Hage critica “má vontade e preconceito” da Veja
De: Ligia Costa
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Hage critica “má vontade e preconceito” da Veja
O ministro-chefe da Controladoria-Geral da União, Jorge Hage, enviou carta à revista Veja, em que contesta a afirmação de que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi “o mais corrupto da República”. “Será ele o mais corrupto porque foi o primeiro Governo da República que colocou a Polícia Federal no encalço dos corruptos, a ponto de ter suas operações criticadas por expor aquelas pessoas à execração pública? Ou por ser o primeiro que levou até governadores à cadeia?”, indaga Hage.
Leia a íntegra:
“Sr. Editor,
Apesar de não surpreender a ninguém que haja acompanhado as edições da sua revista nos últimos anos, o número 52 do ano de 2010, dito de “Balanço dos 8 anos de Lula”, conseguiu superar-se como confirmação final da cegueira a que a má vontade e o preconceito acabam por conduzir.
Qualquer leitor que não tenha desembarcado diretamente de Marte na noite anterior haverá de perguntar-se “de que país a Veja está falando?”.
E, se o leitor for um brasileiro e não integrar aquela ínfima minoria de 4% que avalia o Governo Lula como ruim ou péssimo, haverá de enxergar-se um completo idiota, pois pensava que o Governo Lula fora ótimo, bom ou regular.
Se isso se aplica a todas as “matérias” e artigos da dita Retrospectiva, quero deter-me especialmente às páginas não-numeradas e não-assinadas, sob o título “Fecham-se as cortinas, termina o espetáculo”. Ali, dentre outras raivosas adjetivações (e sem apontar quaisquer fatos, registre-se), o Governo Lula é apontado como “o mais corrupto da República”.
Será ele o mais corrupto porque foi o primeiro Governo da República que colocou a Polícia Federal no encalço dos corruptos, a ponto de ter suas operações criticadas por expor aquelas pessoas à execração pública? Ou por ser o primeiro que levou até governadores à cadeia, um deles, aliás, objeto de matéria nesta mesma edição de Veja, à página 81?
Ou será por ser este o primeiro Governo que fortaleceu a Controladoria-Geral da União e deu-lhe liberdade para investigar as fraudes que ocorriam desde sempre, desbaratando esquemas mafiosos que operavam desde os anos 90, (como as Sanguessugas, os Vampiros, os Gafanhotos, os Gabirus e tantos mais), e, em parceria com a PF e o Ministério Público, propiciar os inquéritos e as ações judiciais que hoje já se contam pelos milhares? Ou por ter indicado para dirigir o Ministério Público Federal o nome escolhido em primeiro lugar pelos membros da categoria, de modo a dispor da mais ampla autonomia de atuação, inclusive contra o próprio Governo, quando fosse o caso? Ou já foram esquecidos os tempos do “Engavetador-Geral da República”?
Ou talvez tenha sido por haver criado um Sistema de Corregedorias que já expulsou do serviço público mais de 2.800 agentes públicos de todos os níveis, incluindo altos funcionários como procuradores federais e auditores fiscais, além de diretores e superintendentes de estatais (como os Correios e a Infraero).
Ou talvez este seja o governo mais corrupto por haver aberto as contas públicas a toda a população, no Portal da Transparência, que exibe hoje as despesas realizadas até a noite de ontem, em tal nível de abertura que se tornou referência mundial reconhecida pela ONU, OCDE e demais organismos internacionais.
Poderia estender-me aqui indefinidamente, enumerando os avanços concretos verificados no enfrentamento da corrupção, que é tão antiga no Brasil quanto no resto do mundo, sendo que a diferença que marcou este governo foi o haver passado a investigá-la e revelá-la, ao invés de varrê-la para debaixo do tapete, como sempre se fez por aqui.
Peço a publicação.
Jorge Hage Sobrinho
Ministro-Chefe da Controladoria-Geral da União”
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A revista VEJA que auto se intitula o semanário de maior tiragem do país, pasmem cerca de 1milhao e quinhetos mil exemplares, re´ppresentando 0,75% da população brasileira.
Acho que so vende isso pela sua falta de credibilidade.
A veja esta a serviço de oposições invejosas e acima de tudo coniventes e sem o devido interesse de realnmente enxergar aa verdade.
Onde estão os escandalos de São Paulo??? ou la não tem escandalos??
É uma vergonha haver uma periódico como a VEJA que nos entopem de propagandas e dessas matérias encomendadas.
LIBERDade de imprensa não é liberdade de ofensa.
Esse Jorge Hage deveria explicar como ele consegue receber salário de Juiz de Direito do Distrito Federal(aposentado) cumulado com de Mistrito de Estado (CGU), o que é totalmente ilegal.
CGU já expulsou 2.398 funcionários irregulares
Biaggio Talento | A TARDE
O número de servidores federais expulsos pelo governo federal atingiu a marca de 2.398, em janeiro. Desde 2003 a Controladoria Geral da União, comandada pelo ministro baiano Jorge Hage vem atuando para expurgar os maus servidores do serviço público.
Foram demissões, destituições de cargos comissionados e cassações de aposentadorias aplicadas como punição a funcionários envolvidos em atos ilícitos. No ano passado, conforme a Controladoria, 429 servidores foram penalizados por essas práticas, o que representa um aumento de 20% em relação ao ano anterior (2008).
A CGU vem trabalhando contra os servidores fraudadores em paralelo à fiscalização dos convênios de obras entre prefeituras e estados com a União. No âmbito do funcionalismo, entre as irregularidades flagradas mais comuns, a principal é a de valer-se do cargo público para obtenção de vantagens, representando 32,39% do total dos punidos.
A improbidade administrativa vem a seguir, com 714 casos (18,71%); as situações de recebimento de propina somaram 232 (6,08%) e os de lesão aos cofres públicos, 171, representando 4,48%.
INSS – Uma das parcerias firmadas entre o governo baiano e a União foi para a verificação de eventual duplicidade de vínculo entre servidores do Estado e aposentados pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS).
O batimento das folhas de pagamentos indicou 661 servidores concursados trabalhando no governo estadual e recebendo aposentadoria da Previdência Social por invalidez temporária ou permanente, acidentes e outros benefícios que, teoricamente, deveriam tirar o trabalhador de qualquer atividade no serviço público.
Ou seja: esse grupo vinha acumulando o salário de servidor estadual e a aposentadoria num duplo vínculo considerado ilegal. A ação permitiu a retirada dos irregulares da folha do Instituto Nacional da Seguridade Social.
Essa galerinha da Veja deveria ser mandada para o IÊMEN.