“10TAQUES”
Adendo.
(dicionário Michaelis: do latim addendu: coisa adicionada; acréscimo).
Como estamos falando dos agulhas estou explicando bem para que ninguém confunda com ardendo, sei lá.
Por motivo de muitas reclamações, principalmente de Zebinha, venho através desta, fazer uma retificação. Segundo ele, Zebinha, esqueci de citar muitos agulhas que ficaram chateados e também coloquei dois que não eram agulhas, o grande Siri e o professor Saló, pensava que eram.
Com a ajuda de Nanico (Marcos Mendonça) consegui todos os nomes dos famigerados agulhas. Seguem abaixo os nomes dos descontentes:
Parú (João Correia Lavigne de Lemos)
Gutemberg Perelo (Guteira)
José Augusto Perelo
Jorge Passos (Jorge C. D.)
Luis Halla (Luis Coquita)
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(4ª parte)
E a cadeira do engraxate João Paulo o “Piriquitinho”! deve ter muita gente com saudades!!!; os machões da rua dos portões (Rua General Câmara), era a rua com o maior número de machões por metro quadrado da cidade, é, pra fazer o que eles faziam tinha que ser muito valente, muito macho. Chuvinha, Clodoaldo (Codó), o mudinho, até o Pa…. (êpa), Chuvinha dizia que este era o mais valente. Tinha uns dez machões.
As matines no Cine Teatro Ilhéus, com Gileno Machado (“sorveteria O Ponto Chic”) na portaria, que não deixava ninguém entrar comendo pipoca ou chupando sorvete; também as matines do cinema do Cube Social de Ilhéus; as paqueras na calçada da Avenida Soares Lopes em frente ao Ed. Santa Clara e depois em frente ao Ed. Souza e em sua galeria onde ficava a Sorveteria Ponto Chic na frente depois a Boate “O Inferninho” de Zebinha Lago (em Paulo Mendonça e Gracinha), e no fim o Dragão Cor de Rosa de Almirante; a Cabana da Sereia de José França no Pontal; O bar “Luanda Beira Bahia” do Nego Dau (Adalberto Cláudio de Oliveira (Badaró)) com suas moquecas caprichadas (no tempero, em Zenaide?), e as afilhadas de Ita? (que afilhadas!), o Nego Dau sempre que ia tomar uma destilada brindava: “Tu é para mim como eu sou para ti, você vai me matar, mais eu vou te engolir”. A concentração da C. I. B. (Companhia Ilheense de Bebedeira) na Avenida Soares Lopes no carnaval, na casa de Amelinha Pacheco; mais esta é outra história, outra fase de minha vida. E o bar do Ed. Santa Clara de Manoel Souto e seu filho Paco, depois vendido para Rui Santana, certa feita estávamos tomando umas cervejinhas e quando acabamos pedimos para fazer um vale a Zé Maria (Joseph Mary) que nos disse que seu pai não aceitava vales, antão aconteceu o inevitável, fizemos um vale oral, já se viu! O Bar Lido, em baixo da casa de Dada Tavares, do libanês Joseph e seu irmão Michael Rhaad, que era um cara muito “delicado”, ponha delicado nisto, na esquina da Praça Ruy Barbosa com a Avenida Soares Lopes; o grande Berro D`agua de Gilberto Sena; o Bar e Boate “O Arrastão” de Juca e Cenildo Pinto no Pontal; Boate Caverna no Hotel Barravento, a Moqueca de Ouro na cabeceira do aeroporto; o Restaurante Toca do Gringo de meu “irimão” Alfredo Chauí; a Churrascaria Anjo de Cavalo de Elias Darian Filho, o Lilito Morotó, que figura; a barraca raquítica “Barraquítica” de Brunek Susmaga, que começou seus dias em 1981 nas barracas de verão na Avenida Soares Lopes, fez tanto sucesso que Bruno resolveu continuar o seu grande trabalho e está nos aturando até hoje.
Ainda não acabou, pra semana ainda tem a quinta parte.




























































Sr. Alfredo Amorim, antigo morador da 28 de junho, hoje Jorge Amado, nas imediações, da hoje, Gardênia.
