumpriu a lei e aconteceu uma catástrofe, passaria pelo menos uns 300 dias e não diria nem a metade.
Sim. E daí?
DEMARCAÇÃO: O QUE NOS RESTA? PROCRASTINAR, PROCRASTINAR E PROCRASTINAR.
por Edgard Siqueira
No dicionário Aurélio, PROCRASTINAR significa ADIAR, RETARDAR. Usar de delongas.
Escolhemos este título para oportunamente voltarmos a comentar sobre a condução do nosso processo e das nossas possibilidades. Nos últimos textos procuramos mostrar do que a FUNAI é capaz e ao mesmo tempo alertar a todos de como seremos vitimas do modus operandi da FUNAI. É só uma questão de tempo e que pode acontecer precocemente, principalmente se não fizermos a única coisa que nos resta, PROCRASTINAR. Ou melhor, continuar procrastinando, porque este tem sido o objetivo alcançado com êxito pelo GRUPO DISSIDENTE, e que com isso já retardou o processo por mais de dois anos. Tempo mais que suficiente para termos perdido as nossas propriedades com a HOMOLOGAÇÃO DA RESERVA. Isto é fato, que por simples má vontade, muitos não admitem.
Estamos vivendo momentos de aparente calmaria. Diríamos até, em uma zona de conforto e dormindo em berço esplendido. Estes benefícios temporários não foram conquistados pelas falácias proferidas ao final da badalada ocupação do aeroporto, quando alardearam em discursos e manchetes que “O Ministério da Justiça atende as nossas reivindicações”. Estes benefícios são frutos da consciente teimosia daqueles que há muito não acreditam nas falácias e foram buscar mais uma LIMINAR que tirou o nosso processo do Ministério da Justiça (a um passo da homologação), obrigando-a a devolver a FUNAI. Desde então já se passaram oito meses e certamente mais alguns, justificando o êxito da estratégia. Caso contrario, sem duvida, já teríamos contraído uma dor de cabeça irreversível.
Neste espaço já justificamos, como sempre, com embasamento, o porquê que a muito defendemos que não podemos deixar o nosso processo avançar. E esta certeza aumenta a cada dia na medida em que tomamos conhecimentos da existência de novos fatos que corroboram para a defesa desta estratégia.
Antes de adentrar o cerne principal deste texto vou transcrever uma reflexão que sempre me ocorre quando estou tendo o trabalho de elaborar estas matérias. Fico pensando do absurdo que é ter que está postando textos para convencer um GRUPO de que estão sendo ludibriados na condução de um processo. Além de lutarmos contra um injusto processo, contra a FUNAI e contra pseudos índios, somos obrigados a ter que lutar contra a teimosia, a vaidade e o fogo amigo, que mata os de suas fileiras. Causa-me indignação saber que o esforço desprendido para elaborar textos, poderia estar sendo usado para alcançar outros objetivos. E ainda, sou obrigado a ouvir devaneios de apaixonados e simplórios “Isto é uma questão pessoal para atingir o Presidente”. O pessoal é em outro FORO. Mas nas minhas reflexões ainda não encontrei respostas. Qual o porquê deste absurdo? Se alguém sabe, por favor!
Transporte escolar só é legal com vistoria e alvará
A Secretaria de Desenvolvimento Urbano de Ilhéus está realizando vistoria técnica nos veículos de transporte escolar, procedimento essencial para que a atividade possa ser exercida com segurança. Em razão disto, o secretário Isaac Albagli faz um alerta aos pais para que antes de contratar veículos para transportar seus filhos exija que os proprietários e condutores mostrem o alvará que lhes permite prestar aquele serviço legalmente.
As vistorias estão sendo feitas pela Superintendência de Trânsito (Sutran), que exige a instalação de itens obrigatórios, como cintos de segurança, cadeiras apropriadas para crianças abaixo de cinco anos e extintor de incêndio, dentro do prazo de validade, além de verificar o estado de conservação dos pneus, dos faróis e do próprio veículo.
UM JEITO ÚNICO DE ESCREVER
UM JEITO ÚNICO DE ESCREVER
A Bahia perdeu nesta sexta- feira, dia 15 de fevereiro, um dos últimos exemplares de jornalista romântico. Morreu, aos 67 anos, Eduardo Anunciação, que até poucos dias atrás ainda pilotava diariamente sua Olivetti, na qual redigia a famosa coluna “Política, Gente, Poder”, do Diário Bahia.
De óculos ou binóculos, enxergando os bastidores da política, muitas vezes olhando no retrovisor para encontra a história e sempre fazendo os leitores entenderem melhor o momento presente.
