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DILMA VAI GANHAR AS ELEIÇÕES PARA O BEM DO BRASIL E DE ILHÉUS.

A política entrou de cabeça na campanha presidencial. É hora de confronto dos projetos para o Brasil. Um fez o país crescer e ser respeitado em todo mundo. É o momento e hora do Brasil. O outro vendeu o patrimônio público nacional sob o argumento de ser necessário pagar a dívida pública interna e esta decuplicou. Venderam o Brasil por trinta moedas.

O Plano Real é de Itamar Franco, FHC juntou a equipe que tinha elaborado o Plano Cruzado, economistas e professores da PUC-RJ, quem o operou politicamente foi Rubem Ricupero e Ciro Gomes( a concepção econômica foi de professores da PUC-RJ). FHC se apropriou marqueteiramente de obra que nunca foi sua. A única privatização que deu certo foi a da telefonia, com as tarifas mais caras do mundo e uma internet lenta e também cara. Vem aí a Banda Larga com acesso público e gratuito.

O que tem que ser discutido são os projetos de Nação.
É claro que a manutenção do Plano Real e a Lei de Responsabilidade Fiscal, mesmo com os seus excessos (uma exigência do FMI) foram passos positivos da era FHC, mas o conjunto de sua obra não foi bom. Venda do patrimônio público nacional, desmonte da máquina estatal (algum se lembra quantos concursos foram realizados (?)), zero de investimento em pesquisa e tecnologia, nenhuma escola técnica, esvaziamento das Universidades públicas existentes e nenhuma nova, zero de crescimento econômico, arrocho salarial, tentativa de criminalização dos movimentos sociais (exército cercando os petroleiros). Alguém se lembra de alguma operação da Polícia Federal contra a corrupção no governo FHC? (no governo LULA seu efetivo foi quase quintuplicado) Quantas ações foram ajuizadas pelo Geraldo Brindeiro (Procurador Geral da República e conhecido como o engavetador geral do Brasil). A agenda econômica aplicada por FHC( juros altíssimos, arrocho salarial, privatização de estado e restrição dos investimentos e créditos), o tal consenso de Whashinton, está levando a Europa à quebradeira e deixou o Brasil estagnado economicamente, deixando como legado o aumento das disparidades regionais e sociais e concentrando, em mãos de poucos, a renda nacional(ainda uma vergonha: segundo Amir Khair, especialista em finanças públicas, “apenas 1% dos brasileiros mais ricos detém uma renda próxima da dos 50% mais pobres” ou, de acordo com a economista Leda Paulani, “80% da dívida pública estão em mãos de algo como 20 mil pessoas, as quais, sozinhas, recebem um valor dez vezes maior do que os 11 milhões de famílias atendidas pelo Bolsa Família”).

Conforme especialista do mundo todo, Lula está a executar políticas públicas semelhantes ao New Deal de Franklin Roosevelt, que transformou, no pós-guerra, os Estados Unidos em um País de classe Média. O economista americano Paul Krugman escreveu: “Os Estados Unidos do pós-guerra eram, sobretudo, uma sociedade de classe média. O grande boom dos salários que começou com a Segunda Guerra levou dezenas de milhões de americanos- entre os quais meus pais- de bairros miseráveis nas regiões urbanas ou da pobreza rural à casa própria e a uma vida de conforto sem precedentes”. Continua Paul: “a sensação admirável de viver em uma comunidade na qual a maioria das pessoas leva uma vida material reconhecidamente decente e similar. Essa ‘middle-class society’ que encarnava o sonho americano não foi obra de uma ‘evolução gradual’, muito pelo contrário, foi criada, no curso espaço de alguns anos, pelas políticas do governo Roosevelt”.

Lula incluiu uma França na economia brasileira (58 milhões de pessoas tiveram mobilidade social). Segundo o Instituto Brasileiro de Políticas Aplicadas (IPEA) durante o governo FHC, os brasileiros abaixo da linha de pobreza eram metade da população, no de LULA, caíram para um terço da população. O salário mínimo com aumentos graduais foi também um grande fator para a redução da pobreza. O “Luz para Todos”é um milagre de dignidade no campo. O Pró-Uni possibilitou quase 800 mil jovens cursar as Universidades. Quinze anos sem construir um navio, a indústria naval foi reativada, beneficiando muito o nordeste. Treze novas universidades e 214 escolas técnicas (uma em Ilhéus). O Brasil vive um círculo virtuoso. O PAC -1 e 2 injetou 100 bilhões de reais em infra-estrutura. Quarenta anos sem política habitacional ( o BNH foi na década de 70 do século passado), o Minha Casa Minha vida é uma realidade. O Pré-Sal está aí é fruto de investimentos em pesquisas e tecnologia e, sobretudo, na política de fortalecer e acreditar na Petrobrás. O Fundo Soberano é o passaporte para o futuro (Investimentos para: acabar com a miséria; qualificar e universalizar a educação e a saúde; desenvolver tecnologia, não somente a tradicional, mas a ambiental para bem explorar a nossa biodiversidade e os nossos recursos naturais, e também em infra-estrutura econômica).

