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Agrissênior Notícias – Nº 314 – 22 de dezembro 2010

EDIÇÃO ESPECIAL DE FINAL DE ANO
(2010-2011)

O LUGAR DO NASCIMENTO DE JESUS

Qual a exata localização do nascimento de Jesus? Por muitos séculos este assunto vem sendo exaustivamente discutido e ainda hoje é motivo de polêmica entre as autoridades que estudam esse assunto.
Segundo o Evangelho de São Lucas, Maria deu à luz a seu filho em um estábulo, como demonstrado a seguir: “E deu à luz seu primogênito e O envolveu em panos, colocando-O numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem.”
Mas parece que as declarações do Evangelho cristão de Mateus passaram, pelo menos aos olhos do público em geral, desapercebidas, a respeito da afirmativa de Mateus no sentido que o menino Jesus nascera numa casa de Belém, ou segundo o texto: “E como Jesus houvesse nascido em Belém da Judéia, nos dias do Rei Herodes, eis que uns Magos vieram do Oriente a Jerusalém dizendo: ‘Onde está aquele que nasceu Rei dos Judeus? Pois vimos sua estrela no Oriente e viemos adorá-Lo…’ E quando entraram na casa, viram o menino com sua mãe Maria e, prostrando-se, O adoraram.”
Havia ainda, nos primeiros tempos do cristianismo, uma terceira versão a respeito do local exato do nascimento de Jesus, bastante baseada em uma informação que não consta das atuais crônicas cristãs, já que estas foram modificadas com o passar dos tempos.

No Concílio de Nicéia, realizado no ano de 325, Eusébio, o primeiro historiador Eclesiástico, pôs em debate o assunto referente ao lugar do nascimento de Jesus, determinado a pôr um fim definitivo às controvérsias. Eusébio declarou que Jesus não havia nascido numa casa ou num estábulo, mas em uma caverna. Declarou ainda que no tempo de Constantino, do local da caverna, se havia construído um magnífico templo para que os cristãos pudessem venerar o local onde nascera o Salvador. No Evangelho apócrifo denominado Protevangelion, escrito por São Jaime, irmão de Jesus, encontramos uma referência à caverna, no seguinte e importante trecho: “Porém, de pronto, a nuvem se desfez em uma luz vivíssima na caverna, de modo que seus olhos a ela não puderam resistir”.
Tertuliano, no ano 200, e São Jerônimo, no ano de 375, entre outros eminentes Patriarcas da Igreja Cristã, afirmaram que Jesus nasceu numa caverna e todos os pagãos da Palestina indicam, em sua terra, a caverna na qual nasceu o Infante cristão.
Por outra parte, o Cônego Farrar diz: “É tradição muito antiga que o verdadeiro lugar de nascimento do cristo foi uma caverna, e como tal era a todos mostrada, em sua época tão primitiva quanto a de Justino Mártir, no ano de 150.”
Temos então que a afirmação do evangelista Mateus de que Jesus teria nascido em uma casa não foge muito da verdade pois a caverna na qual vira a luz era muito mais do que uma simples escavação numa rocha.
Segundo as crônicas rosacruzes e essênias, o filho de Maria e José nasceu em uma gruta essênia situada na estrada que demandava Belém.
Os essênios possuíam determinadas casas que serviam de albergue, hospital ou pousada, instaladas em grutas ou cavernas e esse tipo de grutas abunda em toda a Palestina, e terras adjacentes, pois nos primeiros tempos do Cristianismo, era melhor e mais seguro construir grutas do que edificações sobre o chão, sobretudo quando o objetivo era o isolamento, a proteção e a segurança.
O número de grutas existente na Palestina é muito grande e surpreende os turistas e muitas delas são suficientemente grandes para abrigar dez ou vinte aposentos muito amplos, num ambiente isento de umidade, calor ou frio.
Foi então, exatamente numa gruta essênia, que José e Maria descansaram e onde Jesus nasceu. Vários dos albergues ou hospedarias dos essênios eram equipados para atender aos enfermos, feridos e necessitados, como num verdadeiro hospital. Era tradição essênia, como ainda é dos Judeus, prestar toda classe de auxílio às mulheres, no ato do parto. Cabe acrescentar que os albergues e as hospedarias dos essênios foram os precursores e o modelo dos hospitais, tal como hoje os conhecemos.
Mas e a manjedoura?
Em um dos famosos concílios cristãos, convocados pelos primeiros Padres da Santa Igreja, com o fim de dirimir controvérsias e firmar doutrinas, decidiu-se que a única maneira de pôr um paradeiro às querelas de onde Jesus nascera, seria o de declarar-se, pura e simplesmente, fora numa manjedoura. Esta decisão arbitrária, sem que se levassem em conta documentos autênticos que ainda existem, resolveu definitivamente o problema, no que dizia respeito à Santa Igreja, e por esta razão é provável que a história do nascimento ocorrido em uma pequena manjedoura permaneça, para sempre, como uma das mais caras tradições cristãs.
http://www.acasicos.com.br/html/lugar.htm

