Luiz Henrique Uaquim em: Público ou privado?
Parece que viraram rotina as denúncias veiculadas na mídia, apontando desvios de verbas públicas, protagonizados por petistas e pecebistas que estão no governo, e por seus sectários. Dessa vez, foi o Ministério dos Esportes o reduto das maracutaias. Logo agora, um pouco antes da Copa do Mundo, para o mundo inteiro ver…
O governo do PT se mostra perito em confundir, quando bem lhe convém, a propriedade pública com a privada, e vice-versa. Para angariar partidários em supostos movimentos sociais, em nítido esquema populista, cruzam os braços no momento em que os pequenos agricultores da região mais precisam de apoio. Não querem “queimar o filme” diante do eleitorado que os vê como governo popular, quando, na realidade, já viraram de lado há muito tempo. O objetivo escancarado é mamar nos seios da mãe pátria.
Não querem alterar o comportamento do brasileiro, de “homem cordial”, como diria Sérgio Buarque de Holanda, nem praticar justiça, dando a cada um o que lhe é de direito, a menos que se trate de uma ONG de raízes soviéticas. As ONGs (300.000 em todo Brasil) já levaram mais de 12 bi, desde Lula, dos cofres nacionais. Tudo a bem de uma corrupção revolucionária, que, encoberta pela conivência do legislativo e pela doença do judiciário, converte governos estaduais e municipais em caixas pretas, verdadeiros poços sem fundo que sugam o erário. Mais de 40bi foram desviados nos últimos 8 anos. São mais de 25000 cargos de confiança, todos de carteirinha partidária, a serviço da roubalheira. A imprensa os vê, denuncia, esgoela-se e nada acontece. E os que produzem têm de bancar.
Afinal, como é possível que centenas de famílias de pequenos proprietários rurais e toda a cadeia produtiva, contando a geração de milhares de empregos diretos e indiretos, não tenham direito à terra que compraram e em que trabalham, enquanto movimentos de duvidosa base histórica e sociológica enriquecem aos montes. Só no governo do PT…
Recentemente, só para citar um exemplo, assistimos a um fato lamentável, qual seja, a viagem do Governador da Bahia para Paris, no mesmo período em que estava programado julgamento esperado há 30 anos, referente às terras de Pau Brasil.
Por fim, é preciso acabar com a pobreza, encarando de frente o problema, sem “empurrar com a barriga” as grandes questões, tais como a saúde, a educação, a segurança, e a garantia do direito de propriedade a quem de verdade precisa dela. É preciso resolver de vez a questão dos conflitos de terras criado pela Funai em toda Bahia, uma tragédia anunciada para mais de 35.000 agricultores e trabalhadores rurais.
Aos verdadeiros petistas cabe a exceção.
Estas são as minhas convicções
Luiz Henrique Uaquim da Silva




















































