PSICOMUNDO – PONTOS EXTREMOS DA AUSÊNCIA DE RESPEITO À COMUNICAÇÃO (I)
Vivemos no Brasil com tantas redes de comunicações! Poucas são direcionadas aos assuntos sérios que evidenciem mostrar que existem imensas necessidades de projetos de vida em sociedade. Quantas coisas para serem decididas e organizadas que passam pelos descasos da falta de integrações com soluções que tragam o desenvolvimento de uma comunidade: “por mais importante ou humilde que seja”.
São imensas as cobraças de tantos impostos, muitas vezes atribuídas de formas indevidas; e Ilhéus adquiriu um triste destino de tantas contradições em seu desenvolvimento. As administrações públicas cobram fartos tributos de todos os seus cidadãos! E para reflexões dos eleitores ilheenses, qual o estado geral de aspecto social e humano de nossa cidade?
No entanto, esse mesmo Poder Público com sua inusitada máquina administrativa jamais é responsabilizado por quebradeiras ocasionadas por desmandos de naturezas indesejadas por sua população. São marcas de trajetórias de escolhas mal direcionadas e mesquinhas dos seus próprios munícipes, e quando vai olhar essa maldosa realidade que eles criam ao longo da vida com suas escolhas? Quem são os culpados por tantas mazelas traduzidas em bandalheiras criadas em nosso País? O povo que escolhe mal seus representantes ou os políticos que perderam a vergonha?
Observamos com bastante tristeza por serem poucas as realizações sérias oferecidas aos habitantes de uma comunidade que trabalha e espera dias de prosperidades para todos. Nota-se a irredutível irresponsabilidade do poder de gestão em alguns setores da nossa cidade que fazem uma desarrumação, deixando todos revoltados. Nessa irreconhecível fase desconfortável que passa a nossa Ilhéus, a paz não poderá ser uma bandeira branca! Continua faltando alma limpa das pessoas que organizam o desenvolvimento da nossa Terra.
Muita gente querendo sempre a serenidade e a fraternidade, contudo, poucos sabem o que significa o respeito ao seu semelhante, muito menos os nossos supostos administradores ou governantes. Transformaram os nossos dias para vários tipos de fases e técnicas para sobrevivência às vezes humanamente impossível; e, infelizmente são esquecidos do uso das igualdades de vontades, dando origem aos desrespeitos mútuos, caminhos maculados por exageradas ideias de grupo que é colocado para decidir por nossa população e prestar serviços de reais importâncias sociais, sem nenhum critério que tragam uma satisfação generalizada e projetada no respeito recíproco.
Somos privados de ir e vir com segurança para gerir as nossas obrigações sociais. São tantas privatizações em vários setores nos colocando aos bárbaros enfrentamentos de longas filas. Os trabalhos no Fórum Epaminondas Berbert de Castro em alguns locais estão limitados na cidade de Ilhéus.
Tornaram difíceis as convivências das pessoas que precisam de reconhecimentos de firmas, autenticações de documentos, e outros serviços. As pessoas têm que se deslocarem para as vizinhas cidades de Uruçuca, Itajuípe, Itabuna, a fim resolverem problemas de soluções que deixam a desejar boas atitudes para criação de tranquilidade no cotidiano da vida dos ilheenses.
É fácil, pois, compreender a irritação de alguém que, após aguardar em pé numa longa fila sua vez de ser atendido, passando a ser muitas vezes desrespeitado ao ouvir a informação seca e impaciente do funcionário que o atende: “volte amanhã ou daqui a alguns dias”! Faltam adicionar um sorriso, uma palavra amável e maiores explicações aos esclarecimentos que precisam ser prestados, e está ali para isso, respeitar e atender bem ao público. Nada custa dar a impressão de que o mais importante naquele momento é resolver o problema de quem nos procura. PENSEM NISSO!!!
Eduardo Afonso – Ilhéus-Bahia


























































