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:: 8/dez/2011 . 12:44

Malhado em pânico

Todo final de semana a história se repete. Os moradores estão cansados quando fazem uma verdadeira peregrinação humilhante em busca de soluções. Todas as autoridades já têm conhecimento e nada, absolutamente nada é feito para, pelo menos, minimizar o sofrimento daquela gente.
A praça da subida do Barravento até a do Tamarineiro vira um inferno para quem tem a infelicidade de morar ali ou nas imediações. Todo final de semana morre gente por tiro, facada, pedrada, enfim, é morte certa. O som é com volume máximo, as paredes e passeios das casas são transformados em sanitário público. O consumo e comercialização de drogas correm solto, as transas são de maneira escancarada. O inferno se instala no Malhado todo final de semana.
DESABAFO EM FORMA DE COBRANÇA
“As famílias perderam para os bandidos e o que está sendo considerado como mais grave disso tudo:
Nenhuma ação é montada para dar um basta nisso. Ninguém está conseguindo conviver com essa desatenção, desrespeito, descaso por parte de quem tem o poder de evitar que essa desumanidade continue acontecendo. Dormir, descansar, ler, ver um filme ou mesmo falar ao telefone é coisa do passado. Os homens de bem perdem noite, crianças tremendo nos braços das mães e, ao som enlouquecedor, a bandidagem sapateia em cima do povo sério e honesto que querem apenas sossego. As autoridades… compartilham e dizem com todas as letras que se f… os moradores
O apelido, carinhoso, de Malhadinho de Açúcar está, em ritmo acelerado, desaparecendo”.

PALHAÇOS NAS RUAS EM NOME DA PAZ E DA ALEGRIA

O Grupo Teatral Maktub realiza a primeira Palhaceata de Ilhéus, no próximo sábado (10) com diversos números da palhaçaria clássica. O evento vai trabalhar a temática “Palhaços pela Paz” com exibições de filmes, atividades recreativas para as crianças, encenação de peças cômicas e um belo e divertido festival de tortas na cara.

A programação começa às 9h, na Casa dos Artistas, em Ilhéus. A data marca as comemorações pelo dia internacional do palhaço e vai ter a participação de outras companhias de teatro da cidade.

Esse é o momento dos baixinhos, jovens e idosos comparecerem para sentir a paz que as gargalhadas e a arte circense proporcionam. Para o diretor do Maktub, Fábio Nascimento, “o palhaço é um ser universal, um ativista do riso e da alegria, que consegue dialogar com pessoas de todas as idades. A comicidade do palhaço nos remete à vida leve, à risada ingênua e doce, de maneira espontânea, quase sem querer”.

A Casa dos Artistas fica na Rua Jorge Amado, nº 39, Centro, Ilhéus.
Leve seus filhos. Participe!

RETROGADO

De: Luis Fonseca Lobão
Assunto: RETROGADO

Corpo da mensagem:
Eta povo de Ilheus; pediam oue derrubassem o galpão do terminal de onibus, quando isto comecou a acontecer, levantaram contra, o resultados todos sabem.
O supermercado foi embargado no pontal devido os moradores da sapetinga.
O tapa buracos comecou e tome criticas ao serviço. devemos procurar o pessoal e dizer que o serviço não está correto em vez de criticasr sem apontar soluções.
Olhem o caso do porto sul, não importa as melhorias e os empregos, o fato é que levanta-se voz sendo CONTRA. devemos cobrar contra- partidas como o caso do hospital são josé e muitas outras.
Acorda povo retrogado, nossos filhos estão saindo da cidade por falta de emprego decente.

Desculpem o desabafo


Esta mensagem foi enviada através do formulário de contato do site R2CPRESS | A Letra Fria da Verdade http://www.r2cpress.com.br/v1

UTILIDADE PÚBLICA

FERVER ÁGUA NO MICROONDAS, NUNCA FAÇAM ISSO!

Faz 5 dias que meu filho de 26 anos decidiu tomar uma xícara de café instantâneo. A tragédia começou…

Ele pôs para aquecer no microondas uma xícara somente com água (algo que já havia feito antes em várias ocasiões).

Não sei exatamente por quanto tempo o programou, mas me disse que queria apenas que a água fervesse.

Quando o tempo acabou o forno se apagou, e ele abriu e tirou a xícara do forno.

Enquanto olhava a xícara, se deu conta que a água não estava fervendo; todavia, foi aí que a água saltou diretamente para seu rosto. Ele soltou a xícara de suas mãos depois que a água havia saltado para seu rosto, devido a energia acumulada. Todo seu rosto tem feridas de 1º e 2º graus e é muito provável que o rosto ficará marcado. Além de haver perdido a vista parcialmente do olho esquerdo. Enquanto estávamos no hospital, o doutor que o atendia comentou que estes tipos de acidentes eram muito frequentes, e que nunca deveria pôr somente água para aquecer em microondas.

Se nós aquecermos água desta forma (em microondas), sempre se deve pôr algo na água, exemplo: um palito de madeira (de dente mesmo) ou um sachê de chá; mas se formos aquecer somente a água, é melhor usar o fogão a gás.

Isto é o que um professor de física disse a respeito:

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OS PARENTES DE FELICIANA DA VERA CRUZ

(  fábula infantil  )

Por Guilherme Albagli

 

Era uma vez uma terra distante onde os índios buscavam viver em paz.   Mas, de repente, ali chegaram os Karaíba, chefiados por Luís de Almeida, pondo os índios a correr sertão acima. Mais tarde, precisaram destes para cortar cana e os trouxeram de volta – três mil -; os escravizaram e os confinaram na aldeia do Bukim, na beirada do Itanhy.

Foi no Bukim, em 1770, que nasceu Kunhãporanga, a mais linda menina já vista naquela aldeia Tupinambá. Em 1785 ela encantou a João Brake, peão de uma estância de gado ali perto, que a caçou no mato e a batizou Feliciana da Vera Cruz. Ela nunca aprendeu a falar o português, mas João falava bem a sua língua e dizia à mulher:

“Piriça, ixé wirain, endé kunhã porangaeté…”

Ela sorria e desaparecia na cozinha do alpendre dos fundos da casa, voltando com café e “possoka” de banana da terra cozida com côco ralado.   Às vezes, João Brake ficava na rede, olhando o canavial, quando ela aparecia com uma cuia de coco com “yakuba”- “água esquentada”-, na sua língua natal. Derramava água quente na farinha de tapioca, esperava inchar e a temperava com açúcar e limão ou mel e pó de amendoim torrado.

Ixé kunhãin, endé katueté…”

Ela sorria e desaparecia na cozinha.

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