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Alfredo Amorim em: “DESTAQUES”.

Perpétua Marques

No dia 21 de agosto de 1943 nasceu em Poções (Ba), Perpétua Chagas Marques, filha de José Nonato Marques (Cavalariano) e de D. Doralice Chagas Marques (do lar).
Em 1948, por motivos da profissão de seu pai mudou-se para Jacarecí, também na Bahia, e finalmente, em 1953 para a Rua Manoel Vitorino, 161 em Ilhéus depois indo morar na Praça. J. J. Seabra onde hoje se encontra a escola da 1ª Igreja Batista. Perpétua estudou na Escola Santa Cecília da Prof. Uzuleica Silva, no Colégio General Osório e depois no Ginásio Municipal onde foi fazer o curso de magistério.
Solteira, loira de olhos azuis, Perpetua adorava a vida, ser fotografada, ir ao cinema, à praia, dançar e falar inglês.
Tinha oito irmãos: Divaldo (Falecido), Rita, Doracy, Darcy (falecida), Arnon, Umberto e Adêmia. Era sobrinha do Sr. Synésio Celestino Chagas, grande comerciante e agricultor em Ilhéus.
Perpétua ainda não era formada mas já ensinava na Escola Municipal do Banco da Vitória quando, infelizmente, por obra do destino, no dia 17 de maio de 1961, quando voltava das aulas no Banco da Vitória, aconteceu o trágico acidente que lhe tirou a vida, perto do minador às margens da estrada, no Banco da Vitória a Kombi em que viajava acidentou-se, pegando fogo e Perpétua, presa às ferragens, morreu carbonizada.
Em sua homenagem a Prefeitura de Ilhéus deu o nome de Perpétua Marques à escola que funciona ao lado do Instituto Municipal de Ensino (I. M. E.).

2 respostas para “Alfredo Amorim em: “DESTAQUES”.”

  • Vinicius says:

    Valeu Alfredinho, continue a nos presentear com essas lembranças da nossa Ilhéus, eu era muito pequeno na época dêste acidente, mas, teve uma repercussão muito grande aqui em Ilhéus, salvo engano, existiam outras pessoas conhecidas naquele trágico dia, será que vc se recorda ? Eu particularmente agora não lembro de nomes, mas tenho quase que certeza que tinha mais gente conhecida na Kombi.
    Um abraço
    Vinícius

  • EU TINHA 12 ANOS says:

    E nunca esqueci esse trágico dia. Quando a minha irmã, Marne, chegou em casa aos prantos por ter perdido de forma trágica uma amiga e colega. Sem contar que a Perpétua ainda salvou uma colega que vinha na mesma kombi.
    Anne Pacheco

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