HISTÓRIA DO PRESÉPIO DE NATAL

Mais uma vez o natal se aproxima. Natal, que significa o nascimento de Deus-menino, segundo a história cristã.
Ao longo dos anos, os países católicos ao festejarem a data utilizam várias tradições natalinas como canções, a figura do Papai Noel, a ceia de Natal, a árvore de Natal e o presépio de Natal.
O presépio é uma das representações mais singelas do nascimento de Jesus Cristo. Procura resgatar a importância e magnitude daquele momento ao mesmo que nos lembra a forma simples e humilde em que se deu o nascimento.
A presença do menino Deus naquele estábulo, ao lado de seus pais, tendo por testemunhas os pastores e os animais e recebendo a visita dos Reis Magos guiados à gruta pela estrela de Belém, mostra a grandeza e a onipotência de Deus representada na fragilidade de uma criança.
Esta representação foi criada por São Francisco de Assis em 1223 que, em companhia de Frei Leão e com a ajuda do senhor Giovanni Vellina, montou em uma gruta da floresta na região de Greccio, Itália, a encenação do nascimento de Jesus.
Na época já havia 16 anos que a Igreja tinha proibido a realização de dramas litúrgicos nas Igrejas, mas São Francisco pediu a dispensa da proibição desejoso que estava de lembrar ao povo daquela região a natividade e o amor a Jesus Cristo.
O povo foi convidado para a missa e ao chegarem à gruta encontraram a cena do nascimento vivenciada por pastores e animais.
São Francisco morreu dois após mas os Frades Franciscanos continuaram a representação do presépio utilizando imagens.
No Brasil, a cena do presépio foi apresentada pela primeira vez aos índios e colonos portugueses em 1552 por iniciativa do jesuíta José de Anchieta. A partir de 1986 São Francisco é considerado o patrono universal do presépio.
“Fazer presépios é unir mundos”. O mundo animal, os homens e o mundo mineral (pedras e presentes) se unem na contemplação do nascimento de Jesus.
Os reis Magos em uma interpretação mais recentes são lembrados como um símbolo da união dos povos: Gaspar, o negro: Melchior, o branco e Baltazar, o asiático.
As palavras de paz e serenidade de São Francisco trazem até nos o sentido verdadeiro do Natal: “Todos os homens nascem iguais, pela sua origem, seus direitos naturais e divinos e seu objetivo final”.
Fonte: www.pbh.gov.br

