“10TAQUES”
As lojas da Rua D. Pedro II e adjacências, o Armarinho Santo Antônio de Eliza de Carvalho Mármore (Elizinha); a Paulistana de Jorge Chauí; A Lorva de Alberto Rabat, o velho Berá; a Casa das Fábricas de Antônio Silva; A Paulistana de João Chauí; que saudade da bomboniere do Sr. Jalves, junto à barbearia do Nozinho; a “Padaria São José” de Acidálio Mendonça; “A Gaúcha” de Elias Oche, onde trabalhou Galeno Machado (Posto Dom Eduardo), Leandro Pinilos (O Canguru), Virgínio, foi onde Tortinha, também conhecido por Seu Bastos, começou a trabalhar ainda menino e se aposentou nas “Casas Pernambucanas”; a velha “A Nacional” do Sr. Carlos, antecessor de Guy Mello, pai do meu grande amigo Nei; A “Casa Arnaldo”, de Arnaldo Bunchaft, onde trabalhou Jair Garcia; “A Girafa” de Abelardo Galvão; Loja Geni de Alberto Zaidan; a Casa Gloria de Alberto Storino; Moveis Fátima de Secundino Dario Carballal Dacal; a Loja Triunfa de Paulo Patury, com suas bicicletas na porta (que bicicletas em Paulo), que depois fundou a Under Wather Service Corporation, empresa que trabalhava no novo porto de Ilhéus; a “Ferragem Mendonça Irmão”, onde comprávamos madeixa para os pinhões; o Barril, 1ª choparia de Ilhéus e Itabuna, de José de Mainha; a velha Pensão Vasco (onde hoje se encontra o estacionamento do Banco do Brasil) de Pedro Duarte, onde na parte térrea funcionava, na esquina a Farmácia Universal de Divaldo Reis, logo atrás o Café e Bar Silgo de Zequinha Lago pai de meus amigos Zebinha, Paulo e Luiz (falecido), depois Brandão Filhos e por último o Café e Bar Bahia de Napoleão Laureano; Padaria Luso Brasileira de Pereira & Ventin (Albino Álvares Pereira e Daniel Ventin); o Supermercado Compre Bem, primeiro supermercado da cidade, de Alberto Hage, onde se vendia muito açúcar, não é Carlito Hage!?; a ferragem “A Brasília” de Antônio Lopes; Pavilhão Vermelho e Branco e o Bar “A Base” de Mário Ferreira Chagas, onde comprávamos fogos; o Café e Bar Mauá de Nazal Salame Soub (Que também tem uma história interessante, não sei se é verdade: Estava seu Nazal em casa quando um rapaz bateu à sua porta, o velho Nazal atendeu e o rapaz perguntou-lhe: o Sr. Nazal está. O Sr. Nazal respondeu-lhe: Nazal saêu, Nazal saêu. O rapaz foi embora e voltou mais tarde, tornou a bater à porta do Sr. Nazal que o atendeu e o rapaz tornou a perguntar-lhe: o Sr. Nazal está. E o Sr. Nazal tornou a responder-lhe: Nazal saêu, Nazal saêu. O rapaz então lhe disse que tinha trazido um dinheiro para entregar ao Sr. Nazal, este então batendo no peito dizia: Nazal “sa eu”, Nazal “sa eu”). O Velho Nazal era avô de Zé Nazal e Pachequinho.
Ainda não acabou não, pra semana tem a 4ª parte.




























































Prezado Alfredo Amorim
Lembro-me perfeitamente de tudo isso, pois apesar de morar no Pontal, tínhamos que se deslocar até Ilhéus(era asssim que denominávamos o centro), para realizarmos determinadas compras. A travessia de lancha, que ainda nos traz saudades, era uma viagem à parte.
O tempo teima em não querer avançar para mim, por isso, quando leio textos iguais a estes, me debruço de admiração.
Parabéns.
Boas lembranças.
Rezende
Tem ainda a Loja Popular de Francisco Medauar, mais de 50 anos no mesmo endereço, onde hoje funciona uma loja da esposa de Jorge Lango.
Tinha também a loja de brinquedos de Antonio Chaloub, a loja de tecidos do sr.José Chaloub e a loja de equipamentos de pesca do sr. Cardin.
Êh tempo bom que não volta mais !
Correinha
Alfredo,
Meu amigo
Termina logo de contar estes causos, assim você me mata do coração.Toda semana você promete terminar e nada.Tá parecendo aquelas novelas do seu tempo onde ouvia no rádio, naqueles tempos que não existia a televisão.Lembra desse tempo!Se não terminar essa agônia no próximo “10Taques”, vou te levar para fazer uma consulta com o nosso amigo. Dr. Paulo, olha o dedão!rsrsr
abs,
Melck Rabelo