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janeiro 2011
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ATITUDE, POSTURA, FISCALIZAÇÃO

Preste atenção.

Nada contra os empresários e/ou pessoas que querem exercer algum tipo de negócio, pois toda cidade precisa de empreendimentos, geração de emprego e renda, afinal, desde os primórdios que existe esta relação capital x trabalho.

Mas o que falta na nossa cidade é uma questão de atitude por parte da prefeitura, senão vejamos.

1 – Na praça construída no final da orla do Pontal, perto da Nova Brasília, parece que ficou definido no projeto o funcionamento de uma lanchonete, um parque infantil e uma banca de revistas.

A lanchonete está no seu devido lugar em funcionamento. Montaram a banca de revistas, mas não sei por que, o proprietário resolveu construir outra banca, esta de laje, tijolo e cimento.

Alguns moradores da área entraram na justiça e tentaram embargar o projeto, portanto, está sub-judice.

A obra da nova banca continuou e já está funcionando e a antiga banca continua no local esperando que o tempo se encarregue de seu destino.

2 – A Avenida Aurélio Linhares, que poderá um dia ser uma belíssima artéria, como conclusão do projeto da 2 de Julho, está dessa maneira:

O local definido pela prefeitura para funcionamento das bancas de fogos nas festas de São João, agora está ocupado em caráter permanente, ou seja, vai ficando, coloca-se um fogão, um banheiro, uma TV e vira uma residência, claro que com a parceria da Embasa e da Coelba, completando a favela que já está implantada ao lado da Cesta do Povo.

Mais adiante, vem o grande problema, que é a área da antiga fábrica de derivados de cacau.

Numa ação que muitos afirmam ter sido precipitada, a prefeitura demoliu o que restava da antiga fábrica, principalmente o seu acervo sentimental, não pôde ir adiante no processo e o que se vê hoje é uma grande área abandonada e se tornando num grande lixão no centro da cidade.

3 – Na Avenida Soares Lopes, este cartão postal e imenso parque, sem nenhum projeto de uma utilização racional e que venha dar vida a este espetacular espaço público, as coisas estão acontecendo de uma maneira muito esquisita.

Mas uma vez volto a afirmar que nada tenho contra os empresários ou pessoas interessadas em promover negócios ou montar empresas.

Recentemente numa área do parque da Soares Lopes, foi montada uma estrutura aonde viria a funcionar uma boate itinerante. Depois de tudo pronto a prefeitura embarga o funcionamento.

Aí a gente pergunta: quem autorizou a montagem da boate? Quem fez as ligações da rede elétrica e hidráulica?

Ninguém pode sair por aí, chegar numa cidade, armar um circo sem autorização, essa atitude não existe em lugar nenhum.

Autorização houve e quem deve ser responsabilizado pelo prejuízo causado ao empresário é o poder público municipal, salvo melhor juízo.

A praia que está bombando já há algum tempo, é a Prainha do Cristo, algo precisa ser feito naquela área, para dotá-la de plenas condições de acolher os turistas e nativos.

Conversando com o nosso Secretário de Turismo, o mesmo nos adiantou que tem planos para aplicar no local.

Em se falando de Paulo Moreira, é realmente um cidadão dinâmico, algumas vezes criticado, mas que gosta imensamente de Ilhéus e tem boas idéias.

Vejam que são situações visíveis a qualquer cidadão que circula pelo centro da cidade, imagine o que não acontece nos bairros e periferia.
Enquanto não for achado e atualizado o Código de Postura do Município, o exercício rigoroso da fiscalização pública e uma melhor atenção no fornecimento de alvarás, a coisa vai alcançar um estágio incontrolável.

Se como cidadão estiver inventando, caluniando ou mentindo, sobre o que aqui relatei, que seja acionado pelo poder público municipal para prestar esclarecimentos, pois com certeza outros assuntos poderiam ser abordados com as nossas autoridades, algumas constituídas, outras nem tanto.

ZÉCARLOS JUNIOR

1 resposta para “ATITUDE, POSTURA, FISCALIZAÇÃO”

  • Caro,
    Zé Carlos

    A antiga fabrica de cacau dos Kaufmann,você foi um dos que incentivou a demolição da fabrica.Depois de demolida e entulhos jogados no chão, mato crescendo ao redor,sujeira de lixo,entulhos e a PMI impedida por ação judicial a não tocar em nada no local, todos que foram a favor da demolição agora é contra.
    Melck Rabelo

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