As lições que o cotidiano da vida oferece a todos nós faz parte do aprendizado que eleva ou destroem a humanidade. “Ninguém vale nada sozinho”, e quantos precisam desse aviso de que são seres humanos e não coisas ou animais irracionais! É preciso saber que além das adversidades, deve prevalecer o bem reinando a esperança nos homens para existir a transformação da sua própria qualidade de vida real. Realmente a vida é um majestoso encontro, muito embora existam vários desencontros na vida.

São tantas transgressões agredindo as duras e patentes verdades das pessoas no mundo, deixando-as impossibilitadas de atos nobres que tragam satisfações na face da Terra. Exemplificando, olhando o lado das escolhas e decisões no país em que vivemos, notamos que os brasileiros não têm nenhuma contemplação determinando metas que sejam atribuídas às conquistas sociais que agrade harmonicamente as suas convicções individuais, programadas isoladamente das normas dos direitos humanos.

Tem momentos em nossa vida que achamos o mundo vazio, descontrolado, insatisfeito e parado. Tudo isso porque passamos despercebidos pelas ruas, ignorando a nós mesmos que somos pessoas e não produtos descartáveis. Dentro desse espaço chamado de espaço vazio, desaparece a solidariedade humana, a caridade se torna fantasias para demonstrar bondades aparentes, e a felicidade surgem por instantes em que verificamos apenas imagens!  Tem gente que afirma: “quem perde a vergonha merece ser dono do mundo”! Imagina-se blasfêmia essa ideia, porém, o universo dos desmoralizados acaba muito cedo, o individuo provoca a sua própria condenação e executando à sua própria punição, é uma questão de tempo.

A sensatez nos obriga a entender que a existência humana tem padrões difíceis de devolver os ajustados modelos da confiança mútua entre os habitantes do mundo.  Muitos colocam as tendências de boas qualidades e nunca atingem uma paz absoluta, dando margem a que não existam entendimentos mútuos no julgamento de real serenidade entre todos habitantes do hemisfério terrestre. Continuam deixando prevalecer as inconsequentes leis das vantagens pessoais sem nenhum esforço que coloque a divisão proporcional. E a passagem da realidade é a morte daquilo que chamamos de vida, e do outro lado o tempo percorrido sem nenhuma noção dos espaços naturais das coisas, assuntos vitais que deixamos passar despercebidos.

Nessa avalancha de coisas inusitadas, o pior é que nesse grupo verificamos jovens e adultos, pessoas trabalhadoras e de boa formação de personalidades e temperamentos. Imaginamos os sofrimentos de muitos jovens moradores de ruas ridiculamente, e são excluídos pela falta de assistência social que nunca funciona plenamente em nossa rica e promissora Nação. E, nessa grande massa de jovens e adultos de ambos os sexos, tem profissionais de várias modalidades de afinidades para um trabalho produtivo e decente. Falta conversar e alertá-los sobre os inestimáveis valores da sua inteligência, que são criaturas criadas por Deus, e jogadas pelas mazelas da sorte com um destino marcado por nascer, viver e morrer, todavia, não esperavam nem pediram as preliminares atrocidades que passam na vida.

Por esta razão a parada impensada em nossas ações, facultada do nosso íntimo sem projetos, inexistindo uma opção dentro da lógica da nossa maneira de viver em consonância com a luz da verdade, nos coloca numa estrada de imensos pesadelos e sonhos cheios de invisíveis amarguras dentro dos atos e fatos da nossa existência. E a vida poderia ser comparada a um rio remansoso em dias normais, e turvo e agitado nas tempestades. Podemos extrair uma ideia acerca de, por exemplo, o que nós somos e o que deveríamos ser! Porém, se quisermos eliminar este intervalo das pessoas e mentes humanas conturbadas, simplesmente podemos afirmar que seríamos o que imaginássemos que somos, e nada mais, só muda a nossa atitude, permanece o nosso comportamento social!

O mais preocupante no comportamento social dos seres humanos são as prerrogativas criadas de maneira desorganizadas, sem que a opinião popular seja ouvida e que todos os interessados participem dos ajustes de carências recíprocas. E, nessa análise, concordamos com o eminente ministro Joaquim Barbosa, quando afirmou, em uma de suas entrevistas: “o que falta no Brasil é dar chance ao povo de buscar respostas”! O que achamos é que no Brasil a nossa população não é convocada para opinar em nada que traduz o desenvolvimento nacional, ou seja, apenas vivem na obrigatoriedade de votar escolhendo os seus representantes, e muitas vezes são enganados por eles através das suas falsas promessas.

O juízo maior diante de várias interrogativas sobre os benefícios das dedicadas pessoas que ainda existem, devem ser seguidos. Existe muita gente entre nós, que contribuem muito se negando a aparecer diante dos favorecidos; outras, pagam para aparecer e quando não aparecem se revoltam, brigam achando uma injustiça o seu nome inexistir nas listas meritórias dos grandes talentos humanos. Muitas pessoas perderam a noção da qualidade de vida em todos os quadrantes do nosso Universo Celestial.

Eduardo Afonso – (73) 8844-9147 – (73) 9154-6888 – Ilhéus-Bahia

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