ORAÇÃO DA CEIA DE NATAL – O MOTIVO

Oração da ceia de Natal, concertos de corais natalinos e cultos iluminados com velas preenchem o calendário das celebrações modernas do Natal. A oração nos ajuda a comunicar com Deus e ao nos sentarmos para comer a ceia de Natal, queremos reconhecer o nascimento de Jesus. Apesar de não existir nenhuma oração ou salmo de natal oficial, gostaríamos de encorajá-lo a pensar sobre o que Jesus significa para você e sua família. Fale do fundo do seu coração com o Deus celestial. Aqui está um exemplo:
“Pai Celestial, Obrigado por enviar Seu Filho Jesus à terra. Nós não só comemoramos o Seu nascimento na manjedoura, mas também a razão da Sua vinda – Sua morte na cruz. Quero agradecer-Lhe por proporcionar a vida eterna para cada pessoa que escolhe aceitar o Seu dom gratuito da salvação.
“Pai, eu Te agradeço pela minha família. A vida nem sempre é fácil para nós, mas sabemos que o Senhor está sempre conosco. Como diz a Sua Palavra, o Senhor nunca nos deixará nem nos abandonará. Obrigado pelo amor que nos une e por sempre atender às nossas necessidades. Queremos nos aproximar um do outro ainda mais no próximo ano. Nós te amamos e queremos que nosso tempo de celebração seja inesquecível. Em nome de Jesus, amém.”
Algumas orações podem ser expressadas verbalmente, enquanto outras podem ser na forma de salmos (cânticos de louvor e adoração).
Ao celebrar o Natal, orações louvam o nascimento virginal do Filho de Deus, Jesus Cristo. Talvez a primeira oração de louvor para o nascimento de Jesus veio de sua futura mãe, Maria: “A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito exulta em Deus meu Salvador; porque atentou na condição humilde de sua serva. Desde agora, pois, todas as gerações me chamarão bem-aventurada, porque o Poderoso me fez grandes coisas; e santo é o seu nome.
E a sua misericórdia vai de geração em geração sobre os que o temem. Com o seu braço manifestou poder; dissipou os que eram soberbos nos pensamentos de seus corações; depôs dos tronos os poderosos, e elevou os humildes. Aos famintos encheu de bens, e vazios despediu os ricos. Auxiliou a Isabel, seu servo, lembrando-se de misericórdia {como falou a nossos pais} para com Abraão e a sua descendência para sempre”´(Lucas 1:46-55).
Maria deu glória a Deus por Seu presente para o mundo através dela. Suas palavras de louvor têm sido repetidas várias vezes em música de coral e hinos.
Oração da Ceia de Natal – O que incluir na Oração de Natal
As narrativas bíblicas do nascimento de Cristo já têm durado mais de dois mil anos. De narrativas orais a escritas, a Imaculada Conceição de Jesus Cristo não perdeu o seu efeito sobre a humanidade. Embora ninguém saiba a data exata do nascimento de Cristo, o Natal define um tempo fixo para comemorarmos este dom maravilhoso ao regozijarmos através de canção e oração a Deus. Os cristãos celebram a revelação do dom de Deus para a humanidade, a Sua vinda em forma de homem, Jesus o Messias.
Oração da Ceia de Natal – Expressando uma oração sincera
Considere ler juntamente com a sua família uma oração ou canção natalina, como a oração a seguir:

Uma oração (por Martin Lutero)
Ah, querido Jesus, Santo Menino,
Faze-te uma cama, macia, imaculada,
Dentro do meu coração, para que possa ser
Um aposento de silêncio guardado para Ti.

Meu coração de alegria salta,
Meus lábios não podem mais manter o silêncio,
Eu também devo cantar, com uma língua alegre,
Aquela doce canção antiga:

Glória a Deus nos altos céus,
Que ao homem o Seu Filho tem dado
Enquanto os anjos cantam com alegria piedosa
Um feliz ano novo para toda a terra!

Oh Noite Sagrada (por Adolphe Adam)

Oh noite sagrada: as estrelas estão reluzindo brilhantemente
Esta é a noite do nascimento do nosso querido Salvador!
Grande permanência do mundo em pecados e erros,
Até que Ele apareceu e a alma sentiu seu valor.
Num tremor de esperança o mundo cansado se regozija,
Pois ali rompe uma nova e gloriosa manhã!
Caia de joelhos, Oh Ouça a voz dos anjos!
Oh noite divina! Oh noite em que Cristo nasceu!
Oh noite divina!
Oh noite divina!
(Fonte: www.allaboutprayer.org)

CONTO DE NATAL
Rubem Braga

Sem dizer uma palavra, o homem deixou a estrada andou alguns metros no pasto e se deteve um instante diante da cerca de arame farpado. A mulher seguiu-o sem compreender, puxando pela mão o menino de seis anos.
— Que é?
O homem apontou uma árvore do outro lado da cerca. Curvou-se, afastou dois fios de arame e passou. O menino preferiu passar deitado, mas uma ponta de arame o segurou pela camisa. O pai agachou-se zangado:
— Porcaria…
Tirou o espinho de arame da camisinha de algodão e o moleque escorregou para o outro lado. Agora era preciso passar a mulher. O homem olhou-a um momento do outro lado da cerca e procurou depois com os olhos um lugar em que houvesse um arame arrebentado ou dois fios mais afastados.
— Péra aí…
Andou para um lado e outro e afinal chamou a mulher. Ela foi devagar, o suor correndo pela cara mulata, os passos lerdos sob a enorme barriga de 8 ou 9 meses.
— Vamos ver aqui…
Com esforço ele afrouxou o arame do meio e puxou-o para cima.
Com o dedo grande do pé fez descer bastante o de baixo.

