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A Coluna do Jonildo

Transporte Urbano

O reajuste do valor da passagem do transporte coletivo, em Ilhéus, é uma realidade.

É claro que o poder público tem que ter o bom senso para manter viáveis os serviços essenciais aos munícipes. Mas, também, precisa zelar pelo interesses coletivos especialmente dos concessionantes.

Não é que vemos aqui na terra dos Jorges (o Amado e o da Capadócia).

O transporte coletivo em Ilhéus é operacionalizado por duas empresas que mantêm caixa único e cujas práticas estabelecidas, por elas, que fogem dos objetos primários da concessão. As duas empresas mantêm os munícipes/concessionantes reféns dos seus interesses.

Na cidade circulam a quantidade de veículos que as empresas querem. Nas ruas os ônibus trafegam com velocidade mínima que chegam a contrariar as normas de trânsito, para aqueles que trafegam nas rodovias BR 415, BA 061 a BA 001(Ilhéus-Itabuna, Ilhéus-Uruçuça, Ilhéus-Uma e Ilhéus-Itacaré).

Nos pontos, no centro, os bairros ou na zona rural é um sufoco para os usuários que esperam por ônibus superlotados, com motoristas e cobradores irritados, trabalhando entre a pressão dos empresários e as necessidades dos usuários. Uma panela de pressão.

São comuns as brigas e agressões entre passageiros e funcionários das empresas. Os motoristas e cobradores são obrigados a cumprir regras que, na maioria das vezes, prejudica e humilha os que fazem uso do serviço especialmente, gestantes, idosos e crianças.

Os ônibus são pequenos, a maioria com duas portas, sendo uma no meio, abafados, portanto impróprios para essa região. A maioria deles sujos, as bandeiras, que deveriam indicar de forma clara o itinerário dos ônibus, são confusas (especialmente da São Miguel) e não obedecem a um padrão.

Tudo isso, e muito mais, porque não existe um poder regulador. Não tem quem mande, quem fiscalize. Tem apenas quem autorize e regulamente os valores pretendidos pelos empresários do setor.

Portanto, já que vem o aumento, que se manifeste a população se manifestar.

Canteiro

A Secretaria da Indústria, Comércio e Mineração, através da Sudic, vai firmar um contrato de concessão de uso remunerado de uma área do Distrito Industrial de Jequié para implantação do canteiro de obras do Consórcio Galvão/OAS, responsável pela execução dos serviços de infraestrutura de 117,90 quilômetros da Ferrovia de Integração Oeste Leste (Fiol).

O investimento do Consórcio Galvão/OAS na construção deste canteiro será de R$ 2,9 milhões e vai gerar 85 empregos diretos. A área concedida é composta por dois lotes – um com 36.780 metros quadrados, onde serão implantados refeitório, alojamentos, auditório, escritório e estacionamentos, e outro com 90 mil metros quadrados, onde serão construídos o pátio de estocagem, a fábrica e o depósito dos dormentes, além de almoxarifado e laboratório.

O Consórcio Galvão/OAS é constituído por duas empresas nacionais, a Galvão Engenharia S/A e a Construtora OAS Ltda., ambas com experiência nas áreas de engenharia industrial predial, barragens, estradas e ferrovias.

Com este contrato, a Fiol dá mais um passo para permitir o escoamento da produção da Bahia e ligar o Nordeste a outros polos do país.

Convite – Campanha da Fraternidade

Bispo de Ilhéus, Dom Mauro Montagnoli, está convidando a sociedade em geral, católicos ou não, para um encontro no salão da Catedral São Sebastião, dia 17 de março, quinta-feira, às 19,30 h. O assunto será a campanha da Fraternidade 2011.

Segundo o Bispo “temos à frente a um grande desafio: a formação da consciência ambiental. Não podemos perder a motivação da CF de estabelecer estratégias para formar nossas comunidades e a sociedade para a consciência ambiental. Sendo assim, estou convidando com insistência (quase que uma convocação) para refletirmos juntos sobre a questão.”, convoca o Bispo.

A criação geme em dores de parto

Conversão, fé, mudança de vida e um planeta no qual vigore o desenvolvimento sustentável e a vida é respeitada como dom em todas as suas manifestações. Todos esses temas estão interligados e é para mostrar estes vínculos estreitos que se dedica a Campanha da Fraternidade deste ano.

O tema da CF 2011 é “Fraternidade e a Vida no Planeta”, com o lema “A criação geme em dores de parto” (Rm 8, 22). A Campanha quer cooperar para que todos os cristãos possam fazer uma caminhada de conversão pessoal e celebrar com grande alegria a Páscoa de Jesus.

A temática ambiental/ecológica é trabalhada em diversos níveis, desde governo até comunidades. No terreno da Igreja isso é feito a partir de uma visão de pessoa e da própria Doutrina Social da Igreja. O diferencial é a finalidade da Quaresma e as reflexões realizadas à luz da fé – interessa perceber o que a fé, a Tradição, a Palavra de Deus têm a dizer sobre a questão.

Pobre Ilhéus, triste Itabuna

É tão pequeno, que chega a ser ridículo, ver os Newtons (o de Itabuna e o de Ilhéus) se reunirem para analisar a revisão dos limites territoriais dos dois municípios, porque estão disputando os impostos de dois supermercados.

Ou eles (os prefeitos) não têm o que fazer ou são muito incompetentes.

Prefiro optar pela ociosidade.

Imagina se os Itabunenses e os ilheenses estão preocupados com os limites territoriais dos seus municípios?

Querem, isso sim, segurança, água nas torneiras, saneamento, asfalto nas ruas, iluminação e limpeza pública. Querem escolas e serviço de saúde descentes para si e os seus filhos. Querem transporte adequado as necessidades coletivas, lazer, entretenimento, moradia e possibilidades de vida digna. Desejam que os seus prefeitos tenham competência para “vender” bem os seus municípios no mercado empresarial, exigente e competitivo, para que se instalem novas empresas e gerem renda e emprego.

Nessas “reuniões” deviam estar fazendo lobby para a criação da Região Metropolitana, não reduzida apenas a Ilhéus e Itabuna, mas beneficiando os municípios circunvizinhos. Deviam estar trabalhando com suas equipes e as Câmaras de Vereadores para atualizarem as leis caducas que servem de chacota e impedem a vinda e instalação de grandes empreendimentos nas duas cidades. Uma lástima. Quem quer e sabe faz hora acontecer.

Eles, como muitos, serão julgados ou esquecidos pela história.

1 resposta para “A Coluna do Jonildo”

  • José Lopes says:

    Sr. Jonildo

    o senhor tem toda razão, quanto aos limites de Ilhéus e Itabuna. Não é os dois prefeitos que irão decidir nada de comum acordo. Isso não existe. Tudo isso foi conversa mole de quem não tem nada pra fazer.

    O limites municipais são decididos por Decretos e por orgãos competentes e já foi feito. É o mesmo caso do censo demográfico…morreu vaca…

    O que o Newton Lima e outros que vierem a governar este município, têm que fazer é não deixar que pessoas políticas fiquem a seu bel prazer empurrando o limite de Ilhéus para o litoral, como aconteceu no passado e aí gerando toda essa confusão, o resto é chover no molhado, é falta do que fazer mesmo. Vão lutar por mais indústria para região…

    José Lopes

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