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:: ‘Espaço do Leitor’

Alfredinho

contra foto 08 01 2013

Pedido

Olá, nasci em Ilhéus e moro atualmente em Feira de Santana.
Sou filha de Sargento Ribeiro (falecido) Albertino Ribeiro Assunção
Gostaria de saber se vcs têm em seus arquivos a nota de falecimento de meu pai?
Infelizmente não tenho registro de datas.
Ano de 1993
Se puderem me ajudar fico imensamente agradecida.
Att.
Jussara Assunção Dourado

Qual o valor real?

Ontem, Ângelo Ballarin sofreu um acidente. Pegando um vidro, o vidro escorregou, quebrou e os pedaços de vidro cortaram o seu pulso.

O congestionamento no Hospital Regional é sabido e conhecido. Esse aglomerado de gente já ultrapassou fronteiras e, por conta disso, todos sabem como é o atendimento por lá.

Ângelo é italiano e casado com uma brasileira (de Ihéus) que, vendo a situação do marido, foi para o hospital Ilhéus. Lá o procedimento foi feito e uma conta apresentada para fazer jus aos três pontos dados no italiano.

A verdade é que se esperava um valor bem abaixo do apresentado em função do procedimento feito no pulso de Ângelo. Ao contrário disso (valor accessível) veja, abaixo, o que foi apresentado e PAGO por sua esposa Alba .

Interessante observar, na lista, os produtos utilizados na pequena cirurgia…

O procedimento...

O procedimento…

Veja a nota apresentada e paga clicando para AMPLIAR.

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hospital de ilhéus 02

Espaço aberto para a direção do hospital – querendo – se manifestar

É MOLE OU QUER MAIS

Ainda sem conseguir entender o que passou na cabeça dos membros da diretoria da legendária e combalida Associação Comercial de Ilhéus, na festa dos 100 anos, quando outorgou a comenda por RELEVANTES SERVIÇOS PRESTADOS ao ex-alcaide, inclusive estamos aguardando o nome ou nomes dos autores da terrível e estranha façanha, aparece hoje no nosso R2CPRESS uma matéria assinada pelo Senhor Dr. Alan Dick Megi, Arquiteto, Especialista em Desenvolvimento Urbano e Gestão de Cidades e servidor público municipal por mais de três décadas.
As coisas que acontecem em Ilhéus são tão hilárias que o saudoso Stanislau Ponte Preta (Sérgio Porto), se ainda estivesse por aqui, teria um prato cheio para colocar na sua coluna festival de besteira que assola o país, digo Ilhéus.
Pasmem! A matéria de Dr. Alan traz no seu conteúdo inúmeras idéias para combater o bagunçado trânsito da cidade.
O que me preocupa e me deixa meio retado, é que o Senhor Alan passou esse tempo todo na prefeitura e ninguém viu nenhum projeto sobre mudanças que poderiam ser implementadas para tirar do sufoco a confusão no trânsito.

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Heckel Januário em: ARTIGO TERCEIRO

Até hoje a lembrança da imagem de urnas, tamanho família, sendo retiradas do Congresso Nacional, me faz sorrir! E elas pareciam mesmo, endossando a inteligente tirada de Alexandre Garcia, com a arca do Indiana Jones. Lembra do filme? “Mas da discordância”, completara o âncora.

A passagem, para quem esteve ligado, já dá para ir manjando. Envolve a Lei dos Royalties, ou melhor, o seu artigo terceiro que insere que os ganhos dos estados e municípios produtores de petróleo na concessão de sua exploração, doravante diminuirão, e os dos não produtores, ao contrário ampliarão, valendo de imediato para este ano novo, cláusula esta vetada pela Presidenta da República no final de novembro passado, só aceitando-a para contratos futuros. No mês seguinte os congressistas decidiram votar o veto presidencial. Como a fila das desaprovações parecia a do SUS de tão grande, e as regras, institucional e constitucional, exigiam (óbvio, continuam) um seguimento cronológico de votação, o impasse foi formado. Os parlamentares tentaram alterá-lo, mas um ministro do STF entrou decidido a acabar com o fuzuê: Peraí! Querem atropelar novamente? Vamos com calma: pela ordem, pela ordem, senhores!