Ela curvou-se e fez um esforço para erguer a perna direita e passá-la para o outro lado da cerca. Mas caiu sentada num torrão de cupim!
— Mulher!
Passando os braços para o outro lado da cerca o homem ajudou-a a levantar-se. Depois passou a mão pela testa e pelo cabelo empapado de suor.
— Péra aí…
Arranjou afinal um lugar melhor, e a mulher passou de quatro, com dificuldade. Caminharam até a árvore, a única que havia no pasto, e sentaram-se no chão, à sombra, calados.
O sol ardia sobre o pasto maltratado e secava os lameirões da estrada torta. O calor abafava, e não havia nem um sopro de brisa para mexer uma folha.
De tardinha seguiram caminho, e ele calculou que deviam faltar umas duas léguas e meia para a fazenda da Boa Vista quando ela disse que não aguentava mais andar. E pensou em voltar até o sítio de «seu» Anacleto.
— Não…
Ficaram parados os três, sem saber o que fazer, quando começaram a cair uns pingos grossos de chuva. O menino choramingava.
— Eh, mulher…
Ela não podia andar e passava a mão pela barriga enorme. Ouviram então o guincho de um carro de bois.
— Oh, graças a Deus…
Às 7 horas da noite, chegaram com os trapos encharcados de chuva a uma fazendinha. O temporal pegou-os na estrada e entre os trovões e relâmpagos a mulher dava gritos de dor.
— Vai ser hoje, Faustino, Deus me acuda, vai ser hoje.
O carreiro morava numa casinha de sapé, do outro lado da várzea. A casa do fazendeiro estava fechada, pois o capitão tinha ido para a cidade há dois dias.
— Eu acho que o jeito…
O carreiro apontou a estrebaria. A pequena família se arranjou lá de qualquer jeito junto de uma vaca e um burro.
No dia seguinte de manhã o carreiro voltou. Disse que tinha ido pedir uma ajuda de noite na casa de “siá” Tomásia, mas “siá” Tomásia tinha ido à festa na Fazenda de Santo Antônio. E ele não tinha nem querosene para uma lamparina, mesmo se tivesse não sabia ajudar nada. Trazia quatro broas velhas e uma lata com café.
Faustino agradeceu a boa-vontade. O menino tinha nascido. O carreiro deu uma espiada, mas não se via nem a cara do bichinho que estava embrulhado nuns trapos sobre um monte de capim cortado, ao lado da mãe adormecida.
— Eu de lá ouvi os gritos. Ô Natal desgraçado!
— Natal?
Com a pergunta de Faustino a mulher acordou.
— Olhe, mulher, hoje é dia de Natal. Eu nem me lembrava…
Ela fez um sinal com a cabeça: sabia. Faustino de repente riu. Há muitos dias não ria, desde que tivera a questão com o Coronel Desidério que acabara mandando embora ele e mais dois colonos. Riu muito, mostrando os dentes pretos de fumo:
— Eh, mulher, então “vâmo” botar o nome de Jesus Cristo!
A mulher não achou graça. Fez uma careta e penosamente voltou a cabeça para um lado, cerrando os olhos. O menino de seis anos tentava comer a broa dura e estava mexendo no embrulho de trapos:
— Eh, pai, vem vê…
— Uai! Péra aí…
O menino Jesus Cristo estava morto.

(Texto extraído do livro “Nós e o Natal”, Artes Gráficas Gomes de Souza – Rio de Janeiro, 1964, pág. 39).

