Aprovada Emenda para implantação do Museu da Capitania de Ilhéus
Conforme o secretário municipal de Planejamento e Orçamento, Joaquim Bastos, o projeto foi cadastrado pelo governo municipal no início deste ano. A proposta prevê repasse no valor de R$ 290.294,00 e contrapartida do Município de R$ 22.206,00, e totaliza R$ 312.500.
A instalação do Museu da Capitania de São Jorge dos Ilhéus está direcionada ao Palácio Paranaguá, prédio onde funcionou a sede do Poder Executivo Municipal por mais de um século. Na opinião do secretário municipal de Cultura, Paulo Atto, “a implantação do Museu no Palácio Paranaguá é uma consequência do processo social e histórico de evolução do município”.
O Museu deverá reunir acervo de documentos, móveis e bens culturais que se refiram à história do município, desde o período das Capitanias Hereditárias. A verba de emenda parlamentar poderá ser usada para reforma, construção e aquisição de equipamentos para espaços culturais.
Política Pública – Nesse sentido, o secretário Paulo Atto explica que a criação do Museu da Capitania segue um processo natural de alinhamento com as políticas públicas museais e patrimoniais, tanto em nível federal quanto estadual. “Por esta razão, uma das primeiras providências tomadas pela Secretaria de Cultura de Ilhéus foi estabelecer uma assessoria com o IPAC – Instituto do Patrimônio Artístico e Cultura da Bahia e a DIMUS – Diretoria de Museus da Fundação Cultural do Estado da Bahia”, disse.
Depois disso, as instituições estaduais enviaram ao município duas experientes museólogas que permaneceram oito dias na cidade, em visitas diárias ao Palácio para o levantamento prévio dos espaços e estabelecimento de um anteprojeto, através da elaboração de uma Nota Técnica com um Plano Museológico definido. “No período, foram realizadas visitas com arquitetos da Seplan – Secretaria Municipal de Planejamento – para cadastramento dos espaços e eventuais intervenções, sem alteração das estruturas, fachada e volumetria do imóvel”, informou o secretário Atto.




























































O Palácio Paranaguá, apenas sobreviverá com o retorno do Executivo para suas instalações.
Basta olhar a situação de penúria em que se encontra Museus importantes espalhados pelo Brasil. A maioria caindo aos pedaços, acervo em degradação e falta de quadro funcional qualificado.
Lembram o que aconteceu com o Museu do Cacau e seu acervo? foi desativado e todo material encontra-se abandonado em um depósito na antiga sede do extinto ICB, as Instituições e autoridades que poderiam buscar soluções, se o fizerem não foi com a devida dedicação.
A decisão da atual administração em relação a mudança, apenas proporcionou ao Chefe do Executivo ter mais sossego quando da ocorrência de manifestações, mais teve como consequência imediata, o distanciamento e interação da sociedade com o Executivo.
Vejo com pessimismo a concretização da implantação do Museu da Capitânia no Palácio Paranaguá, os adeptos e entusiastas da ideia, que não são muitos, deveriam olhar ao seu redor e refletir com os exemplos espalhados pelo Brasil.
Não me coloco contra a implantação do Museu da Capitânia ou outro qualquer, faço objeção e considero um equivoco o local escolhido.
O povo espera do prefeito eleito, o retorno do comando do Município para o Palácio, de onde nunca deveria ter saído.
REALMENTE ABSURDO, O PALACIO CONSTRUIDO PELO MEU BISAVÔ DOMINGOS DE SA ADAMI, FICAR OU VIRAR PROSTIBULO POLITICO. QUE DESCA DA CONQUISTA E RECONQUISTE SEU LUGAR…. CADA UMA ESSE CARA PIROU MERMO;;; FASKOMY