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DEPOIS DO CARNAVAL

Anísio Cruz – fev 2018

Tudo bem, eu sei que já é carnaval, e todos estão voltados para a folia momesca. Mas não custa abordar este assunto, para despertar nas pessoas, especialmente os desempregados, ou aqueles que buscam alternativas de vida. Sim, elas existem, e muitos estão se dando bem ao mudar os seus paradigmas, adotando uma nova profissão, uma nova postura. Os chineses, com a sua sabedoria multi-milenar, dizem há bastante tempo que, “em tempos de crise, tire o S”. Pois é: a supressão da letrinha, nos leva a encontrar a criatividade, a mãe de todas as alternativas. As possibilidades são muitas, e os novos tempos trouxeram consigo, muitas vertentes, para as diversas aptidões individuais, que devem ser levadas em conta.

Aprendi lá no passado, que todo negócio só dará certo se (e somente SE) fundados em 3 grandes suportes: capital, base territorial, e conhecimento de causa. O capital, na forma de recursos próprios, ou de agentes financeiros, todos sabemos o quanto está difícil se obter, pela própria circunstância do momento; a base territorial, constitui-se no espaço onde o novo negócio irá funcionar, que poderá ser próprio, alugado, ou, como nas soluções mais modernas, o compartilhados. Deve-se olhar também, a localização adequada. do conhecimento de causa, nem há necessidade de se falar, pois se você não souber o básico, sobre a alternativa que irá abraçar, dependerá de terceiros para executar o trabalho, ou para a sua direção. “Aí o bicho pega!”

Para a obtenção dos postulados citados, algumas instituições oferecem cursos de habilitação, e consultorias, que possibilitam ao empresário noviço, navegar nas turbulentas águas do mundo empresarial, com menores riscos dos naufrágios, que ocorrem, em média, com cerca de 3 anos de funcionamento. Evidente que não são poucos os que desistem do novo negócio, ao se depararem com os labirintos da burocracia nacional, seus inúmeros formulários, certidões, e documentos com validades inexplicáveis, de poucos meses. Alguns, que conseguem ultrapassar esse estágio, deparam-se logo com as dificuldades de encontrar mão de obra minimamente qualificada, para a realização das tarefas inerentes à natureza do negócio; outros mais, navegam por mais algum tempo, até que as marés do mercado os levem a possíveis turbilhões, fazendo-os navegar em círculos até serem tragados pelas dificuldades, ou pelos concorrentes, certamente mais capacitados. Pouquíssimos conseguem atravessar todas essas circunstâncias, atingindo a estabilidade das calmarias, muito raras nos dias de hoje.

Não, gente boa! Eu não estou tentando fazê-lo desistir do sonho que brotou na sua cabecinha, fazendo-o atirar-se à sua consecução, focando apenas nos bons resultados. Por falar neles (os bons resultados), todo o negócio é, em síntese, um bom negócio. Não sendo assim, não existiria, pois ninguém, em sã consciência, se atiraria numa aventura, para sair perdendo. Portanto, para você que não foi para o reino de momo, e ficou aqui “matutando” uma forma de ganhar dinheiro, sugiro que reflita bem sobre os passos a serem dados, busquem boas formações, e importantes informações disponibilizadas por todos os meios, até mesmo pela internet. Outra coisa que também aprendi na minha caminhada, foi: aquele que diz que sabe, ainda tem muito a aprender. Portanto, sigamos a Canção do Estudante, cantem com o Milton Nascimento, e mãos à obra, com denodo. Lembre-se que o ano começa, depois do carnaval!

2 respostas para “DEPOIS DO CARNAVAL”

  • paulo cezar says:

    boa tarde,amigo mestre,pertinente,como sempre,seu comentário sobre o novo mercado de trabalho que estamos vivenciando em plena era da 4a. geração – a era do conhecimento.Temos atividades em plena extinção,temos novas atividades desconhecidas até bem pouco tempo,mas o desafio maior em todo o mundo é a precarização das relações capital/trabalho,onde pontificam algumas inovações que estão mudando sobremaneira o equilibrio entre essas duas forças do capitalismo moderno.Por acaso, assisti na 2a. feira passada o programa Roda Viva da tv cultura e o escritor entrevistado lançou o livro “Brasil 500 anos de riqueza” onde ele pontifica como se fizeram as grandes fortunas desse país e nos dá um panorama de como nosso país sempre conviveu na contra mão do mundo civilizado me reportando a um célebre artigo do economista paraibano,criador da Sudene, Celso Furtado,intitulado; Brasil,o país das oportunidades perdidas.Recomendo leitura nesses tempos de fácil aceso pelo google dessas matérias para termos uma visão ampliada do porque chegamos a esse nivel de desemprego e as perspectivas que se nos apresenta em futuro bem próximo.Bom carnaval,lembrando que a folia momesca enseja oportunidades de negócios em todo o país,focando a eonomia criativa que está bem rpesente entre nós.Boa tarde e obrigado pelo precioso espaço.

  • Anísio Cruz says:

    O meu amigo Paulo Cézar, mais uma vez nos traz os seus vastos conhecimentos na lida com microempreendedores que, por certo, são muito válidos, em todos os tamanhos de negócio. Em outras palavras, os problemas enfrentados são, basicamente os mesmos, variando apenas as suas dimensões, e, naturalmente, a sua complexidade. Obrigado pela feliz intervenção, que contribuirá para os nossos amigos leitores, que se interessarem pelo assunto. Aos demais, peço-lhes que leiam a frase a seguir,da seguinte forma: “como nas soluções mais modernas, os (espaços) compartilhados.Obrigado a todos.

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