FELIZ ANO NOVO

ORIGEM E CURIOSIDADES SOBRE O ANO NOVO

Você sabia que o ano-novo se consolidou na maioria dos países há 500 anos? Desde os calendários babilônicos (2.800 a.C.) até o calendário gregoriano, o réveillon mudou muitas vezes de data.
A primeira comemoração, chamada de “Festival de ano-novo” ocorreu na Mesopotâmia por volta de 2.000 a. C. Na Babilônia, a festa começava na ocasião da lua nova indicando o equinócio da primavera, ou seja, um dos momentos em que o Sol se aproxima da linha do Equador onde os dias e noites tem a mesma duração.
No calendário atual, isto ocorre em meados de março (mais precisamente em 19 de março, data que os espiritualistas comemoram o ano-novo esotérico).
Os assírios, persas, fenícios e egípcios comemoravam o ano-novo no mês de setembro (dia 23). Já os gregos, celebravam o início de um novo ciclo entre os dias 21 ou 22 do mês de dezembro.
Os romanos foram os primeiros a estabelecerem um dia no calendário para a comemoração desta grande festa (753 a.C. – 476 d.C.) O ano começava em 1º de março, mas foi trocado em 153 a. C. para 1º de janeiro e mantido no calendário juliano, adotado em 46 a. C. Em 1582 a Igreja consolidou a comemoração, quando adotou o calendário gregoriano.
Alguns povos e países comemoram em datas diferentes. Ainda hoje, na China, a festa da passagem do ano começa em fins de janeiro ou princípio de fevereiro. Durante os festejos, os chineses realizam desfiles e shows pirotécnicos. No Japão, o ano-novo é comemorado do dia 1º de janeiro ao dia 3 de janeiro.
A comunidade judaica tem um calendário próprio e sua festa de ano-novo ou Rosh Hashaná, – “A festa das trombetas” -, dura dois dias do mês Tishrê, que ocorre em meados de setembro ao início de outubro do calendário gregoriano. Para os islâmicos, o ano-novo é celebrado em meados de maio, marcando um novo início. A contagem corresponde ao aniversário da Hégira (em árabe, emigração), cujo Ano Zero corresponde ao nosso ano de 622, pois nesta ocasião, o profeta Maomé, deixou a cidade de Meca estabelecendo-se em Medina.
Contagem decrescente os últimos minutos do dia 31 de Dezembro seja: 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1. Feliz 2004!!!!!! A passagem de Ano Novo é o fim de um ciclo, início de outro. É um momento sempre cheio de promessas. E os rituais alimentam os nossos sonhos e dão vida às nossas celebrações. Na passagem de Ano Novo, não podemos deixar de aproveitar a oportunidade para enchermos o coração de esperança e começar tudo de novo. E para que a festa corra muito bem, há algumas tradições e rituais que não podemos esquecer…
– Fogos e barulho. No mundo inteiro o Ano Novo começa entre fogos de artifício, buzinadas, apitos e gritos de alegria. A tradição é muito antiga e, dizem, serve para espantar os maus espíritos. As pessoas reúnem-se para celebrar a festa com muitos abraços.
– Roupa nova. Vestir uma peça de roupa que nunca tenha sido usada combina com o espírito de renovação do Ano Novo. O costume é universal e aparece em várias versões, como trocar os lençóis da cama e usar uma roupa de baixo nova.
Origem do Ano Novo
As comemorações de Ano Novo variam de cultura a cultura, mas universalmente a entrada do ano é festejada mesmo em diferentes datas.
O nosso calendário é originário dos romanos com a contagem dos dias, meses e anos. Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado em 25 de Março, data que marcava a chegada da primavera.
As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1º de Abril. O Papa Gregório XIII instituiu o 1º de Janeiro como o primeiro dia do ano, mas alguns franceses resistiram à mudança e quiseram manter a tradição. Só que as pessoas passaram a pregar partidas e ridicularizar os conservadores, enviando presentes estranhos e convites para festas que não existiam. Assim, nasceu o Dia da Mentira, que é a falsa comemoração do Ano Novo.
Tradições de Ano Novo no mundo:
Itália: O ano novo é a mais pagã das festas, sendo recebido com Fogos de artifícios, que deixam todas as pessoas acordadas. Dizem que os que dormem na virada do ano dormirão todo o ano e na noite de São Silvestre, santo cuja festa coincide com o último dia do ano. Em várias partes do país, dois pratos são considerados essenciais. O pé de porco e as lentilhas. Os italianos se reúnem na Piazza Navona, Fontana di Trevi, Trinitá dei Monit e Piazza del Popolo.
