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FUNAI, FUNASA, FUMAÇA

A mais de 20 anos o governo brasileiro vem tentando recuperar a fauna e a flora em todos os ecossistemas e biomas. Com A criação da Lei n° 9.605/98, os órgãos públicos federais, estaduais e municipais, ganharam força para combater crimes ambientais de toda natureza. Nesse caminhar, o mérito não é só do IBAMA, mas de todos que combatem o tráfico de animais; de madeira; peixes e plantas ornamentais. A mídia tem dado cobertura e divulgado centenas de operações em todo território nacional, não escapando nem mesmo os grandes empresários que de forma clandestina comercializavam animais e madeira nobre, à exemplo do Marupá, castanheira e mogno.

Em 2010, foram divulgados os números e redução dos desmatamentos e queimadas, tanto na Amazônia, como no cerrado e Mata Atlântica, ou seja, houve uma recuperação de aproximadamente 32% de áreas degradadas, diminuindo consideravelmente o lançamento de poluentes na atmosfera, bem como, o tráfico de madeira sem guia florestal.

Onde há FUNAI, FUNASA, há fumaça. E, o combate a crimes ambientais fica comprometido pela simples presença da FUNAI, que sem nenhuma preocupação, com o meio ambiente, adotam toda sorte de indivíduos que se dizem índios. Índios que desmatam, queimam, caçam, vendem madeira e nas horas de folga invadem propriedades alheias, com a simples desculpa de serem legítimos donos. Ousamos questionar… Quem foi que já viu um índio trabalhando para seu próprio sustento? Muito menos para pagar impostos. Neste caso é bom alertar a sociedade, que o verdadeiro índio, deixou de ser iniputável desde a constituição de 1988, podendo ser autuado, processado e condenado. Estamos falando de índio, não de indivíduos de conduta duvidosa, amparados pela FUNAI e passeando nas viaturas da FUNASA com o dinheiro dos contribuintes. Seria de bom alvitre que o novo governo passasse a observar a conduta da FUNAI e quem sabe repassar as atribuições, tais como identificação de pessoas que se pintam e, num passe de mágica passam a ser considerados como silvícolas.

A quem interessa tanta autoridade atribuída à FUNAI, como demarcação de terras e permissão para que supostos índios destruam áreas produtivas? Com a palavra, as autoridades públicas, que podem dar um basta, nesta situação desfavorável ao meio ambiente.

(ALMEIDA,J.Iram)

2 respostas para “FUNAI, FUNASA, FUMAÇA”

  • Thiago says:

    Como vc pode afirmar quem é e quem não é índio? Porque ele não anda pelado e não usa arco e flecha não é índio? Quanto às agressões ao ambiente infelizmente esse não é um “mérito” de alguns descedentes indígenas, mas no caso deles isso se torna um agravante? A discussão é muito mais complexa que essa.
    Que a FUNAI precisa ser renovada isso já é do conhecimento de todos.

  • sou um dos leitores dos artigos de Irã almeida,e posso confirmar a sua sensibilidade em seus pontos de vista.Ele tem razão em suas palavras antagônicas no respeito a índios
    que não são índios e que estão usando de um direito exacerbado,de badernas,invasões e furtos nas propriedades,de quem com esforços e esmero lutaram para garanti o futuro…

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