:: ‘Espaço do Leitor’
SOU REI! SOU REI! SOU REI!
Em todos os cantos da cidade, notadamente na Zona Sul, que foi temerariamente prejudicada, o assunto não é outro, senão a desastrada atitude do nosso rei, primeiro e único, em baixar a esdrúxula portaria determinando o fechamento do único acesso à Zona Sul.
Desde já aviso que detesto estas duas frases: a justiça é cega (nunca foi) e a imprensa é livre (nunca foi).
E ainda quando aparece um conversador elogiando a portaria do rei e achando que o engarrafamento deveria ir até Canavieiras, para o bem do progresso da cidade. Este com certeza faz parte da turma da imprensa livre, que de livre não tem nada, apenas suas conveniências próprias.
A foto patética em frente ao prédio da CEPLAC mostra o desespero de um rei tentando de todas as maneiras reverter o péssimo quadro que beira a sua rejeição.
O nosso rei tem hoje uma só preocupação que é pongar e apostar nas obras dos governos do estado e federal e até das iniciativas privadas dos leigos e leigas, faz de um tudo para se apresentar como o grande e supremo idealizador das reformas na cidade.
PONTAL – ESQUECERAM VOCÊ NO DIA DA CIDADE.

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PSICOMUNDO <> (III) OS POLITICOS SÃO CULPADOS POR DESORDENS ADMINISTRATIVAS? <>
Os protestos pelo Brasil inteiro mostraram de forma visível que a insatisfação popular há muito tempo já estava latente em todas as classes sociais, esperando apenas uma faísca para acender o fogo que está deixando marcas ocasionadas por trágicos incidentes desconhecidos pelos promotores da paz, prejudicando a muita gente, notadamente os empresários de transportes coletivos, assistindo fortes cenas dos seus ônibus queimados e os comerciantes em geral, olhando suas casas comerciais passar por depredações dos seus bens patrimoniais, sem saber a quem reclamarão os seus “Direitos Constitucionais”, muito embora, afinal o Brasil está num patamar dos países do mundo que mais recolhe uma infinidade de impostos.
Vale ressaltar que tudo se reflete por atitudes que somente surgem após o eleitor fazer a sua escolha, após achar que seriam resolvidas as dificuldades para um aplausível bem-estar social e humano. Muitos reclamam incessantemente de ações governamentais por causa da baixa qualidade dos serviços públicos. Não apenas no caso do transporte urbano, mas também dos serviços médicos com suas enormes filas e poucos profissionais da saúde em ação; da educação que deveria ser plena e a solidez da segurança publica com providencias de forma natural e rotineira, etc.
Quando passamos a imaginar os traços social e econômico de uma Nação como o Brasil, alimentada pela esperança e a confiança de que todos os brasileiros deveriam estar protegidos num solo firme e nos caminhos crescentes de prosperidades. Observa-se em primeiro lugar a insatisfação de seus moradores, tomando como base as atividades das pessoas de maneira global em seu pleno desenvolvimento educacional. São difíceis os meios de se obter uma vida salutar e ter um local que as pessoas possam ir e vir pensando tão somente em regressar às suas casas sem serem molestadas por vândalos de várias espécies; não importa a riqueza material, basta o sentimento de ser humano amparado sempre em paz na sua casa chamada Brasil.
DELÍRIO, PODER, LOUCURA, PREPOTÊNCIA.
DELÍRIO: distúrbio mental caracterizado por ideias que contradizem a evidência e são inacessíveis à crítica.
PODER: exaltação do espírito; desvairamento.
LOUCURA: direito de deliberar, agir e mandar.
PREPOTÊNCIA: abuso de poder.
Sinceramente não sei o que se passa na cabeça dos homens que estão hoje no poder comandando esta sofrida cidade.
Se alguns pensam em mostrar serviço visando angariar prestígio político, estão redondamente enganados, estão sim aprofundando a distância que a cada dia aumenta na confiabilidade das ações da prefeitura.
DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE

