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INVASÃO versus PERMISSIVIDADE

De: Carlos
Assunto: INVASÃO versus PERMISSIVIDADE

Corpo da mensagem:
Caro Rabat!
Uma coisa vem me incomodando desde há muito tempo: a permissividade aqui em Ilhéus.
A cidade está uma terra sem lei. A pmi “dá uma de joão sem braço, faz ouvido de mercador” e as coisas vão surgindo, caindo na legalidade (???), institucionalizada, talvez.
São vários os fatos que podem ser constatados. Quem já não viu a contrução de barracos ao lado da Cesta do Povo ?!?! Quem também não se irrita e fica indignado com aquela aglomeração de ambulantes ao lado do Supermercado Delta, na Pça Coronel Pessoa, em pleno Quarteirão Jorge Amado?!?! Pois é ! São coisas como essas que não se devem permitir numa cidade que só tem o turismo como tábua de salvação. Esta ultima, à menos de 50 metros da prefeitura….Gostaria de ver vários comentários aquí, pois parece que só o que é postado aqui é solucionado. Não podemos nos aquietarmos e apenas observarmos esta inércia dos nossos governantes. Coitada Ilhéus !!!!!


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7 respostas para “INVASÃO versus PERMISSIVIDADE”

  • Teco says:

    Vários são os exemplos da “permissividade” segundo o autor do texto acima, no entanto são citados apenas dois exemplos que estão ligados basicamtne à falta de oportunidades de milhares de cidadãos deste município e que compõe as classes menos favorecidas deste território.
    Um ORDENAMENTO das diversas atividades existentes na cidade é essencial, mas não podemos tratar a consequência como causa. A existência de ambulantes no “centro” ou ocupações ao lado da cesta do povo é no mínimo um reflexo do descaso desta gestão no tocante a políticas públicas voltadas aos pequenos empreendedores assim como para a população menos favorecida da cidade.
    Existem temas mais relevantes no cenário ilheense que não saltam aos olhos dos que caminham no centro mas que possuem impactos imensos na vida de todos.
    Se vamos tratar todos com a mesma medida deveríamos ficar irritados com as cadeiras da Barrakítika, por exemplo, e muitos outros empreendimentos que ocupam as calçadas, que por natureza são espaços de uso público e coletivo.
    A preocupação então é com a falta de ordenamento (que o autor chama de permissividade) ou com a estética na paisagem urbana do centro?
    Ah, e não vamos relativizar dizendo que uns pagam impostos e outros não…

    • Nicanor says:

      Você deve ser o Teco, componente da dúpla Tico&Teco dos desenhos infantis. Por isso seu texto condiz com o eufemismo sofismático das crianças adultas prematuramente.
      Eureka! Já sei! Você é debutante, é camelô ou pretende debutar futuramente nesse ramo promissor do varejo contraventor.
      Vai um conselho: Bota o teu tabuleiro ou estaciona o teu carrinho na porta da sua própria casa. Lá, inclusive, você pode usar a janelinha da frente como expositor.
      Os argumentos “políticos”, que nunca funcionam; a exemplo exemplo de Ilhéus caótica; eles já não nos fazem sorrir.
      Quanto à Barrakitika; lave a boca: É referência turística internacional pela excelência do atendimento e qualidade dos produtos que oferece; tem mais de 20 empregados, paga seus impostos em dia; encargos sociais e, cumpre todas as normas de saúde. À frente da Barrakitica não passam vaículos; as cadeiras ocupam ocalçadão apenas à noite e, educadamente, deixam um largo corredos para o trânsito das pessoas que circulam por ali.
      Duvido que você seja tão “largo” a ponto de não conseguir passar por ali.
      Vai plantar um pé de pera e, para de escrever besteiras. “Polítcas Públicas” são eufemismos utópicos desgastados, desacreditados, puidos. Fale em “obolismo populista” em “clientelismo”, e você estará inserido no clima contemporâneo das mentíras politico-ideológicas que predominan por aqui.
      A DESPEITO DE TUDO: Sou mais Ilhéus. Sempre.

  • Ana says:

    Cada dia que passa eu vejo que aqui nessa cidade tudo pode, pois muitas vezes vejo pessoas cometendo infração no transito e policiais ao lado fingem não ver. O mesmo acontece no centro de Ilhéus onde foi citado, os fiscais passam do lado dos ambulantes e não dizem nada. Ninguém quer ver nada!!! Eles só querem ver o salário deles no fim do mes na conta. Os secretários e o Prefeito são uma vergonha, não conseguem fazer o basico da cidade, quanto mais melhorar alguma coisa. Por isso deve se pensar muito antes de votar!

