:: 11/maio/2011 . 7:12
Trabalho dos nossos Vereadores!
Ontem estive na sede da nossa Prefeitura e vi alegria do pessoal estampadas em seus rostos pela liberação da PATROL, graças à intervenção dos nossos vereadores junto à justiça local que através de um mandato de segurança, em prol da coletividade e do social, conseguiram liberação junto ao CAR. Méritos também para o Secretario Alisson, pois fui testemunha do seu empenho, alertando inclusive para os presentes que já existiam forças políticas, Dep.Rosemberg Pinto (PT-Ba), para que a mesma fosse transferida para o município de Itapetinga, reduto do Deputado.
VAMOS PROCURAR ENTENDER
O que poderia ter acontecido há bastante tempo acaba de ser lançado pela prefeitura municipal, ou seja, o escritório de gestão de projetos, criado pela Secretaria de Planejamento.
Lembro-me muito bem que nas noitadas no Bar do Leleco, aqui na Sapetinga, tive várias conversas com um dos assessores do prefeito da época, se não me engano o gestor era o JR, na pessoa do amigo e vizinho Paulo Machado, quando lhe dizia que a prefeitura deveria destinar uma sala, com uma mesa redonda, com não mais do que cinco cadeiras, e compor uma equipe de funcionários técnicos, com a finalidade de pensar a cidade, de procurar onde captar recursos disponíveis na esfera federal e por aí afora.
Paulo Machado está vivo da silva e pode confirmar estas conversas.
CURIOSIDADE: A ORIGEM SORVETE !

Várias são as versões sobre o surgimento do sorvete, os registros mais antigos encontrados indicam seu surgimento na China e foi levado pelos árabes para o Ocidente. O sorvete como nós o conhecemos hoje surgiu apenas no século XVI, em Florença, na Itália. No século XVII surgiram vários sorveteiros em Florença, Nápoles, Palermo e Veneza.

Em Florença também foi criada a primeira máquina para fazer sorvete por Francesco Procopio dei Coltelli. Tratava-se de um recipiente metálico com uma espátula, cuja função era a de misturar a massa, posta em um balde de madeira forrado de palha, sal e salitre para conter o derretimento do gelo.

Coluna Carlos Brickmann / “Quem pode, pode”
Os ministros da Suprema Corte dos Estados Unidos, o mais poderoso tribunal do país mais rico do mundo, não têm carro oficial. Os senadores americanos, cujo poder e influência são bem maiores que os dos senadores brasileiros, não têm carro oficial. Na Justiça brasileira, de desembargador para cima cada um tem seu carro oficial com motorista. O Senado brasileiro tem carro oficial para todas as Excelências (e, aliás, está trocando neste momento sua frota de carros de luxo). E não é só o Senado: a Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro, depois de 20 anos de abstinência, voltou aos velhos hábitos, e aprovou verba de pouco mais de R$ 3 milhões para comprar carros importados Jetta, modelo 2012, com câmbio automático e bancos de couro. Os vereadores sabem o que é bom – para eles. O Metrô do Rio não tem verbas para acelerar sua expansão. Mas para que Metrô, se Suas Excelências os senhores vereadores vão andar de carro importado?
Como sabe qualquer empresa privada, a despesa de um carro não é só com o carro. É preciso ter seguro completo, manutenção, segurança, manobristas. Estacionamento coberto, claro, para proteger das intempéries os veículos comprados com dinheiro público. Câmeras de vigilância, sem dúvida. E equipes terceirizadas para acompanhar, real time, as imagens dos estacionamentos. Haja verba!
No caso dos vereadores do Rio, ainda haverá uma pequena economia: dois vereadores não necessitarão de carros, porque estão presos. Os veículos só serão entregues aos nobres vereadores que ainda estejam soltos.
Lula disse



























