O texto de Eduardo tinha sabor diferente, estilo único, construído à máquina, sem concessões à tecnologia. Suas linhas possuíam charme, criatividade, inventividade.
Jornalista político na essência, Eduardo deixará uma lacuna impossível de ser preenchida, pois tinha características muito próprias e autênticas.
Vai-se um jornalista de um tipo que não existe mais.
Projeto ‘Ilhéus Aleluia Festival’ conta com o apoio do Sebrae
Como parceiro do evento, o Sebrae se responsabilizou pelo patrocínio e elaboração do projeto, que envolver a integração de várias modalidades artísticas, além de gastronomia e eventos de caráter religioso. A coordenadora regional do Sebrae, Claudiana Figueredo, destaca que a ideia é reunir múltiplas linguagens, de acordo com as potencialidades do município e as demandas da sociedade. Os principais aspectos do projeto foram apresentados durante uma reunião, realizada na sede do Sebrae, em Ilhéus, com a presença de secretários municipais e representantes das entidades parcerias.
Nossa finalidade é estimular o turismo cultural, com repercussão na economia de modo geral, além de integrar as entidades envolvidas no setor, afirma Alcides Kruschewsky. “Estamos organizando o evento de forma criativa, já que o Município, no momento, não tem condições de arcar com essas despesas, reunindo órgãos públicos, associações e entidades não governamentais, que acreditam na cidade e contribuem de forma positiva com ideias e ações voltadas para o desenvolvimento integrado de Ilhéus.
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Secretaria de Comunicação (Secom)
Ilhéus – 15.02.2013
Faculdade de Ilhéus gradua, sábado, a segunda turma do curso de Nutrição
O diretor geral da Faculdade de Ilhéus, Almir Milanesi, presidirá, neste sábado, dia 16, a solenidade de colação de grau da segunda turma de formandos do curso de Nutrição, a ser realizada no auditório Professora Adélia Melo, localizado na sede da instituição. A cerimônia contará com as presenças de Daury Frisso, representando o Cesupi – Centro de Ensino Superior de Ilhéus (entidade mantenedora), de Sandra Milanesi, diretora Acadêmica, e da professora Adriana Cruz Lopes, coordenadora do curso e patronesse da turma.
Participarão da formatura 19 alunos que concluíram o curso de Nutrição, cuja oradora da turma será a formanda Kamila Adélia de Almeida Azevedo. O curso de Nutrição da Faculdade de Ilhéus é o único oferecido no município, devidamente reconhecido pelo Ministério da Educação.
PREFEITURA – “A PRESSA É INIMIGA DA PERFEIÇÃO”
Temos notado que no afã de resolver todo imbróglio deixado pelo seu antecessor, o prefeito Jabes Ribeiro, está se deixando envolver num enxovalhado de desperdícios de dinheiro público, sem necessidade numa hora tão difícil como esta.
Não é nenhuma novidade, que nós por algumas vezes fomos claro, e tornamos público a nossa admiração pelas administrações anteriores do amigo Jabes Ribeiro, principalmente na sua capacidade de administrar uma Ilhéus em meio ao caos.
Num certo momento dizíamos que: “o bom administrador público é aquele que gerencia sem verbas grandiosas, e sim aquele que administra com poucas verbas, ou quase sem elas”. E isto foi o que aconteceu com o prefeito Jabes Ribeiro no período de: 1997 a 2000 e 2001 a 2004.
Todo cidadão de boa memória irá lembrar, que neste período a nossa região foi acometida de uma doença grave nos nossos cacauais – a Vassoura de Bruxa – e Ilhéus, que era um município meramente monocultor (cacauicultura), se viu embrenhado numa crise sem precedentes da nossa história. Não só pela falta de
circulação de dinheiro na nossa economia, como também na questão social, onde boa parte da população da zona rural migrou para a zona urbana, causando mais entraves de última hora, para se administrar uma cidade do porte de Ilhéus.
Então, é aí que vem explodir a capacidade de um gestor público de lidar com uma situação desta, para que não fosse o caos total.
Para sorte dos ilheenses, o Jabes com sua influência nas áreas estadual e federal, soube buscar neste período, obras e mais obras, para a cidade, além de outros recursos que pudessem minorar a situação. E como todo cidadão sabe, que obras e mais obras, geram uma cadeia de serviços e empregos e não somente a cidade numa selva de pedras.
























