Estados Unidos: A mais famosa passagem de Ano Novo nos EUA é em Nova Iorque, na Time Square, onde o povo se encontra para beber, dançar, correr e gritar. Há pessoas de todas as idades e níveis sociais. Durante a contagem regressiva, uma grande maçã vai descendo no meio da praça e explode exatamente à meia-noite, jogando balas e bombons para todos os lados.
Austrália: Em Sydney, uma das mais importantes cidades australianas, três horas antes da meia-noite, há uma queima de fogos na frente da Opera House e da Golden Bridge, o principal cartão postal da cidade. Para assistir ao espetáculo, os australianos se juntam no porto. Depois, recolhem-se a suas casas para passar a virada do ano com a família e só retornam às ruas na madrugada, quando os principais destinos são os “pubs” e as praias.
França: O principal ponto é a avenida Champs-Elysées, em Paris, próximo ao Arco do Triunfo. Os franceses assistem à queima de fogos, cada um com sua garrafa de champanhe (para as crianças sumos e refrigerantes). Outros vão ver a saída do Paris-Dacar, no Trocadéro, que é marcada para a meia-noite. Outros costumam ir às festas em hotéis.
Brasil: No Rio de Janeiro, precisamente na praia de Copacabana, onde a passagem do Ano Novo reúne milhares de pessoas para verem os fogos de artifício. As tradições consistem em usar branco e jogar flores para “Yemanjá”, rainha do mar para os brasileiros.
Inglaterra: Grande parte dos londrinos passa a meia-noite em suas casas, com a família e amigos. Outros vão à Trafalgar Square, umas das praças mais belas da cidade, à frente do National Gallery. Lá, assistem à queima de fogos. Depois, há festas em várias sítios da cidade.
Alemanha: As pessoas reúnem-se no Portal de Brandemburgo, no centro, perto de onde ficava o Muro de Berlim. Tradicionalmente, não há fogos de artifício.
Curiosidade: Em Macau, e para todos os chineses do mundo, o maior festival do ano é o Novo Ano Chinês. Ele é comemorado entre 15 de Janeiro e 15 de Fevereiro de acordo com a primeira lua nova depois do início do Inverno. Lá é habitual limparem as casas e fazerem muita comida (Bolinhos Chineses de Ano Novo – Yau Gwok, símbolo de prosperidade). Há muitos fogos de artifício e as ruas ficam cobertas de pequenos pedaços de papel vermelho.
Cada cultura comemora seu Ano Novo. Os muçulmanos têm seu próprio calendário que se chama “Hégira”, que começou no ano 632 d.C. do nosso calendário. A passagem do Ano Novo também tem data diferente – 6 de Junho, foi quando o mensageiro Mohammad fez a sua peregrinação de despedida a Meca.
As comemorações do Ano Novo judaico, chamado “Rosh Hashanah”. É uma festa móvel no mês de Setembro (este ano foi 6 de Setembro). As festividades são para a chegada do ano 5763 e são a oportunidade para se deliciar com as tradicionais receitas judaicas: o “Chalah”, uma espécie de pão e além do pão, é costume sempre se comer peixe porque ele nada sempre para frente.
O primeiro dia do ano é dedicado à confraternização. É o Dia da Fraternidade Universal. É hora de pagar as dívidas e devolver tudo que se pediu emprestado ao longo do ano. Esse gesto reflete a nossa necessidade de fazer um balanço da vida e de começar o ano com as contas acertadas.
Tradições Portuguesas:
As pessoas valorizam muito a festa de Ano Novo, porque sentem o desejo de se renovar. Uma das nossas tradições é sair às janelas de casas batendo panelas para festejar a chegada do novo ano. Nos dias 25 de Dezembro e 1º de Janeiro, costumamos comer uma mistura feita com as sobras das ceias, que são levadas ao forno. O ingrediente principal da chamada “Roupa Velha” é o bacalhau cozido, com ovos, cebola e batatas, regados a azeite.
Para as superstições, comer 12 passas durante as 12 badaladas na virada do ano traz muita sorte, assim como subir numa cadeira com uma nota (dinheiro) em uma das mãos. Em várias zonas do litoral, há pessoas que mesmo no frio do Inverno conseguem entrar na água e saudar o Ano Novo.
Fonte: Monica Buonfiglio – Radio e TV de Portugal
http://www.miniweb.com.br/imagens/home/dezembro/natal/origem_ano_novo.html

