RETALHOS
EDIÇÃO EXTRAORDINÁRIA
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Malhadinho de Açúcar
Estava eu dentro de casa assistindo Domingão do Faustão, quando ouviu-se três estampidos de arma de fogo, e como de praxe, uma multidão saiu à rua para ver o que tinha acontecido e por pura sorte ninguém foi alvejado.
Festa na rua
Logo mais vai haver uma festa na Rua Uruguaiana em plena via pública e certamente vai haver todo tipo de gente.
As necessidades fisiológicas são despejadas nas esquinas, nos cantos das casas e becos, total falta de autoridade na cidade.
Os promotores da festa agem assim: fecham a rua com um palanque e ou paliçada, puxam uma gambiarra do poste da Coelba, conhecido comumente como gato, colocam um som mecânico e cobram ingresso de R$ 2,00 e ou R$ 5,00 e vão até altas horas e os incomodados que se retirem.
Cidade sem Lei
Aqui não tem promotor, nem juiz, nem prefeito, nem polícia, é uma cidade sem LEI e sem ORDEM.
O cidadão de bem, cumpridor de suas obrigações, está refém do trafico, do bandido armado e de uma policia inerte, OMISSA e despreparada.
Aqui se invadem residências, invadem propriedades agrícolas, mata-se em plena luz do dia em qualquer lugar e a qualquer hora e ninguém toma providências.
Não existe policiamento extensivo nos bairros, por conta de a polícia estar aquartelada e ou em muitos casos, estar prestando serviços em lojas, supermercados, casas lotéricas, bancos, e outras instituições privadas em troca de uma GRATIFICAÇÃO para complementar o soldo pago pelo ESTADO.
Se você estiver achando que eu estou exagerando, ligue o noticiário local e ou venha passar um final de semana nos bairros com esposa e filhos, pra ver se toda hora é ou não um corre corre por conta da violência.
Acho que vou me mudar para a Faixa de Gaza, lá pelo menos sei que é área de conflito e não fico de bobeira como aqui, achando que tudo vai melhorar.



























































E o pior de tudo:
Quem primeiro pratica o exercício da lei são meros despreparados uniformizados.
Transpassam limites e substanciam os fatos da maneira que querem.
Até quando?
Até quando seremos meros “cidadãos-cordeiros”, admitindo todo e qualquer tipo de atuação do “poder-público-instituído”?
Mobilizemo-nos, sociedade civil…
Cidadão indignado, e à beira de cometer alguma loucura.
Ducanis