Então deputados e senadores resolveram juntar tudo num balaio e, concluir de afogadilho, sem, portanto, as necessárias análises e discussões. Mas o clima quente da sessão entre as bancadas de não produtores e de produtores não deixou que houvesse um acordo para a votação; e a temperatura esquentou tanto que a reunião mais pareceu um “rinque de boxe”, como salientara um membro diretor congressual. No final os literais caixões saindo em fila indiana do nosso Poder Legislativo, vazios como entraram, completavam a razão que a mim provocou e ainda provoca a hilaridade. Um congressista exaltado chegou a bradar da tribuna: Isto é uma afronta a democracia!

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MEIA-ZÂMBIA INTEIRA

Feliz, na sexta feira, 04 de janeiro. Parecia que a nossa Zâmbia tinha sido incluída no mutirão da faxina. De manhã cedo, as máquinas recolhendo a lixarada. Na rua, os moradores com sorriso estampado no rosto. Só que, inesperadamente, as máquinas sumiram, por volta das 09:00 h, após recolher metade do montante de lixo. Não voltaram.
Pior, a metade que foi limpa já está sendo ocupada por lixo novamente, e com capricho. Tem de sofá velho a carcaça de cachorro morto. Não conheço projeto socioambiental que conscientize em curto ou médio prazo pessoas tão ignorantes, continuo achando que a medida imediata/emergencial tem que ser a fiscalização e punição rigorosas, com aplicação de multas as mais pesadas possíveis.
Bem, mas… antes, seria de bom grado terminar o serviço que ficou pela metade.

CAPA

Nilson Pessoa

SERÁ SEMPRE ASSIM?

Com o passar dos tempos e a sua notória evolução, ainda temos pela frente inúmeros desafios a superar.
Com relação à postura dos nossos políticos a coisa está ficando a cada dia mais feia e nojenta, os seus procedimentos e atitudes continuam a nos afrontar, a debochar com o povo.
Não é de hoje que todo mandato, principalmente quando o eleito não faz parte da coligação do anterior, termina de uma maneira bastante grosseira, sem ética, sem responsabilidade.
O que a mídia tem mostrado pelo Brasil afora é estarrecedor, os novos prefeitos sequer podem entrar no prédio da prefeitura, dados importantes são surrupiados, danos ao patrimônio público e uma série de esculhambação à vista do povo e das autoridades constituídas, principalmente da nossa justiça.
Esses processos de improbidade administrativa que a imprensa tanto propala ninguém até hoje sabe de algum resultado punitivo, de algum ressarcimento de recursos públicos usados e gastos indecentemente.

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Luiz Castro em: DECOLORES

Fábula da convivência

Durante uma era glacial muito remota, quando parte do globo terrestre estava coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram indefesos, por não se adaptarem às condições de clima hostil.
Foi então que uma grande manada de porcos espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir, ajuntar-se mais e mais. Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, agasalhavam-se mutuamente, aqueciam-se enfrentando por mais tempo aquele inverno tenebroso.
Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começam a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor vital, questão de vida ou morte.
E afastaram-se, feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se por não suportar mais tempo os espinhos de seus semelhantes.
Doíam muito…
Mas essa não foi a melhor solução.Afastados, separados, logo começaram a morrer.
Os que não morreram voltaram a se aproximar, pouco a pouco, com jeito, com precauções, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima , mas o suficiente para conviver sem ferir, para sobreviver sem magoar, sem causar nenhum dano recíproco.
Assim suportaram-se resistindo à era glacial. Sobreviveram.
É fácil trocar palavras, difícil é interpretar o silêncio!
É fácil caminhar lado a lado, difícil é saber como se encontrar!
É fácil beijar o rosto, difícil é chegar ao coração!
É fácil apertar as mãos, difícil é reter o seu calor!
É fácil sentir o amor, difícil é conter a sua torrente!
“Todos nós somos anjos de uma asa só e, para voarmos precisamos estar abraçados uns aos outros”. (autor desconhecido)

Colaboração de Luiz Castro
Bacharel Administração de Empresa

Alfredinho

contra foto 07 01 2013

TRÂNSITO DE ILHÉUS: SUPLÍCIO NOSSO DE CADA DIA!

Alan Dick Megi

De tanto reclamar da falta de uma nova ponte, esqueceram-se os nossos governantes de buscar melhorar o trânsito cada vez mais caótico e difícil, como se nada mais fosse necessário fazer além da construção da famigerada nova ponte.

Claro está que a solução definitiva passa por um novo eixo viário litorâneo que inclui uma nova ponte, mas isso não significa que devemos ficar inertes, esperando indefinidamente, sem tomar qualquer providência que possa atenuar os graves problemas que enfrentamos no nosso dia a dia.

