Ser assaltado é horrível. O cara mal encarado gruda no seu caminho, e pede tudo que você tem. Ultimamente mais o celular. Você dá o celular e chega em casa apavorado ou se for um pouco mais controlado, se limita a dizer “me assaltaram”, e simplesmente ri.

O que leva alguém a entregar tudo o que tem para uma pessoa desconhecida? O medo de morrer, obviamente. Mas saiba que segundo pesquisas 90% dos ladrões não carregam nem uma faca consigo. Contam apenas com a ingenuidade da sua vitima.

A exemplo dos moradores de ruas, o considerado sem teto, sem família e desprotegidos de todas as sortes, até de marginais perigosos. Mas, quando uma pessoa é assaltada por falta de segurança no local que reside ou em sua casa e em todos os lugares por onde passa, realmente é uma tragédia sem limites e de enormes proporções de ausência de segurança e proteção.

 

A Avenida Bahia, em Ilhéus, sempre foi um lugar de requinte e seus moradores, pacatos, trabalhadores, jovens estudantes que vão aos seus locais de ensino colegial, hoje se sentem sobressaltados e temerosos com as abordagens de indivíduos que encontram nas ruas de Ilhéus, de todas as qualidades de personalidade e temperamento para a atuação contra a vida humana.

Conversando com uma pessoa na rua, ela afirmava que seria bom:

a)      Sempre é bom levar dinheiro trocado e deixar em diversos bolsos. Se o ladrãopedir o dinheiro, e você entregar uma das notas, ele vai sair correndo e você fica com as outras ainda;

b)      Colocar o celular na cueca, e desligado. Se o celular tocar na hora em que você disser que não tem celular, não vai ser legal; e

c)       Se você for realmente  disposto a não ser assaltado vista duas calças e deixe o celular/dinheiro, no bolso da calça de baixo.

Coisa de louco essa idéia, porque quem estaria  em sã consciência, em paz, no sentido amplo de uma tomada de ação delicada, diante de tamanha expectativa de crueldade, agressividade e grosseria! Por outro lado, sem saber qual o requinte de maldade está previsto para uma pessoa completamente tomada de surpresa e desprevenida!.

O mundo do crime começa pela desventura das que são vitimas da falta do exercício da educação iniciada na família. O desemprego é outro atributo, e quem não faz nada na vida tem a cabeça vazia de projetos para a sua própria sobrevivência. E cabeça vazia é escritório de coisas ruins que levam seus ocupantes a caminho nenhum.

O QUE DEVEMOS TER CONHECIMENTO E USAR NESSES MOMENTOS É A SABEDORIA DE QUE NADA VALE MAIS QUE A VIDA HUMANA. O RESTO É PEDIR À DEUS MISERICÓRDIA E ESPERAR QUE OS RESPONSÁVEIS PELA SEGURANÇA PÚBLICA USE A INTELIGÊNCIA E A CORAGEM DE PROTEGER SEMPRE TODOS INDISTINTAMENTE.

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