Câmara reabre trabalhos legislativos com mensagem do prefeito
Logo após a abertura da sessão, feita pelo presidente da Câmara, Edivaldo Nascimento (Dinho Gás), o prefeito Newton Lima leu a mensagem do executivo no Plenário da Câmara. Em seu discurso, o prefeito lembrou as dificuldades financeiras que o município passou nos anos de 2009 e 2010. “A chegada de grandes empreendimentos a região, construção de novos prédios e o Projeto Intermodal com certeza nos ajudarão a traçar um novo perfil para cidade e enfrentar a crise financeira”, disse Newton Lima.
O prefeito também fez um balanço da sua gestão, listando as obras e os investimentos realizados pelo executivo municipal com a missão de trazer desenvolvimento para cidade e melhorar cada vez mais a qualidade de vida dos ilheenses. “As constantes chuvas fazem com que muitas ruas de Ilhéus fiquem alagadas, para que isso não aconteça mais já estamos fazendo um estudo e em breve serão realizadas obras com o intuito de sanar esses problemas”, contou o prefeito.
Ao final do seu discurso, Newton Lima lembrou que o Executivo sempre estará aberto ao diálogo para que todos juntos possam vencer os obstáculos enfrentados. “Estaremos de portas abertas para o debate, principalmente com as comunidades através de audiências públicas, para que assim os cidadãos estejam cada vez mais perto da prefeitura”, finalizou.
O presidente do Legislativo ilheense, vereador Dinho Gás, agradeceu a todos os servidores e funcionários da Câmara pelo empenho de nesse início fazer com que as devidas adaptações fossem realizadas e também lembrou sua origem humilde. “É apenas o começo do trabalho dessa nova Mesa Diretora, espero que durante esses dois anos junto com os demais vereadores possamos fazer uma Ilhéus melhor para todos os moradores”, finalizou o presidente.




























































Fazendo pouco de nós!
Fala sério cara! essa mensagem foi a piada mais sem graça entre as tantas que ouvi nos últimos anos.
As “ações” desse governo, de ha muito não consegue tirar sequer um esgar, quanto mais um sorriso de nós, povo. As nossas esperanças morreram de inanição e vergonha.