Dia desses encontrei Zé Pretinho e no meio do papo perguntei sobre o SAMBÃO que tanto sucesso fez embalando grandes eventos. No mesmo embalo falamos sobre o TENGÃO que com o som da sua bateria fazia tremer até edifício.
Futucando nos arquivos ele achou a foto do “SAMBÃO EM CIMA DA HORA” no ano de 1979.

Se é que anotei tudo direitinho segue algumas andanças:

Tocaram no batizado do filho de José Nazal que ganhou o nome do avô: Lúcio Apoleio Sá Barreto Soub Neto. Foi em 1980 que a festança aconteceu, na bela mansão, lá no Alto do Pacheco.

Mandaram bem, por duas vezes, na fazenda Rosário, no aniversário do então secretário de Estado, Dr Domingos Lavigne. Quem fez o convite foi a saudoso amigo Tom Lavigne.

Na capital do Estado foram duas apresentações. Uma no casamento de João Souza (Dão), irmão do nosso amigo Jorjão do Tengão e a outra na festa de formatura do Dr Carlos Chagouri Ocké (Binho).

Em Coaraci animaram e tocaram no casamento de Gilson do INPS.

Inúmeras vezes se apresentaram na boite Amaralina localizada na rodovia próxima a Itajuípe.

No Luanda Beira Mar, do amigo Adalberto, era praticamente toda sexta-feira que tocavam. Alí coladinho com o porto.

Presença marcante também na casa do sr. Manoel Carlos (pai de Isaac Albagli), na Soares Lopes.

Mostraram serviço no Gillas Bar, no calçadão da Paranaguá.

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Essa foto é do tempo da construção do edifício Cidade de Ilhéus.

Faziam piseiro na casa de praia de Genildo e Almira Mucugê, no Jóia do Atlântico.

Dessa barca restam três dos Moicanos: Zé Pretinho, César Carqueija e Nilsão. Os demais DEUS levou para a eternidade.