O Brasil está vivendo a lembrança do palco de grande exemplo de soberania e respeito mútuo entre os brasileiros, os políticos e sua Nação. No Senado Federal foi realizado um histórico debate de alto nível em que prevaleceu o direito político respeitado reciprocamente por senadores e senadoras, os quais acolheram em seus direitos de defender a Pátria Brasileira com a livre e espontânea consciência. Prevaleceu a disciplina em ordem parlamentar, com variedades de controvérsias, porém, muito diferente do que assistimos na Câmara dos Deputados Federais, ocorrido dias atrás, que nos deixou muito triste a formalidade de votação, não pelo resultado da Câmara, e sim pela falta de decoro, com uma intolerante desarmonia social e humana que lá existiu.

A população brasileira, afinal se encontra nas mãos dos políticos das mais variadas qualidades espalhados em nosso País. O poder de tantas decisões supostamente emanado dos homens que representam a classe trabalhadora e projetado pela administração política que governa os anseios sociais dos cidadãos, traduzindo assim muitas imposições de ideais sempre involuntários. Então podemos dizer que moralidade e a ética são partes da filosofia dos seres humanos que vale o grande refrão popular: “o que é bom já nasce feito”. Ou mesmo que seja uma doutrina da filosofia dando origem a um estado de juízo dos homens, tomando como base a referência da conduta humana na face da Terra!

Quando pensamos acerca do cumprimento das Leis, de que forma e o que podemos imaginar como qualidade superior de instrumento da Justiça e da Paz? Seria por acaso o bom sentido da existência da moral e da ética atribuição das pessoas cultas? De gente que foi educada nos colégios mais nobres de uma sociedade? Coisas de famílias que tiveram sorte de cultivar fama e poder? Essas interrogativas nos faz crer que as pessoas realmente quando tem qualidades já nascem feita para uma vida digna e honrada. Porque se fosse diferente como poderíamos analisar o fato de uma pessoa pobre que acha na rua dinheiro ou algum outro objeto de valor monetário e procura entregar ao seu legítimo dono; enquanto outros indivíduos em nossa sociedade, apenas procuram subtrair do erário público do nosso País suas ilícitas riquezas e destruir os sonhos de muitos brasileiros.

Tenho conversado com muitas pessoas em nossa sociedade sobre a moral e a ética que deveria ser um padrão de exemplo para todos nós que temos família e devemos educar os filhos com o rigor do respeito como modelo de vida salutar para uma vida com a mente sã. E observamos que segundo os princípios básicos do respeito, deveria ser a maneira de viver em grupo dentro de uma sociedade humana, tendo maior anseio de observação pelas pessoas, e não precisa ter cultura, basta ter dignidade, pois existem grandes comentários sobre belos exemplos comportamentais nesse importante assunto.

Já ouvi alguém falar que para o homem ter moralidade e ética necessita estudar a “ciência da moralidade”, observando o ponto de vista relacionado entre o bem e o mal. Examinando esses atributos verificamos que é um assunto muito difícil de análise, sendo relativamente atribuída a determinada sociedade. E se torna suscetível que seja de modo absoluto, o comportamento ético é aquele que se torna bom, e, sobre a bondade, e os mais velhos dizem: “as coisas são boas quando todos estão bem servidos e com direitos iguais”.

Uma pergunta cala muito e deixa uma admirável reflexão: “Como devo agir perante as outras pessoas que vivem comigo na sociedade que faço parte”? E todos sabem que vivemos em sociedade convivendo com outras pessoas e, portanto, essa pergunta relaciona-se à maneira de buscar um exame de consciência individual. Trata-se de uma pergunta fácil de ser formulada, mas difícil de ser respondida. Dessa forma cabemos-nos pensar como gerir essas e outras interrogações todos os dias, diante do fato que não oferecemos as condições para criar um julgamento do caráter moral de uma determinada pessoa, principalmente nós mesmos.

Nessa análise a ética deve ter na sua determinação que tudo que é bom; deve ser tanto para o individuo e a sociedade como um todo. Nesta ideia o que está certo depende das circunstâncias e não de qualquer lei geral, mormente, aquelas que beneficiam um grupo tirando do outro os seus requisitos de amplos direitos de justiça. O mundo precisa de princípios de legalidades, uma Justiça com imparcialidade, o exercício da colaboração da manutenção da boa fé e da lealdade entre as pessoas. Nunca deixando de existir a integridade que rege os critérios individuais e as qualidades de caráter, aliados aos princípios da competência e responsabilidade mútua do direito e deveres entre as pessoas. Estamos passando por um no Governo em nossa Nação e todos nós esperamos que sejam reunidos os homens e as mulheres dignos e inteligentes para demonstrarem que nem tudo está perdido, e o nosso País pode retomar ritmos de prosperidades visando um futuro com pessoas de bem, surgindo novas transparências nas ações administrativas com qualidades nos serviços públicos. PENSEM NISSO!!!

Eduardo Afonso – (73) 8844-9147 – Ilhéus-Bahia