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:: 7/ago/2011 . 22:13

Hans SchaeppI em: TURISMO

30 ANOS DE LUTA

   Repercute ainda, o sucesso  da festa de comemoração dos trinta anos do jornal AGORA, realizada nos salões da AABB de Itabuna. Organizada por Roberta Oliveira, a festa teve como apresentadores, o jornalista Ramiro Aquino, (um dos fundadores do jornal juntamente com diretor-presidente José Adervan de Oliveira), e a jornalista e repórter de Tv, Cátia Gomes. A festa foi animada pela banda Lordão e teve um impecável serviço de atendimento, e excelente gastronomia. Várias homenagens foram prestadas a colaboradores e parceiros do jornal AGORA, que completou 30 anos de jornalismo com credibilidade, no último dia 28 de julho, dia do aniversário da cidade de Itabuna.

JUAZEIRO DO NORTE

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De 0 a 10, quanto sua insegurança pode destruir sua chance de ser feliz?

Sentir-se inseguro diante do desconhecido ou do novo, é completamente natural. Insegurança diante da impetuosidade da paixão ou da falta de garantias no amor, também pode ser compreensível. Entretanto, na linha tênue do coração, é preciso encontrar uma medida saudável e criativa para todos os sentimentos.

Se você vive inseguro, sentindo-se ansioso, tenso e com a sensação de que, a qualquer momento, pode perder a pessoa amada ou ser substituído por alguém “mais interessante”, talvez seja momento de relaxar e rever seus conceitos sobre si mesmo.

Esta semana, presenciei um comportamento decorrente de uma insegurança desmedida e destrutiva e comecei a observar o quanto uma pessoa pode construir seu próprio futuro de modo mascarado, empobrecido e equivocado sem se dar conta, tão afetada que está pela falta de reconhecimento de suas próprias capacidades.

Em decorrência dessa miopia, certamente vai experimentar relações doentias, magoar-se recorrentemente diante da constatação de que suas estratégias são frágeis e ineficientes e, especialmente, amargar uma solidão dolorosa, que é fruto de sua dinâmica interior.

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Marli Gonçalves em: Redemoinhos inevitáveis

Como já comecei dizendo, eles são inevitáveis. Igual buraco de bueiro nas ruas. Se a ponta do pé entrou em um, o Tempo – durante um tempo – se estenderá de forma diferente até tudo acabar de girar, se é que um dia acaba, se você não tonteou no caminho, se ele não engolfar tudo

Ventos, ventos, ventos, às vezes tenho verdadeiro pavor deles. Quando zumbem na janela, quando forçam portas e janelas, quando cantam e atiçam as vidraças. Quando varrem em direções variadas, chacoalhando como se quisessem arrancar tudo, sem muitas delicadezas, o que já estava alquebrado, cansado, prestes a ir. Com o vento as coisas se aceleram, andam mais rápido, são instadas a se mover.

Na vida os ventos podem ser suaves, brisas modorrentas, ou sopros mais fortes. Mas no nosso caminhar aqui neste chão encontramos de quando em quando o que poderíamos definir quase como buracos para o infinito, fendas de vento, exatas e cruéis: os redemoinhos. É aquele momento que a melhor descrição seria pedir para você se imaginar dentro de uma máquina de lavar roupa naquela hora “centrífuga”, que tira as últimas gotinhas de água das roupas, torce, e dá umas batidas para a própria roupa ter certeza que tem de soltar toda a sujeira ali, naquele ciclo. E sair limpinha, renovada, pronta para a próxima combinação de vestuário.

Fins de relacionamentos, decisões urgentes a tomar, correr para tirar o rabo da janela, escapar de sacanagens e armadilhas, principalmente quando fazem surpresa, são redemoinhos, torvelinhos. Desde menina admiro suas formas, ouço contar as histórias, lembro de terem me dito que havia um ali no mar de Santos, perto de onde eu fazia castelos de areia com meus baldinhos e moldes coloridos e me sentia segura longe dele. Será por causa dessa imagem que demorei tanto a perder o medo, e nunca deixei o receio das águas do mar? Os redemoinhos nascem em dias quentes, de muito sol, e estranhamente, em dias sem vento. E, pelo menos os de areia, podem ser pequeninos de poucos centímetros a monstros de muitos metros de altura e força.

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[Grupo PEC 270] Atualização do Site – 07/08/2011

Márlio Castelo publicado em Grupo PEC 270.

Márlio Castelo

7 de agosto de 2011 20:07

Colegas, boa noite.
Informo que os gráficos e as relações dos deputados que já pediram a inclusão da PEC 270 na ordem do dia, já se encontram atualizadas e disponíveis em nosso site. A relação dos deputados a favor agora está com novo layout, para facilitar a visualização, bem como também os nomes dos parlamentares que peticionaram a votação da proposta ficaram em negrito [destaque] cujos requerimentos foram protocolados no mês corrente e o mês imediatamente anterior, vide link http://www.pec270.net/relacaofavor.htm

Para você receber em tempo real mensagens, comentários, links, vídeos, fotos, documentos e enquetes que ocorre Grupo PEC 270 é simples. Veja como participar clicando neste link http://www.pec270.net/grupofacebook.htm

Bom Jesus da Lapa


(E) Tarcicio Neto e Dino na nova Igreja da Lapa de onde partiu a procissão de Bon Jesus da Lapa para o santuario que leva o nome do Senhor Bom Jesus.

