Os homens continuam se martirizando e destinando a sua imaturidade através dos nefastos males que praticam na face da Terra. O desconhecimento da origem da criação da existência da humanidade em sua plena ligação com um Ser Superior, pela maléfica ignorância, vem perdendo o relacionamento e o sentido da continuidade das suas metas e qualidades humanas, tornando assunto de vital importância na vida em sociedade. Será que a ignorância “provoca crises, podendo ocorrer com as pessoas e países criando progressos”? Assim, perguntamos: a ignorância nos faz mal ou bem.

O mundo diante de inusitadas transformações nos deixa marcas de tanta criatividade. Há necessidade da calma em momentos de dúvidas, pois o desconhecimento das coisas obriga-nos aos inevitáveis declínios de desatenções, provocando o surgimento de inúmeras angústias sociais. Quando entramos no fluxo da ignorância, estamos em fases de conflitos! Somos incrivelmente atraídos por grandes descobertas e nascem vagas decisões em nossa ansiedade, passando por estado positivo ou negativo. Estamos alimentados por momentos importantes de superações, no entanto, somente quem supera com inteligência a crise de tanta ignorância, com certeza está superando a si mesmo.

A violência de muitas pessoas, por exemplo, quando estão diante de fracassos e penúrias ou extrema miséria, necessitam de coragem e determinação para não deixar que a vida seja violentada pelo seu próprio talento. Devemos notar os espaços ligados ao desenvolvimento humano a fim de dirimir os vitais problemas e erradicar com sábias soluções as dificuldades que surgem pela verdadeira crise da própria incompetência de visualizar os desafios, pois a vida é uma rotina e nada mais. Existem pessoas que dizem: “ser ignorante não é tão trágico, é uma benção”! Olhando bem, vale salientar que: “Se você não sabe o que não é possível, então tudo é possível”? O certo é que a inteligência jamais combinará com a ignorância. O que fazer com as impropriedades atribuídas à ignorância?

Por muitos anos tenho visto e ouvido tantas pessoas propalarem que a ignorância é uma das maiores pobrezas! Em análise adjetiva e substantiva é “um estado de quem não está a par da existência ou ocorrência de algo”. Caracterizando melhor, passa a ser um “estado de quem não tem conhecimento, cultura, por falta de estudo, experiência ou prática”. E não podemos deixar de verificar que essa é uma dura e real verdade que precisamos analisar todos os dias e medir as suas consequências.

O mundo está marginalizado e cheio de tantos atributos relacionados à ausência de bom senso humano. Possuem enormes contingentes de pessoas vivendo a falta de iniciativa, desligados das convicções de que nasceram para serviços úteis. Desconhecem que foram livremente predeterminados para o árduo trabalho da construção de um mundo bom. Seria a predominância da ignorância que projetou a ausência das necessidades de associações?  Quanta gente ignora o que representa as suas reais qualidades e quais as razões de sua existência na face da Terra? Assim, alguns permanecem vivendo nos conchavos meritórios esperando uma existência sempre de forma marota!

Os chamados pais da ignorância, relacionada à pobreza humana, aliados aos homens públicos enganadores que fazem da política a riqueza material, continuam as suas fúnebres escaladas, caracterizadas por ações indigestas dos políticos. Quantos governantes procuram incitar a permanência de tantas criaturas a insistirem em lutas visionárias do analfabetismo cruel, da ignorância! Provocam desordenadamente as visíveis necessidades do povo, os quais diariamente vivem vegetando e se transformando perante sua extrema e radical ansiedade de não acordar para usufruir os sentidos da vida. São muitos os que desfalecem espalhados com indigentes pelas ruas do nosso mundo a fora. Os famigerados políticos profissionais fazem de atos inverídicos o seu quartel general e continuam soltos em nosso país, mesmo sabendo que um cobertor de mentiras é muito curto para cobrir muita gente carente de justiça e lealdade! PENSEM NISSO!!!

Eduardo Afonso – Ilhéus-Bahia