Nada adiantou. Na “Zâmbia”, tratores empilharam o lixo e entulho, mas o principal não foi feito: o efetivo recolhimento. O mau cheiro e as moscas continuam a incomodar (e muito), dia e noite, e me levaram às raias da ira durante as ceias de Natal e Ano Novo.
Não é favor, é obrigação do Município se dignar a executar tarefas básicas e primárias – como, por exemplo, a limpeza urbana – fazendo valer os tributos que me impõe e que eu pago religiosamente em dia. Minha saúde física, junto com a psicológica, está vulnerável a todo momento,
por conta da inoperância da máquina municipal. Vivo adiando a medida extrema de envolver a OMS, o MEC e o Ministério Público nesta história, ainda crendo na boa vontade dos governantes, mas tudo indica que essa minha crença está mais para ilusão do que realidade.
Meu lixo doméstico de antes do Natal foi recolhido às vésperas do Reveillon; o do Reveillon será recolhido, talvez, quem sabe, no Dia de Reis.
Os urubus não arredaram pé e continuam sendo um risco real à aviação, dada a proximidade do aeroporto.

Nilson Pessoa em 31 12 2013

Nilson Pessoa em 31 12 2013

A foto é de 31/12/13, às 15:05 h. A revoada de urubus não é montagem, se assustaram com minha aproximação; menos um, empoleirado num poste que só serve de poleiro mesmo, pois não há iluminação em absolutamente nenhum dos quatro ou cinco postes do local.
E a “Zâmbia”, vizinha colada ao colégio CAIC, continua firme e forte neste 1° de janeiro, envergonhando a quase todos – só não a alguns – é o que parece.

Nilson Pessoa