CAPITÃO NASCIMENTO
Afirmam respeitáveis línguas que o governante brasileiro –incluindo o rigoroso defensor do Estado– não é chegado a planejar, ou melhor, gosta é de fazer na tora, a cul…, como se diz no bom popular, mas agora essa pecha parece estar mudando.
Pelo menos a planejadissima mega operação policial-militar no Complexo do Alemão que não faz muito tomou conta do noticiário, é um indício.
Entrando nessa seara o ceplaqueano Fernando Kojack(um abnegado defensor do distrito de Castelo Novo) aqui da Capitania dos Ilhéus não hesita em simplificar: “Rapaz, quando eles querem, planejam e fazem”.
Na verdade, nas entrelinhas o opinante quis dizer que para se realizar algo numa gestão, depende da vontade política do mandatário, situação esta que me deixa intrigado e a matutar: Será que a tão bem planejada e sucedida investida no domínio do narcotráfico no Rio de Janeiro não se vincula à prevista Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 16?
Sim, essa sinalização, dando um tom meio picaresco ao acontecido, invertendo a lógica, assentou-se numa ficção: foi um livro que virou filme e daí para o plano real. Viva, portanto o eficientíssimo e honestíssimo Capitão Nascimento, do BOPE (Batalhão de Operação de Policia Especial), protagonista do badalado Tropa de Elite 2, motivador de uma mudança de atitude governamental! Além disso, o Capitão Nascimento denunciando o desvio de conduta dos políticos e da própria polícia –em envolvimento com milícias entre outras formas de corrupção de um degenerado poder–, se torna um símbolo de patriotismo para milhões de espectadores.
E os ventos sopram anunciando que a integridade do militar –podendo ser considerado um tanto quanto fora de série nos moldes in made Brasil– se alastra e como uma bactéria do bem combatendo a do mal, vai ganhando corpo no resto do país.
Salve, Salve divina contaminação! Desde que o microorganismo não esteja fundamentado tão somente nos futuros eventos esportivo, ou seja, possua uma carga genética dominante: a da responsabilidade de comprometimento do governo com a assistência social às comunidades das favelas carioca.
Exemplos rolam à vontade os quais motivam a preocupação, como o da Eco 92 no tempo de Collor, quando o Rio se tornou com requintes desenvolvimentista, a cidade mais segura do mundo, indo depois a “excelente segurança” pro beleléu.
Olhem ai, autoridades e mandantes políticos de todos os níveis e matizes do território brasileiro, uma oportunidade rara, de ouro, a ser seguida: a virtuosidade do Capitão Nascimento. Doravante, como se trata de uma necessidade demandada no país inteiro, e como adquirimos uma experiência positiva, é só tocar o barco… Lembrando que um planejado “aparato de guerra” é bem-vindo também no combate a outros eternizados probleminhas nosso de cada dia, como a Educação, a Saúde…
Heckel Januário



























































Bom dia conterrâneo belmontense Janu (para os mais íntimos). Feliz Natal e um Ano de 2011 de muitos sucessos e realizações é tudo que eu e minha família desejamos a voce e sua família. Um forte aabraço, até mais.