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RETRATO DE UMA COLIDENTE DEMARCAÇÃO DE FALSAS TERRAS INDIGENAS

Se não fossem as subsequentes prisões, principalmente dos falsos líderes, como a da “cacique” Valdeci, há poucos dias, poderíamos chamar de movimento indigenista essa tentativa de demarcação. Todavia, os crimes registrados em fartos inquéritos policiais, sobrepujam as barreiras da legalidade e da moral, denunciando com muita facilidade, que se trata de um oportunismo barato, motivado por ideologias obsoletas, que andam na contramão do desenvolvimento do nosso País; uma política retrógrada que não mais se aplica em pleno século 21. Para a Polícia Federal, pode tratar-se de formação de quadrilha, mas, para nós, de arroubo do crime organizado, que agoniza.

Os falsos líderes abraçam a prática da criminalidade com interesses pecuniários e eleitoreiros, e usam como massa de manobra, aqueles menos esclarecidos, cadastrados de forma fraudulenta através de fartas promessas; porém, a justiça, implacável, condena-os com prisões flagrantes, até mesmo os castiga, suspendendo a Demarcação, apartir de 14/12/2010, conforme despacho do Juiz Federal Dr. Pedro Holliday, condicionando-a à desocupação de propriedades invadidas.

A Associação de Pequenos Agricultores não ficará alheia a tudo isso. Lutamos contra um movimento que se confunde com formação de quadrilha, pois, a todo instante se prende um representante, auto-intitulado Tupinambá de Olivença, movimentando toda justiça Brasileira, levando aos mais altos custos operacionais, que são pagos pelos contribuintes que nada têm a ver com tamanha hipocrisia. São elementos assistidos pelo Ministério Público Federal, que, confuso e pago pelos mesmos contribuintes, parece empenhado em nada fazer.

Dois mil e onze anos depois de Cristo e o homem ainda não aprendeu a respeitar o seu semelhante. Tem em alguns representantes dos interesses públicos, que apóiam movimentos como este, o retrato daqueles que defendem o seu próprio umbigo, contribuindo para perpetuar os mesmos problemas de outrora: saúde, escola, transporte, educação, segurança, moradia, corrupção, nepotismo…. etc. Problemas que se repetem com muita clareza e pelos mesmos motivos: a falta de respeito para com o próximo.
A Presidente eleita Dilma Roussef, com sua coragem de cortar 50 bi do orçamento, de nomear várias mulheres para ministérios, de apontar o dedo contra Armadinejad e de quebrar a corrente de rapina em Furnas, e o Governador Jackes Wagner, conhecedores da nossa luta, decerto não permitirão essa demarcação, entendendo assim que as terras já pertencem aos Pequenos Agricultores, que nelas produzem há mais de 100 anos.

A Associação de Pequenos Agricultores defende o interesse plural voltado para o respeito ao direito de propriedade, como também a Constituição Brasileira. Assim, esperamos dos velhos e novos representantes, o compromisso com a verdadeira Democracia, que tem como limite, a lei.

Estas são as nossas convicções

Luiz Henrique Uaquim da Silva
Presidente

1 resposta para “RETRATO DE UMA COLIDENTE DEMARCAÇÃO DE FALSAS TERRAS INDIGENAS”

  • Abiel da Silva Santos says:

    Caro editor,
    Quero manifestar o meu apoio incondicional ao presidente da associação dos pequenos produtores, Luis Henrique, pela dterminação e coragem com que enfrenta essa quadrilha que se intalou em nossa cidade, com intuito de usurpar as propriedades alhaieas.

    Quero fazeruma pergunta
    – Por que Valdeleci é cacique se na culta indegena para uma mulher assumir a lideranã não deve haver homens de maior idade?

    Isso é uma piada

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