Em excelente artigo, demonstrando como a grande mídia sulista é preconceituosa com a região nordestina e nortista, a socióloga e economista Tânia Barcelar escreveu esclarecedor artigo na revista Carta Capital desta semana, reproduzido no site do Gusmão (quem quiser ler o artigo todo vá lá), com título “O voto do Nordeste”. Aqui reproduzo boa parte: “A marca importante do Governo Lula foi a retomada gradual de políticas nacionais, valendo destacar que elas foram um dos principais focos do desmonte do Estado nos anos 90. Muitas tiveram como norte o combate às desigualdades sociais e regionais do Brasil. E isso é bom para o Nordeste.Por outro lado, ao invés da opção estratégica pela “inserção competitiva” do Brasil na globalização – que concentra investimentos nas regiões já mais estruturadas e dinâmicas e que marcou os dois governos do PSDB -, os Governos de Lula optaram pela integração nacional ao fundar a estratégia de crescimento na produção e consumo de massa, o que favoreceu enormemente o Nordeste. Na inserção competitiva, o Nordeste era visto apenas por alguns “clusters” (turismo, fruticultura irrigada, agronegócio graneleiro…) enquanto nos anos recentes a maioria dos seus segmentos produtivos se dinamizaram, fazendo a região ser revisitada pelos empreendedores nacionais e internacionais.Por seu turno, a estratégia de atacar pelo lado da demanda, com políticas sociais, política de reajuste real elevado do salário mínimo e a de ampliação significativa do crédito, teve impacto muito positivo no Nordeste. A região liderou – junto com o Norte – as vendas no comercio varejista do país entre 2003 e 2009. E o dinamismo do consumo atraiu investimentos para a região. Redes de supermercados, grandes magazines, indústrias alimentares e de bebidas, entre outros, expandiram sua presença no Nordeste ao mesmo tempo em que as pequenas e medias empresas locais ampliavam sua produção.Além disso, mudanças nas políticas da Petrobras influíram muito na dinâmica econômica regional como a decisão de investir em novas refinarias (uma em construção e mais duas previstas) e em patrocinar – via suas compras – a retomada da indústria naval brasileira, o que levou o Nordeste a captar vários estaleiros.Igualmente importante foi a política de ampliação dos investimentos em infra-estrutura – foco principal do PAC – que beneficiou o Nordeste com recursos que somados tem peso no total dos investimentos previstos superior a participação do Nordeste na economia nacional. No seu rastro,a construção civil “bombou” na região.A política de ampliação das Universidades Federais e de expansão da rede de ensino profissional também atingiu favoravelmente o Nordeste, em especial cidades médias de seu interior. Merece destaque ainda a ampliação dos investimentos em C&T que trouxe para Universidades do Nordeste a liderança de Institutos Nacionais – antes fortemente concentrados no Sudeste – dentre os quais se destaca o Instituto de Fármacos ( na UFPE) e o Instituto de Neurociências instalado na região metropolitana de Natal sob a liderança do cientista brasileiro Miguel Nicolelis que organizará uma verdadeira “cidade da ciência” num dos municípios mais pobres do RN ( Macaíba).Igualmente importante foi quebrar o mito de que a agricultura familiar era inviável. O PRONAF mais que sextuplicou seus investimentos entre 2002 e 2010 e outros programas e instrumentos de política foram criados ( seguro – safra , Programa de Compra de Alimentos, estimulo a compras locais pela Merenda Escolar, entre outros) e o recente Censo Agropecuário mostrou que a agropecuária de base familiar gera 3 em cada 4 empregos rurais do país e responde por quase 40% do valor da produção agrícola nacional. E o Nordeste se beneficiou muito desta política, pois abriga 43% da população economicamente ativa do setor agrícola brasileiro.Resultado: o Nordeste liderou o crescimento do emprego formal no país com 5,9% de crescimento ao ano entre 2003 e 2009, taxa superior a de 5,4% registrada para o Brasil como um todo, e aos 5,2% do Sudeste, segundo dados da RAIS.”

A Região Cacaueira está recebendo os maiores investimentos de infra-estrutura econômica de toda a sua história. O empreendedor paulista vota de acordo com os seus interesses empresariais. Assim o do Centro- Oeste. O empresário e a classe média da região não pode ser pautado pela Folha de São Paulo e a Veja e muito menos votar em conformidade com preconceitos de classe e ideológicos. A vitória de Serra significará o FIM do sonho de redenção desta região.
A ciência que trata da economia é denominada de “Econômia Política”. As suas decisões são tomadas politicamente de acordo com correlações de força no aparelho de estado e na sociedade. Não há ilusão possível. Dilma é única certeza de continuidade dos projetos. O resto é ilusão de neófitos ou de interessados!
Dilma para o bem de Ilhéus!

2 respostas para “DILMA VAI GANHAR AS ELEIÇÕES PARA O BEM DO BRASIL E DE ILHÉUS.”

  • Faisal says:

    Ainda que o Futuro Presidente Jose Serra estivesse coligado
    com o bandido Marcola, o traficante Beira-Mar e o Osamah Bin-Laden;
    mesmo assim eu estaria votando em Serra.
    O Histórico monocrático do PT nos apavora quanto ao fururo do meu país.
    É Serra ou nada.

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