Existem várias possibilidades de melhoria do trânsito e algumas delas são simples e sem investimentos de monta, bastando que se façam algumas alterações no sentido de algumas vias, que se eliminem semáforos desnecessários além de pequenas intervenções pontuais. Outras dependem de alguns investimentos um pouco maiores, mas nada que assuste ou que seja necessário esperar por vários anos ou depender de grandes financiamentos. Estas últimas  intervenções a que me refiro são a pavimentação de algumas vias e a construção de passarelas elevadas para pedestres, entre outras.

Como sou arquiteto urbanista e funcionário da Prefeitura de Ilhéus, mesmo tendo sido deslocado de minhas funções da Secretaria de Planejamento, passando a exercer minhas funções na Secretaria de Saúde, no governo passado, (Jorge Bahia não me queria na “sua” secretaria), resolvi por minha conta fazer um estudo de tráfego visando melhorar a situação atual.

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PONTAL – MAIS UM “IMPOSTO”

rezende pontal impostos

É de enlouquecer qualquer cidadão, o que vem ocorrendo na nossa cidade, mais precisamente na Praia do Cristo.

Há uns 15 dias, o som que adentrava pelos nossos ouvidos, das 11:00 horas, até aproximadamente às 19:00 horas, fora esquecido por alguns dias.

Imaginem que moramos na terceira rua paralela a Av. Lomanto Júnior, e o som, que varia em volume de muito alto para altíssimo, chega deixar os moradores do bairro do Pontal irritados. Ficamos imaginando, como os cidadãos da Av. Dois de Julho, próximo ao local, suportam isto todos os finais de semana e feriados.

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PSICOMUNDO – NENHUM GESTO FRATERNAL SUBSTITUI VIVER EM UM PAÍS SEGURO E TRANSPARENTE!!!

Os homens candidatam-se, registram-se e levam ao conhecimento das autoridades judiciais do TER sobre as existências de seus bens exatamente na justiça, por força da “LEI ELEITORAL”, informando o que possuíam ante do pleito eleitoral, mostrando suas declarações patrimoniais com suas rendas e seus bens, no memento dos registros das candaturas ou dos seus anseios de trabalhar na vida pública! Pensando nas coisas que devem condutas de transparência, tenho observado muitos reclamos populares pelas ruas de nossa cidade, muita gente comentando que quando os homens saem querendo alcançar cargos públicos em qualquer esfera das inusitadas instituições públicas, buscando as atividades desejadas por eles, se jogam e vão às aventuras visando a atingir os cargos imagináveis, o importante é o poder, muitas vezes desaparece a lógica da posição social de homens de bem.

No Art. 1º, da Lei 8.730, de 10 de novembro de 1993, diz: “É obrigatória à apresentação de declaração de bens, com indicação das fontes de renda, no momento da posse ou, inexistindo esta, na entrada em exercício de cargo, emprego ou função, bem como no final de cada exercício financeiro, no término da gestão ou mandato e nas hipóteses de exoneração, renúncia ou afastamento definitivo, por parte das autoridades e servidores públicos adiante indicado”. E diz mais: “VII – todos quantos exerçam cargos eletivos e cargos, empregos ou funções de confiança, na administração direta, indireta e fundacional, de qualquer dos Poderes da União”; ”§ 1º A declaração de bens e rendas será transcrita em livro próprio de cada órgão e assinada pelo declarante”; “§ 2º O declarante remeterá, incontinenti, uma cópia da declaração ao Tribunal de Contas da União, para o fim de este”; “I – manter registro próprio dos bens e rendas do patrimônio privado de autoridades públicas”; “II – exercer o controle da legalidade e legitimidade desses bens e rendas, com apoio nos sistemas de controle interno de cada Poder”; “III – adotar as providências inerentes às suas atribuições e, se for o caso, representar ao Poder competente sobre irregularidades ou abusos apurados”; “IV – publicar, periodicamente, no Diário Oficial da União, por extrato, dados e elementos constantes da declaração”; § 1º Os bens serão declarados, discriminadamente, pelos valores de aquisição constantes dos respectivos instrumentos de transferência de propriedade, com indicação concomitante de seus valores venais, etc. Ai está o ditame da Lei! Eis o mistério da fé pública! Afinal quem poderá nos dar essa resposta?

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