1) O RADIALISTA ESPORTIVO GALVÃO BUENO EM ILHÉUS.
2) A CIDADE DE ILHÉUS NA COPA (INDIRETAMENTE).
3) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA.
Oficina “Cultivando Cidadania”
PSICOMUNDO <> (II) OS POLITICOS SÃO CULPADOS POR DESORDENS ADMINISTRATIVAS? <>
Os administradores públicos não procuram observar que o povo está cansado de ser mal atendidos em hospitais; quando se tratar de segurança a cidade está desprotegida das necessárias diligências diárias da polícia que não se encontra bem equipada; na educação por não existir colégios bem estruturados, oferecendo aos professores falta de estímulos nas salas de aulas; ausências de planejamentos para os serviços urbanos de âmbito geral.
Ultimamente são gastos altas somas de dinheiro com propagandas. Muitos anúncios nas redes de comunicações procurando iludir os brasileiros, afirmando que foram concretizadas tantas edificações, e a maioria transformadas em superfaturamentos, obras esquecidas e perecendo na ociosidade de consequentes descasos, os chamados “elefantes brancos”.
Tem momentos que os brasileiros precisam parar e refletir bastante! Observar as recentes noticia sobre pesquisas do Datafolha mostradas através das redes de comunicações, evidenciando que o Ministro Joaquim Barbosa, estaria em segundo lugar na preferência dos eleitores. Que teve maior referência que os presidenciáveis Aécio Neves e Eduardo Campos. Foram colocadas as informações que o ministro não tem partido, não tem dinheiro e nem tempo de televisão.
ILHÉUS – UMA REFLEXÃO
POR JOSÉ ALBERTO MAIA
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Ilhéus esta abrindo mão de um patrimônio que poucos municípios tem. Certamente a maioria estará pensando nas nossas praias, que também é um patrimônio, mas me refiro a sua extensão territorial : aproximadamente 1.800 (um mil oitocentos) km², que com exceção da zona urbana , a maioria dela agriculturável. Como aproveitar este potencial: fundamentalmente pavimentar (asfalto) das estradas ligando os distritos a sede. Um município com uma extensão maior que muitos países das américas. apesar de sua extensão de terras agriculturável é provavelmente um dos últimos em produção de alimentos.
Vejamos então nossa composição territorial:
Distritos
Aritaguá – 06(seis) km
Banco Central – 65 (sessenta e cinco) km
Castelo Novo – 35(trinta e cinco) km
Coutos – 05(cinco) km
Inema – 90 (noventa ) km
Japu – 30 (trinta) km
Olivença – 16 (dezesseis) km
Pimenteira – 81(oitenta e um) km
Rio do Braço – 29(vinte e nove) km
Vantagens da pavimentação das estradas:
Fortalecimento da agricultura familiar
Advento de Cooperativas de produtores
Distritos/Vilas próximas (Aritagua, Coutos, Japu) servirão de bairros para moradias, tornando o município mais horizontal e fortalecimento do vinculo distrito-sede-distrito.
Facilidade de empreendimentos de produção de alimentos
Facilidade destes produtores passarem a fornecer para os supermercados e outros.
Novos consumidores possibilitando adventos de novos empreendimentos.
Implemento de turismo rural
Quando aumentamos o nível de renda todos ganham:
Entre acruz e a espada

Eduardo Pachalski
Recentemente a mídia local e a ala radical ambientalista do sul da Bahia vem promovendo uma verdadeira cruzada tentando boicotar o novo surto de desenvolvimento econômico de Ilhéus.
Empreendimentos economicamente importantes como a construção do novo Shopping, condomínios de luxo vizinhos, a ponte norte-sul e outros investimentos modernos em processo de licenciamento vem sendo alvo de uma parcela que tenta boicotar a implantação destas obras sob a ótica ambiental.
É fato que existe impacto ambiental toda vez que existe interação do homem com o meio ambiente, toda vez que uma área é ocupada ou antropizada. Chamamos de Antrópico, tudo o que é modificado pelo homem.
Todo empreendimento para ser construído preciso passar por um processo de Licenciamento Ambiental, dividido em três morosas etapas onde a comunidade interfere através de um conselho municipal.
Desenvolvimento é sinônimo de impacto ambiental. Porém, precisamos lembrar que muito além da politicagem por traz destas reportagens temos a SEMA (Secretaria do Meio Ambiente) muito ativa em Ilhéus, o órgão promove através do CONDEMA (Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente) discussões abertas sobre todos os licenciamentos pleiteados no município. A efetividade do órgão, que pode ser testemunhada pelo leitor, garante o debate honesto entre os investidores e a comunidade tendo inclusive poder de sugerir medidas mitigadoras, compensatórias e até mesmo de influenciar no eventual veto do licenciamento, inviabilizando a continuidade do projeto.
Comunidades humanas precisam ser reconhecidas como parte do meio ambiente. Sim, somos provedores de devastação da natureza, o animal com maior potencial de impacto e extinção de espécies periféricas, mas a causa desta devastação tanto é econômica quanto tecnológica, política e filosófica. O motivo da extinção periférica não é o que fazemos, mas como fazemos.
Antes que me entendam mal, vamos deixar claro, sou ambientalista sim, mas precisamos crescer. Sequer temos cultura para reciclar ou separar lixo seco de orgânico, discutir o modo de crescimento econômico em uma cidade em que pessoas mendigam por falta de oportunidades de emprego cheira a especulação e promoção pessoal.
Cuide do seu quintal, plante uma árvore, separe o seu lixo, se depois disso ainda tiver disposição, aí sim vamos ajudar o vizinho. Tenha certeza que a natureza ganha quando fazemos mais e falamos menos.
Eduardo Pachalski
Conselho profissional Técnicos Agrícolas e Industriais
Prezado amigo Rabat,
Acesse o link, leia e por gentileza escreva um texto que só você sabe como escrever defendendo essa causa, afinal você é parte dessa categoria profissional Fineza fazer um chamamento a todos os técnicos Agrícolas do Brasil. Representamos 43% dos registrados no sistema Crea, não temos direito a participar do Conselho com voz e voto, nas discussões sobre as questões dos Técnicos. Nos querem no CREA apenas para pagarmos a conta, mais de R$ 130 milhões estimados só de anuidade.Chegou o momento da independência!
Abraço,
Eduardo Catarino
Acesse o link abaixo:
http://www.change.org/pt-BR/






















































