O DISSIMULADO (Por: Leonardo Garcia Diniz)
O maçom precisa sempre praticar o seu ofício de artífice e “respeitável pedreiro social”, agarrando-se aos princípios da maçonaria para poder arquitetar e desenvolver planos, traçando critérios, para agir na sua comunidade e nação, transformando-as num lugar melhor para se habitar. Fomos trazidos para a maçonaria e daí abduzidos por LUZ, brilhamos; assim é que através do exercício da ARTE REAL, com as graças de DEUS, então, em paz, trabalhamos para a prosperidade da humanidade.
Todos nós somos passivos de erros e lutamos contra os mesmos inimigos. Todos nós temos dentro de nós alguma coisa a subjugar, assim como coisas que nos subjugam. A mente humana é nosso pior inimigo, pois atua contra nós mesmos. Como maçons sabemos que viemos a maçonaria para subjugar nossas paixões e buscar progresso; só atingimos o primeiro objetivo quando temos sucesso no segundo. Paixões não significam apenas raiva ou luxuria; também egoísmo, avareza, crueldade, fofocas estes, assim como tantos outros inimigos, contra quais o espírito do homem luta, devem ser enfrentados e subjugados.
A maçonaria é uma Fraternidade admirável, carregada de tradições, teve e tem operários de imenso valor, grandes homens, homens que nos abrilhantaram no passado e abrilhantam no presente.
Existem, claro, muitos entre nós que (verdade) é motivo principal deste texto, OS DISSIMULADOS, ovelhas desgarradas, desobedientes, perjuros, que não apenas mentem, mentiram, mas demonstraram total desprezo pela ORDEM e, principalmente, por sua Loja, pois que, também, traiu a cada um de seus integrantes; traíram aqueles mesmos que o permitiram pertencer a esta tão nobre e sublime associação.
OS DISSIMULADOS estão entre aqueles que sobre seus Joelhos, diante do Altar dos Juramentos, juraram, por tantas vezes quantos graus tenham alcançado, desde sua iniciação, serem fiéis a nossos Landmarks; e, nada é pior nem mais chocante, para todos os FIÉIS e para a própria ORDEM do que assistir a quaisquer um de seus irmãos profanarem as regras sagradas dos maçons e de soslaio macular toda a fraternidade. Frequentemente testemunhamos fatos, exemplos, horrorosos e irresponsáveis, de homens que tanto no baixo quanto nos altos escalões, de aprendizes a Grão Mestres, infringem nossos códigos. Pena!,.. Causa-nos dor!
A maçonaria tem se colocado, sempre, versus os que contra ela e ou contra seus princípios se levantam dentro de suas fileiras, punições exemplares, admoestações, afastamentos e expulsões, são constantes para aqueles que violam LEIS MORAIS, LEIS MAÇÔNICAS e as LEIS DO PAÍS; pune, ainda, mais exemplarmente as que inclui torpeza moral.
O DISSIMULADO, embora tenha frequentado ou frequente nossos templos, jamais, no inteiro teor da palavra, será um maçom; ele está entre nós, mas não conosco. Ele foi introduzido na nossa casa, mas não professa de nossa fé. Trabalhamos, incansavelmente, para ensiná-lo, serramos fileiras nas bifurcações do caminho para que tome o rumo correto, entretanto, apesar de seguir na mesma direção sempre tropeçará em seus vícios. O DISSIMULADO não se beneficia de nossas lições de sabedoria, apenas, tentam usar a Maçonaria em proveito próprio, alpinismo social.
Tentando acertar erramos ao deixar que um dissimulado adentre nossos templos, não é a Maçonaria a culpada, somos nós, os homens de preto. A traição de alguns não deveria lançar sombra sobre a fraternidade que universal e honrada como a maçonaria; entretanto, a má conduta e delitos de poucos prejudicam e entristecem aos dignos.
Apesar dos dissimulados, declarados ou camuflados, a maçonaria segue sua história, que creio eu ser milenar. A LOJA DE SÃO JOÃO, JUSTA E PERFEITA, continuará seu caminhar, eterna, na busca da excelência humana; em cada lição, em cada Grau, reiteramos, massificamos o imperioso buscar do auto aperfeiçoar, da benevolência, da esperança, da verdade maior, do simples amar ao próximo e acima de tudo da Fé em DEUS.
Assim seja, seja para sempre!
(Pesquisa / Leitura de vários artigos / conclusões pessoais)
Leonardo Garcia Diniz
M.’.M.’. – ARLS Vigilância e Resistencia N° 70 – ARLS Amparo e União 260


























































