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A Coluna do Jonildo

Tragédia anunciada

O acidente no Iate Clube de Ilhéus, com mais de 20 feridos incluindo um bebê de oito meses, levanta algumas questões:

* As construções em Ilhéus são vistoriadas pelos setores competentes?
* Exemplo os edifícios que estão sendo levantados têm a vistoria e a aprovação do Corpo de Bombeiros na prevenção de tragédias?
* Na prefeitura existe algum setor competente e com pessoas competentes para avaliar as estruturas das obras?
* Se existe tem cumprido suas obrigações?
* Existe vistoria periódica nos prédios públicos ou privados?
* Pois bem!
* O acidente no Iate revela a resposta.


Tragédia anunciada

Há poucos meses um incêndio consumiu uma fabrica em Ilhéus. Só com a iniciativa do comando do Corpo de Bombeiros a Embasa, (Ministério Publico, Prefeitura Lions etc etc não compareceram) foi convocada para uma reunião na Associação Comercial. Durante a reunião o pessoal da Embasa admitiu que, por determinação deles, a empresa não cumpre as normas da ANVISA e da ABNT.

Ou seja, a água chega aos hidrantes a conta-gotas e a noite todo o sistema é desligado.

A Prefeitura até hoje não se manifestou.


Tragédia anunciada

Alguns hidrantes (mesmo sem água) foram trocados em Ilhéus. Mas a iniciativa foi do Comando do Corpo de Bombeiro que, Sam saber em que porta bater. Bateu no Ministério Publico e este determinou que fossem trocados os hidrantes velhos e ultrapassados.

A Prefeitura não sabia e não procurou saber. Ao contrário, uma das “cabeça pensantes do governo municipal” queria que um hidrante fosse instalado dentro do estádio Mário Pessoa e não na calçada da Av. Osvaldo Cruz onde foi colocado.

Só um estrupício mental conceberia caminhões de bombeiros entrando e saindo em velocidade num velho Estádio.

Esses e outros fatos revelam que o acidente do Iate Clube não é um fato isolado e o clube não pode ser culpado sozinho, porque as todas as tragédias são anunciadas.


UESC

Uma questão da prova de língua portuguesa e literatura, aplicada no vestibular da UESC, em 16 de janeiro, reproduz um anúncio publicitário do governo do Estado, publicado em página dupla na revista Veja, na edição de 1/12/2010. O texto “Mais baianos produzindo a cultura / Mais cultura para todos os baianos” elogia a administração dos projetos de cultura do governo do Estado.

O vestibulando Rainer Torres, não gostou do que leu e fez a denúncia. Segundo o vestibulando “quem prestou o vestibular da UESC foi obrigado, se quisesse ganhar pontos na questão, a reconhecer a suposta revolução que o governo Jaques Wagner diz ter praticado na cultura da Bahia”.

O ex-deputado federal José Carlos Aleluia (DEM) cobra a apuração do Ministério Público e o ti ti ti se instalou.


UESC

Sobre essa polemica, a vice reitora da UESC, professora Adélia Pinheiro explicou que “a elaboração de provas do vestibular é responsabilidade da empresa ganhadora de licitação (Consultec) e sujeita às regras próprias de sigilo. A UESC somente tem conhecimento das questões das provas após a aplicação.

A prova de português utiliza textos publicados em diversos veículos de comunicação. São exemplos as questões 1, 2 e 3. A questão 1 tem como fonte do texto A Tarde, a questão 2 a fonte é a Veja e a questão 3 a fonte é a Folha de São Paulo. Tais publicações são de domínio público e foram regularmente realizadas.

Não localizamos nenhuma irregularidade na utilização de peça publicada pelo veículo de comunicação denominado Veja, referente às ações desenvolvidas pelo Governo do Estado da Bahia.”


EMBASA

Os moradores da Av. 2 de Julho querem saber o por que , o por que da falta de água diária?

Os moradores do bairro Nelson Costa também?

Os moradores do Alto do Coqueiro também?

Os moradores do…


Vai voltar

Após o governo cortar R$ 50 bilhões nos gastos em 2011, a presidente Dilma Rousseff tomou uma decisão extrema e deverá encaminhar ao Congresso, logo após a aprovação do salário mínimo de R$ 545, um projeto para restabelecer a Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira (CPMF). A proposta é retomar a cobrança do imposto do cheque para garantir o financiamento da reconstrução dos serviços públicos de saúde.

3 respostas para “A Coluna do Jonildo”

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