2011
TOCANDO EM FRENTE

Aproxima-se 2011. Novas esperanças, novos projetos e um esperar de mudanças. Só que estas devem se operar em cada um de nós, utilizando-se o retrovisor para se dirigir com segurança e vencer os obstáculos.
Cada ano que se passa deve significar uma nova oportunidade evolutiva no sentido de se estar mais capacitada para a vida.
Não há moleza desde que saímos do ventre das nossas mães, restando-nos ralar pela felicidade própria, contribuindo para o bem-estar da humanidade, significando trabalhar com ética, respeitar os semelhantes e estar disponível para servir.
Em síntese, seguir os passos de Jesus. Sempre tocando em frente como dizem os poetas Renato Teixeira e Almir Sater.
São os nossos desejos a todos os leitores do Agrissênior Notícias.
(Luiz Ferreira e Jeferson Dias, Editores).

TOCANDO EM FRENTE

Ando devagar
Porque já tive pressa
E levo esse sorriso
Porque já chorei demais

Hoje me sinto mais forte,
Mais feliz, quem sabe
Eu só levo a certeza
De que muito pouco sei,
Ou nada sei

Conhecer as manhas
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs

É preciso amor
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir

Penso que cumprir a vida
Seja simplesmente
Compreender a marcha
E ir tocando em frente

Como um velho boiadeiro
Levando a boiada
Eu vou tocando os dias
Pela longa estrada, eu vou
Estrada eu sou

Conhecer as manhas
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs

É preciso amor
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir

Todo mundo ama um dia,
Todo mundo chora
Um dia a gente chega
E no outro vai embora

Cada um de nós compõe a sua historia
Cada ser em si
Carrega o dom de ser capaz
De ser feliz

Conhecer as manhas
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs

É preciso amor
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir

Ando devagar
Porque já tive pressa
E levo esse sorriso
Porque já chorei demais

Cada um de nós compõe a sua historia
Cada ser em si
Carrega o dom de ser capaz
De ser feliz

FÉRIAS

Esta é a última edição do ano 2010. O Agrissênior Notícias, com sua edição 315, retorna no dia 19 de janeiro de 2011. Param-se as “rotativas” e o pessoal goza as suas merecidas férias como dizem os subalternos aos seus chefes. Até logo, pois!

PIADA DA SEMANA

Aprendi que o homem tem quatro idades:
1. quando acredita em Papai Noel,
2. quando não acredita em Papai Noel,
3. quando é o Papai Noel e
4. quando se parece com Papai Noel.

1 resposta para “Agrissênior Notícias – Nº 314 – 22 de dezembro 2010”

  • Marcelo M de Freitas Guimarães says:

    Prezado Sr Roberto, Bom dia….

    Sou de São Paulo, Capital e há algum tempo tenho ouvido falar sobre Serra
    Grande, entre Ilhéus e Itacaré, através de um amigo que acabou de construir no Condo Verdes Mares.
    Maravilhados pelo que o amigo Pedro Da Ross nos contou, estivemos com ele no final de Set/13 visitando os arredores pelo qual nos apixonamos e resolvemos nos avizinhar do patrimonio que ele, hoje possui, embora ainda
    não tenha se transferido de vez.
    Em nossa vivita, eu e minha esposa Edna, resolvemos que deveriamos mudar radicalmente de ambiente e Serra Grande, realmente seria o local ideal para reiniciarmos um novo planejamento de vida, de paz, vivendo no aconchego de maravilhosa natureza, ainda não desenvolvida como Itacaré e
    Ilhéus, que, infelizmente, achamos muito abandonada em contrapartida ao que tanto ouvimos através das fantásticas histórias de Jorge Amado.
    Bem, durante nossa visita muito ouvimos falar dos projetos do Pré Sal que seria instalado nas imediações da Ponta da Tulha.
    No intuito de verificar como se achava o projeto, consultei através do Google as informações a respeito. Qualnão foi nossa surpresa ao ver no cabeçalho do site artigo datado de 2008 com previsões de conclusão para final de 2012.
    Não levando em conta as barbaries prometidas pelos politicos, gostariuamos de saber do Sr, se por acaso possuis alguma posição mais atualizada desse projeto. Afinal, como estamos em vista de aquisição de terrenos nas imediações, para construirmos nossa casa, nos preocupamos com a localização do projeto que me parece bem na orla de Serra Grande.

    Oxalá, isso não venha contra nossos planos, pois alem de fugir da violência e das loucuras dos congestionamentos de Sampa, nosso desejo persiste em breve estarmos vizinhos do Sr e de varios amigos que conhecemos em Serra Grande, durante nossa visita.

    Agradeço quaisquer informaçõs que possa nos amenizar de preocupações a fim de nos instalarmos em tão maravilhosa região.

    Grato, abraços e votos de um ótimo final de semana ao Sr e familiares
    (Oxalá, sem chuva!)

    Marcelo MF Guimarães

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