Criação do Parque Estadual Ponta da Tulha será discutida nas comunidades
A primeira consulta pública aconteceu nesta quinta-feira, dia 29, no auditório do escritório local da Ceplac, em Ilhéus e contou com a presença de cerca de 80 pessoas, sendo sua maioria de líderes comunitários.
Como resultado da consulta pública que discutiu a criação do Parque Estadual Ponta de Tulha, na quinta-feira, dia 29, no escritório local da Ceplac de Ilhéus, promovida pelo Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), ficou decidido que a partir da segunda quinzena de junho serão realizadas reuniões nas comunidades envolvidas. A sugestão é promover debates sobre a reconstituição das paisagens, os biomas da região e detalhar a forma do corredor prioritário com a instalação do Porto Sul. O novo parque estadual começa nas imediações de Itacaré e vai até o Parque Municipal da Boa Esperança, em Ilhéus.
Os próximos encontros também serão intermediados por representantes do Inema, órgão vinculado à Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema) e conta com o apoio da Prefeitura de Ilhéus, através da Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Urbanismo (Sema). Cerca de 80 pessoas, principalmente líderes comunitários, participaram da primeira consulta pública, quando foi reforçada que a ideia de criação do parque é propor medidas de proteção que alcancem a mata, os recursos hídricos e a área de cobertura vegetal.
Estudos sobre a unidade estão disponíveis na Fundação Maramata, Bairro Nova Brasília, situada na zona sul de Ilhéus e nos links maramata@ilheus.ba.gov.br/ e http://pt.slideshare.net/secomilheus/estudo-de-criao-do-parque-estadual-de-ponta-da-tulha/.
Área proposta – A área proposta para integrar a unidade de conservação está inserida na abrangência do bioma da Mata Atlântica, que apresenta porções cobertas por florestas densa de terras baixas, de restinga, manguezais, áreas úmidas, outros espaços compostos por sistemas agroflorestais (cabruca), pastagens e cultivos agrícolas. Dentre as metas do projeto estão a diminuição da perda de habitat, aumento da cobertura por unidades de conservação, propiciar aumento de conectividade entre os fragmentos florestais, além de indicar estrategicamente a conservação de espécies ameaçadas.
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Secretaria de Comunicação Social – Secom




















































