Hoje dei uma escapulida para assuntos de rango. Esse troço de seguir as “orientações” tem hora que é uma consumição. Não pode comer isso, não pode aquilo e nem pensar aquilo outro.
De frente para a baía no Pontal assuntei o cardápio e a BRUXINHA, tarada por moqueca, escolheu: moqueca de dourado com camarão. Rapaz, quando o garçom destampou a panela de barro parecia que tanto o peixe quanto o camarão estavam vivos rsrsrsrsrsrsrsrs (chega fervendo na mesa). Quase que eu pergunto se aquele fumaceiro funciona, também, como espantador de olho grande. Coincidência ou não, defumado ou não a verdade é que saí levinho de lá… apesar de ter somente beliscado kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
A BRUXINHA ficou com os olhos brilhando. Não sei se foi a emoção da companhia (acabei de assinar minha sentença de morte), pelo EXCELENTE sabor ou se foi pelo cheiro do mar que exerce um poder mágico em nós ambos os dois.
Tem uma ruma de opções no cardápio do Coronel Juca. Na próxima vou “beliscar” uma picanha (mas sem gordura, acredite). rsrsrsrsrsrsrsrsrsrs
Depois eu conto…
Ao pessoal do Coronel Juca o nosso abraço e até a próxima.
Pronto. Prometido e cumprido.
UGA e fique com DEUS (Sempre!).
Rabat.