  • Bistunta says:

    Meu caro Carlos.
    Uma observação bastante pertinente para quem se preocupa o futuro de Ilhéus, porém impertinente para os descompromissados que ocupam ociosos o Palácio Paranagua e a “Casa do Povo”. É o carma da nossa cidade.

    Quero salientar que o amigo esqueceu de mencionar as (2) duas “C.I.As.” (Centrais Ilheenses de Abastecimento), magnificamente instaladas em frente a Agência do Banco do Brasil (R. Marques de Paranagua) e a outra no cruzamento das Ruas Almirante Barroso com a Paranaguá. Uma tranquilidade.

    Lá você compra frutas e outras guloseimas, compra óculos e faz exame de vistas; compra celulares de griffe; CDs e DVDs Piratas; panos-de-prato; roupas; verduras e lehumes, castanhas e cereais outros, faz barba e cabelo no meio das ruas, baratinho. Pode adquirir todas as quinquilharias
    Made in Paraguai; o que antes tinhamos que nos dirigir ao Centro Piratródomo do Camelódromo Municipal.

    Brevemente, poderemos adquirir nas duas CIAs, bolsas com sângue colhido ou fabricado no Paraguai; próteses penianas e de silicones para sêios e bumbum, Estrôncio 90; Césio 157 e urânio enriquecido a 40%; medicamentos oncológicos, para disfunção eretil e tranquilizantes. Basta esperar a próxima semana. Isso é desenvolvimento de rabo de cavalo, e doos grandes: “Neste governo, Ilhéus só cresce para baixo e pra trás”. Viva o caos Newtoniano!!! Viva a Baderna geral!!!

  • maria says:

    Concordo com vcs. Ilhéus esta uma verdadeira bagunça, aqui no pontal foi construida uma banca de revista na praça do larica de pessimo gosto,e a PMI não tomou nenhuma providencia, em breve a barraca do quibe que fica perto vai querer tb fazer a dela os outros que vendedores ambulantes vão se achar no mesmo direito de construir e por ai vai…esta é a nossa Ilhéus.

  • Alfredo says:

    muito pertinente a questao levantada da informalidade que ocupa desordenadamente as vias publicas, isso tem sido em toda cidade, se fossemos dar nomes como o comentarista Teco deu a Barrakitika, essa lista seria interminável. Ocupar calçadas, ruas e ou espaços públicos, só precisa de regulaçao, bom senso, com o olhar e supervisão da administraçao pública, como acontece com muito sucesso em países do primeiro mundo (como França, Itália, EUA e outros), basta voce assistir a um bom filme que voce terá imagens dos cafés, lanchonetes e bares que ocupam as calçadas. A respeito da Barrakitika, sou cliente a 29 anos, disputo com pessoas do mundo inteiro uma mesa na calçada para me deliciar da excelente comida e da cerveja sempre gelada, também como churrasquinho na avenida, cachorro quente, como acarajé na esquina da calçada (tradição da Bahia) e outras coisitas mais. Se essas coisas deixarem de existir, ai sim, podem deixar os fenos rolando pela rua simbolizando uma cidade fantasma, porque pouco nos restam.

  • joanita says:

    È Teco concordo com vc, no que se refere aos ambulantes.Todos precisam de oportunidades, porém deve-se buscar ordenar para se ter uma cidade viavel e preparada para atender os seus municípes e os turistas.Quer ver uma cidade, muito legal, organizada, vá em Aracaju.Lá temos ambulantes,bares , cidade limpa ….Agora vc citar a Barrakitika para comparar, tenha a santa paciencia!!!!Éla está ali há 30 anos, vc tem ideia do que é isto?São trinta anos prestando serviço, emprengando, ajudando a receber o turista,atendendo aos funcionários do comercio, funcionários públicos dentre outros . todos ali, trabalham e muito.Saiba que aquela rua era uma rua morta e não existia comercio, só a loja azaleias e a Duke.Com a Barrakitika,toda aquela área cresceu.É isto que Ilheus precisa, crescer.A época dos donos do cacau, já passou.Parabenize o Bruno, por sua existencia, insistencia e preserverança, pois conseguiu ultrapassar todas as crises e continua de pé!Se vc não conhce a Barrakitika, vá lá teco, aconselhe-se com Bruno, vc vai gostar, pois ele é um vencedor e já precisei dos conselhos dele para abrir um négocio e ele me ajudou. As mesas na calçada, a energia, a mistura de raças, credos.Isto é a Barrakitika.Só lavando a boca mesmo Nicanor, para teco falar dela rsrsr

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