Seguindo os trilhos de quem faz acontecer
Prezados conterraneos Nazal, Anisio e Rabat.
São ou eram atitudes (veja abaixo), que os poderes publicos de Ilhéus inclusive o presente deveriam ter tomados para que a nossa E.F.I. não chegasse ao ponto de destruição historica que chegou !!!
Ainda nos resta, José Nazal, o pontilhão de Banco do Pedro e o “bagaço” (me desculpem a expressão) da loco 12 que podemos recuperar, principalmente junto ao IPHAN/oficinas Museu de Tubarão, que tanto reeditam estação, pontilhões e mesmo pequenos trechos de ferrovias neste Brasil.
Gostaria que este e_mail chegasse ao Sr. Newton Lima, prefeito de Ilhéus para pelo menos ele tomasse conhecimento desta realidade. Quem sabe ele, com isso, ele saia do rol dos Prefeitos q nada fizeram pela nossa historia ferroviaria.
Um abraço
Paulo Miled Zugaib
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Instituto busca recursos para restaurar Perus-Pirapora
Revista ferroviária, 25/02/2011
O Instituto de Cultura Democrática (IDC) fechou parceria com o Instituto de Ferrovias e Preservação do Patrimônio Cultural para o projeto de restauração da linha ferroviária e a criação de um circuito de visitação na Estrada de Ferro Perus-Pirapora, em São Paulo. As entidades buscarão incentivos fiscais através da Lei Rouanet, do Ministério da Cultura, para restaurar locomotivas que fazem parte do patrimônio ferroviário.
A Perus-Pirapora foi inaugurada em 1914 com uma tecnologia ferroviária leve, que à época oferecia o atrativo de ter um custo de implantação bem menor, devido à bitola estreita que empregava, possibilitando ao trem fazer curvas muito fechadas, dispensando, assim, túneis, viadutos e grandes movimentações de terra. A ferrovia era responsável por transportar cal e cimento retirados das pedreiras da região. Com pouco mais de 20 km de extensão, ligava a estação Perus da antiga São Paulo Railway ao município de Cajamar. Os trens circularam por 70 anos até 1983, quando a estrada foi desativada e tombada pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo.
O plano visa à criação de um roteiro constituído por uma viagem de trem, que proporcionará ao visitante a sensação de viajar em um transporte ferroviário do século passado, em meio ao ambiente natural preservado. Será construído um museu, dividido em estações temáticas, que contam a história da ferrovia.
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Antonio Pastori
Presidente do AFPF – Assoc. Fluminense de Preservação Ferroviária
afpf.rj@gmail.com


























































