A Maçonaria e o Segredo de Bresa

Leonardo Garcia Diniz
Quem se pergunta sobre o que perpetram os Maçons deve ler, atentamente, o texto abaixo e meditar. Buscamos aperfeiçoamento, melhoria, sempre; e, como resultado, tudo mais vem por acréscimo. Leiam e entendam se puderem.
SIMBÓLICO:
Metáfora!,… tentando explicar o Segredo da Maçonaria:
Certo tempo, lá no distante reino da Babilônia, vivia um humilde e pobre costureiro chamado Enedim. Ele era um homem trabalhador, inteligente, mas, ao mesmo tempo, sonhador; vivia o miserável alfaiate na perene ambição de ficar rico e famoso descobrindo um tesouro que o fizesse, facilmente, além de rico, famoso e poderoso. Quem procura acha!,… um dia, como por encanto, bate a porte de sua humilde morada um negociante Fenício que vendia bugigangas. Enedim examinando os produtos ofertados descobriu, entre eles, um folhoso onde estavam escritos letras desconhecidas e intrigantes. Preciosidade afirmava o mercador; baratinho!,… três dinares!,… guarda um tesouro!
Para o alfaiate era muito caro, mas, o viajante lhe fez um desconto vendendo-lhe os segredos contidos ali, naquele livro, em escritos indecifráveis, pela bagatela de dois dinares.
Sozinho, Enedim, sem demora, começou a analisar o bem que havia acabado de comprar. Para sua surpresa conseguiu decifrar, na primeira passagem, o seguinte anúncio:
“ O SEGREDO DO TESOURO DE BRESSA”.
Que tesouro seria esse?
Enedim lembrava vagamente de já ter escutado qualquer menção a ele, mas não se lembrava de onde, nem quando.
Mais adiante decifrou:
“O tesouro de Bresa, enterrado pelo gênio do mesmo nome entre as montanhas do Harbatol, foi ali esquecido, e ali se acha ainda, até que algum homem dinâmico venha encontrá-lo.”
Muito interessado, o esforçado alfaiate dispôs-se a decifrar todas as páginas daquele livro, para apoderar-se de tão fabuloso tesouro. Mas, as primeiras páginas eram escritas em caracteres de vários povos, o que fez com que Enedim estudasse os hieróglifos egípcios, a língua dos gregos, os dialetos persas e o idioma dos judeus. Em função disso, ao final de três anos Enedim deixava a profissão de alfaiate e passava a ser o intérprete do rei, pois não havia na região ninguém que soubesse tantos idiomas estrangeiros quanto ele.
Passou a ganhar muito mais e a viver em uma confortável casa.
Continuando a ler o livro, encontrou várias páginas cheias de cálculos, números e figuras. Para entender o que lia, estudou matemática com os calculistas da cidade e, em pouco tempo, tornou-se grande conhecedor das transformações aritméticas. Graças aos novos conhecimentos, calculou, desenhou e construiu uma grande ponte sobre o rio Eufrates, o que fez com que o rei o nomeasse prefeito.
Ainda por força da leitura do livro, Enedim estudou profundamente as leis e princípios religiosos de seu país, sendo nomeado primeiro-ministro daquele reino, em decorrência de seu vasto conhecimento.
Passou a viver em suntuoso palácio e recebia visitas dos príncipes mais ricos e poderosos do mundo.
Graças ao seu trabalho e ao seu conhecimento, o reino progrediu rapidamente, trazendo riquezas e alegria para todo seu povo.
No entanto, ainda não conhecia o segredo de Bresa, apesar de ter lido e relido todas as páginas do livro.
Certa vez, então, teve a oportunidade de questionar um venerando sacerdote a respeito daquele mistério, que sorrindo esclareceu:
– O tesouro de Bresa já está em seu poder, pois graças ao livro você adquiriu grande saber, que lhe proporcionou os invejáveis bens que possui. Afinal, Bresa significa “saber”…
Com estudo e trabalho pode o homem conquistar tesouros inimagináveis.
O tesouro de Bresa é o saber, que qualquer homem esforçado pode alcançar, por meio dos bons livros, que possibilitam “tesouros encantados” àqueles que se dedicam aos estudos com amor e tenacidade.
Leonardo Garcia Diniz ..’.
M.’.M.’. da Aug.’. e Resp.’. Loj.’. Simb.’. Vigilância e Resistência n° 70 – Ilhéus – Bahia.


























































