ABRAÇANDO UM AMIGO E IRMÃO
Tenho visto pessoas queridas como sempre a saudosa Dona Julieta Nascimento de Oliveira (Dona Julia), mãe do nosso dileto amigo e irmão, Paulo de Oliveira (a quem chamo carinhosamente Paulinho da Viola), passarem dessa complexa existência humana para outra vida cheia de mistérios e criada pela suprema vontade de Deus. Os mais acalentados pela força do nosso Pai Celestial, afirmam: daí por diante Deus Proverás, assim são os desígnios de um Ser Supremo, e que bom seria se todos professassem a sua força e conhecessem os ditames da sua vontade.
Quero expressar nesse momento que as pessoas nunca morrem quando estão guardadas de resplandecentes nos corações dos seus entes queridos, são lembrados por seus amigos e parentes, traduzindo a real força da caridade pura do agradecimento materno. E, quando se trata da imagem resplandecente de uma mãe querida, aquela que durante muitos anos de sua vida dedicou seu amor, carinho e plenos cuidados pelos seus filhos, só Deus em sua suprema bondade e misericórdia poderá junto à Virgem Santíssima cobrir com o manto sagrado essas pessoas iluminadas. E mãe é criação da espécie humano incomparavelmente insubstituível, é única para o seus filhos.
“São estes que, nesse momento de luto, venho agradecer o apoio, as orações, as flores, as palavras de conforto, o abraço sincero e as condolências pela perda de nossa mãe Julieta Nascimento de Oliveira (Dona Julia), nesse inicio desse ano novo. 16/11/1939 – 03/01/2012”.
Meu grande companheiro ceplaqueano Paulo, nós seus amigos são os que têm a obrigação de agradecer à sua querida mãe pelo que você sempre representou para nós. Sempre tivemos a alegria de tê-lo sempre ao nosso lado. Pode ter certeza que Dona Julieta deve se encontrar nos braços de Deus e pedindo que você continue seguindo os seus humildes, contudo, sábios ensinamentos familiares de companheirismo, solidariedade, caridade e da fé reside dentro do seu coração.

Retrato de Mãe
Uma Simples mulher existe que, pela imensidão de seu amor, tem um pouco de Deus; e pela constância de sua dedicação, tem muito de anjo; que, sendo moça pensa como uma anciã e, sendo velha, age com as forças todas da juventude;
quando ignorante, melhor que qualquer sábio desvenda os segredos da vida e, quando sábia, assume a simplicidade das crianças;
pobre, sabe enriquecer-se com a felicidade dos que ama, e, rica, empobrecer-se para que seu coração não sangre ferido pelos ingratos;
forte, entretanto estremece ao choro de uma criancinha, e, fraca, entretanto se alteia com a bravura dos leões;
viva, não lhe sabemos dar valor porque à sua sombra todas as dores se apagam, e, morta tudo o que somos e tudo o que temos daríamos para vê-la de novo, e dela receber um aperto de seus braços, uma palavra de seus lábios.
Não exijam de mim que diga o nome desta mulher se não quiserem que ensope de lágrimas este álbum: porque eu a vi passar no meu caminho.
Quando crescerem seus filhos, leiam para eles esta página: eles lhes cobrirão de beijos a fronte; e dirão que um pobre viandante, em troca da suntuosa hospedagem recebida, aqui deixou para todos o retrato de sua própria Mãe.
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Autor: Don Ramon Angel Jara – Bispo de La Serena-Chile
(Tradução de Guilherme de Almeida)




























































Obrigado Eduardo!
Sentimo-nos abraçados pela consideração e pelas palavras. Tudo fica mais fácil quando as pessoas nos confortam, dizem aquilo que eleva nossa estima e nos aproxima de Deus. Isto é muito bom.
Saúde e paz!
Abração do amigo e de toda Familia Oliveira
Paulinho