Recorda é viver. Na esquina da Ruy Barbosa com Soares Lopes, o primeiro estabelecimento foi a Sorveteria CAPRI, com suas mesas de fórmica na calçada e duas taças entrelaçadas, pintadas na parede de cor cinza azulada. Proprietários: Dadá, Fernando Kruschewsk e, talvez, outro sócio. dEPOIS VEIO o Lido, ou “FaLido”. Quem morou no Castelinho, sobre o CAPRI e LIDO foi, também, João Tavares e Família. Tinha dois andares, com entradas pela Ruy Barbosa e pela Soares Lopes, ao lado da garagem que fazia divisa com o colégio de D. Cleofas.
Quem não se lembra de DI BRANCO, nos anos 1965/66, pintando naquela esquuina. Procurar quem tem um quadro de DI BRANCO em Ilhéus.
Você esqueceu de citar um nome famoso: Léo Portugal da Mota, grande torcedor do Botafogo, que também frequentou o baba da turma da Ruy Barbosa, nessa mesma época.
Vá em frente
Boite Velhos Marinheiros dos irmãos Geraldo (falecido) e Toinho Lima (dono atualmente da Cabana Porto Bahia), O Inferninho de…sobrenome Dórea… esqueci…,Dragão Cor de Rosa do Almirante com os melhores sucos chamados “ligantes”… que tomávamos de canudinho e depois os efeitos eram bastante benéficos…(galeria do Souza), A Cabana de Seu Álvaro no Cururupe, muito bem frequentada, O Pitu da Lurdinha (av. Itabuna) mas so ia quem tinha grana…carooo! A Moqueca de Ouro de seu Evandro (hoje Opaba), onde comíamos a melhor moqueca de badejo. Chez Moi de Osvaldo Bernardes (Pontal), O Canibal uma das melhores casas noturnas de Ilhéus, de Fernando Sartorelle (paulista que passou a perna em todo mundo daqui e escafedeu-se…, A Mão de Vaca da Natália… São tantas as recordações…uffa!!!
Me da saudades….
Correção: Chez Bernard (Osvaldo Bernardes) Chez Moi foi depois e pertencia a
Maria Luiza, infelizmente não durou muito, mais foi bom enquanto durou…
Anne
Esse Alfredinho foi fundo
Obrigado pelas lembranças;Dei uma reviravolta enorme neste passado maravilhoso,o qual nao existe mais.
Grande Alfredo,
E nossos verões, bem melhores que os atuais? com seus campeonatos de volei de praia, futebol de areia e gincanas de carro? sem essa infinidades de shows carissimos onde os jovens embarcam na canoa da midia, se apertam todos, prá enriquecer meia duzia?
E nossos carnavais prá lá de animados na Soares Lopes durante o dia, enriquecidos pelos animados e elegantes bailes pré-carnavalescos (Festas do Havai) dos Bancários e do Social?
E os famosos e disputados reveillons bonitos e elegantes do Social, com traje smoking?
Éra outro mundo, outra cidade, sem duvida muito mais animada que a atual.
Jorge Cajueiro
E as caretas? Naquela época, nós mulheres, saíamos mascaradas, paquerávamos sem maldade e sem tirar a máscara. Nos bailes noturnos no Social de Ilhéus, animados com orquestras maravilhosas… Ao som da música Máscara Negra…:- VOU BEIJAR-TE AGORA, NÃO ME LEVE A MAL…HOJE É CARNAVAL!!! Todo mundo nessa hora obedecia a palavra de ordem. (rsrs)
Quantos risos, quanta alegria…
Saudades de uma época que não volta mais e que não sai das nossas lembranças.
Olá Sr.Jorge,
gostei dos comentários que fez como leitor à revista veja sobre a maneira brasileira de cultuar nossos heróis. Foi na carótida! Além do fato de o comentado negar-se a fazer exame de DNA de uma filha que o reivindica como pai.
Quantas pessoas neste país morrem por total falta de assistência, enquanto alguns têm equipes médicas e todo aparato possível!
Parabéns.
Esqueceram da Pedra de Ilhéus.
Voce acertaram em cheio. PARABENS. Não sabia que Marco Mendonça tinha a alcunha de NANICO.