A DANÇA DAS MIL MÃOS

Há uma dança impressionante, chamada de As Mil Mãos-Guanyin. Considerando a grande coordenação que é necessária a sua realização, não deixa de ser surpreendente, mais ainda porque todas as bailarinas são surdas.

Sim, é verdade. Todas as 21 bailarinas são completamente surdo-mudas.
Baseando-se somente nos sinais dos formadores nas quatro esquinas do cenário, estas extraordinárias bailarinas oferecem um grande espetáculo visual.

O seu primeiro grande début internacional foi em Atenas na cerimônia de encerramento dos Jogos Paraolímpicos de 2004, mas tem estado desde há muito tempo no repertório da Chinese Disabled Peoples Performing Art e já viajou a mais de 40 países.

A sua primeira bailarina, Tai Lihua, tem 29 anos de idade e possui um BA pelo Instituto de Belas Artes de Hubei.

O vídeo foi gravado em Pequim durante o Festival da Primavera deste ano.

Assista – Você vai gostar.


Enviada por Dudu Pita.

Com projetos na gaveta, ministros são anulados por controle total de Dilma

No 8º mês de governo, integrantes do 1º escalão, reservadamente, admitem o desconforto e a preocupação com estilo centralizador da presidente

Ao entrar no oitavo mês de Planalto e já contabilizar três demissões ministeriais de peso, os parlamentares da base aliada e ministros começam e emitir sinais de desconforto com o jeito Dilma Rousseff de governar. Eles temem o confronto com a presidente, não ousam fazer a crítica abertamente, mas têm a mesma queixa: “Dilma amarra os parlamentares e anula os ministros”.

Por trás das decisões rápidas e ríspidas, principalmente depois de demissão de Antonio Palocci da Casa Civil, em junho, os aliados avaliam que “o governo mostra desorientação e pode correr riscos desnecessários”. Os parlamentares dizem que a presidente está mais interessada em “mandar do que governar” e falam em um tom que abre possibilidades para “um troco”. Traduzindo: uma votação que, propositalmente, derrote o Planalto.

Mas são os ministros, que não têm as armas dos parlamentares, os mais incomodados. Depois de demitir também Alfredo Nascimento (Transportes) e Nelson Jobim (Defesa), Dilma reforçou o estilo centralizador e a paralisia aflige os ministros. Em conversas reservadas, os ministros ouvidos pelo Estado listam uma série de projetos prontos para serem apresentados à sociedade, mas que continuam na fila de espera, aguardando o aval da presidente. Isso pode ser bom para a imagem da petista, mas, dizem os ministros, fragiliza o governo.

Vazamentos. Detalhista, Dilma lê linha por linha de todos os projetos e manda refazê-los várias vezes. Os vazamentos de informações, principalmente de pedaços de propostas que ela não analisou, irritam a presidente, que não suporta disputas veladas entre auxiliares – ela está convencida de que muitos desses vazamentos têm por trás esse objetivo, sobretudo na equipe econômica. Beira o ódio presidencial a quebra da regra que não permite que ministros comentem temas de pastas alheias.

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Agrissênior Notícias – Nº 344 – 10 de agosto de 2011

RECEITA DE DOMINGO: CARTOLA

Doce pernambucano entra para a história!

No final de abril de 2009, a cartola foi considerada Patrimônio Cultural e Imaterial do Estado de Pernambuco pela Lei 13.751. É uma sobremesa muito requisitada nos restaurantes e que traduz um pouco da deliciosa gastronomia do estado. Cartola é, definitivamente, a cara de Pernambuco!
E vocês não podem perder a oportunidade degustá-la!

 

Ingredientes                                              Quantidade

Banana prata madura                               01 Unidade

Queijo de manteiga                                   100 Gramas

Açúcar refinado                                          Quanto baste

Canela em pó                                                      Q.B.

Manteiga integral sem sal                        15 Gramas

 

MODO DE PREPARO:

1. Cortar a banana ao meio, longitudinalmente e fritar na manteiga. Reservar.

2. Na mesma frigideira, fritar o queijo de manteiga.

3. Montar num prato, colocando as fatias de banana polvilhadas com açúcar e canela e por cima delas, o queijo.

4. Polvilhar canela e açúcar e servir.

Fonte da matéria: Módulo de Cozinha Brasileira da Universidade Anhembi Morumbi.

http://www.entreamigosobode.com.br/doce-pernambucano-entra-para-a-historia

Até lá! Au revoir!

 

Aline Fidelman                                                                                 

35 anos, Ilhéus-Ba.

Gastrônoma diplomada pela Universidade Anhembi Morumbi – São Paulo

Especializada em docência pela Leiths School of Food & Wine – Londres

Perfil Profissional: 3 anos de experiência de em Buffet e Catering e 6 meses como assistente de chef de cozinha, área de Garde Manger, na empresa KUDOS Hospitality, Londres.

Contato: fidelman.a@gmail.com





















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