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Crônicas da mão-de-vaca de Japonês


Calma pessoal, não se trata de uma atitude avarenta, sovina e muito menos materialista de algum nipônico pão-duro. Refiro-me ao evento promovido pelo nosso amigo Eduardo Japonês. No dia 02/12/11 foi realizada a 16ª edição da mão-de-vaca de Japonês.

Japonês é esse “Afro-brasiático” ai, à esquerda de Chico Xavier. Ele já vendeu o seu fusquinha, mas, o fato agora é outro, embora estejam intimamente ligados historicamente com a realização da mão-de-vaca.

Tá aí, boa pergunta! Porque esse adjetivo: “Afro-brasiático”?

Simples. Eduardo Catarino, que não é fácil, fez a síntese do retrato falado de Japonês, mapeou seu DNA e descobriu que ele é um descendente tri-continental. É sério! Ele concluiu que Eduardo Japonês tem a cútis negra da nobreza tribal africana por ser primo de Charmite, é brasileiro de nascença e primo de primeiro grau de Dominguinhos, ele têm os traços e feição nipônica dos lendários samurais japoneses que nem seu primo Écio, que é um japonês branco.

Genealogia à parte, contam que o primeiro evento foi realizado num final de expediente de uma bela sexta-feira de dezembro. Segundo a lenda, contam que a mão-de-vaca de japonês começou há muitos anos atrás com a idéia dele de promover um encontro de confraternização com seus amigos e colegas de trabalho do fundo do ônibus e do Cartório eleitoral, entre outros mais chegados. Aproximadamente quarenta pessoas devidamente inscritas à mão num pedacinho de papel com a letra miúda que só japonês entende, aonde ele vai assinalando a presença dos que vão chegando (e a ausência dos furões de sempre), para degustarem a saborosa mão-de-vaca cozida por Edileusa e sua irmã Lita que a substituiu na sua ausência enquanto estava na Europa.
O Evento é realizado no seu estabelecimento chamado DIO BAR – no Malhado. A iguaria baiana da internacional Edileusa, que passou alguns anos em Portugal reciclando seus conhecimentos culinários e encantado o paladar lusitano, é servida após um derrame de dezenas de engradados de cerveja, entre outros aperitivos e bate papo bastante descontraído.

Contrariando a lenda, as más línguas contam que tudo começou quando Japonês bateu e quase acabou com seu fusquinha, daí ele promoveu o primeiro evento com a galera para ajudar a consertar o pobrezinho do fusca e, pelo menos duas vezes ao ano nos primeiros cinco anos, ele vinha promovendo esse encontro para angariar fundos e realizar algum reparo no seu querido fusquinha, como: reforma de chaparia, pintura, reparo no motor e troca dos pneus, etc. Seus amigos não acreditam nesse folclore, mas todas as vezes que havia uma mão-de-vaca, alguns dias depois seu fusquinha reaparecia todo arrumadinho, novinho em folha! O evento se perpetua até os dias de hoje e acontece sempre numa primeira sexta-feira dos meses de julho ou Dezembro. No final da festa, ele precisa da ajuda de Eduardo da Oi para fechar a conta porque depois de tanta cerveja não consegue abrir o olho, daí fica difícil entender sua própria letrinha miúda.

Quando Japonês começou a mão-de-vaca, Newton Lima nem sonhava em ser o prefeito de Ilhéus, mas participou até a 15ª edição do evento. Esse ano ele não pode comparecer por causa da dieta e recomendação médica.  O curioso disso é que o empresário “Arte Design”, Beleleco Puiu, nos últimos seis anos, só aparecia depois de ligar e confirmar se Newton, vice e atual prefeito, se fazia presente. Esse ano não deu outra, ele nem deu as caras por lá, vocês já adivinharam o porquê, não é?

Chico Xavier Madureira, que também é um participante assíduo, levou consigo alguns ilustres partidários como o Jovem Pedro Tavares, Deputado Estadual pelo PMDB, acompanhado do seu Tio Gumercindo Tavares. O político sentou-se à mesa com Xavier e amigos, Lourencinho, Manoel Felipe, Edmundo e o Sósia do furão Juarez Nogueira, entre outros. O deputado quase pediu arrego porque teve que encarar o azedume nas cobranças de Marcus (com “u”) por ações mais efetivas do político no socorro a Ilhéus e suas instituições federais sob o comando do seu partido.

Marcos (com “o”), que sempre anima o ambiente com seus batuques tirados de um centenário par de talheres de prata, herança de família, não compareceu. O povo disse que ele amarelou de novo.

Por outro lado, o Biólogo Argôlo das Cobras (fotógrafo voluntário) que se tornou mais titular que o furão Raul Requião, do qual era convidado, o ambientalista Cid Póvoas e o escritor Heckel Januário, nos nutriram do bom conhecimento de como andam as polêmicas infra-estruturas do porto sul e ferrovia Oeste Leste, desenvolvimento sustentável e a preservação da biodiversidade regional depois desses investimentos. Parece-lhes tema de Tese de mestrado? Mas foi uma conversa muito proveitosa e envolvente, tanto que Argôlo se esqueceu de tirar mais fotos do pessoal, principalmente depois da quinta caixa de cerveja, olha que ele não bebeu!

Outro que fez falta no evento foi o lendário Cezar Boca-de-vaca que estava em Brasília, viajando a serviço. Catarino não vai à mão-de-vaca, que custa R$20,00 por pessoa em média, mas olha ele aí novamente! Ele concluiu que Cezar Boca-de-vaca, após anos na academia estudando o Curso Superior de Tecnologia e Gestão de Recursos Humanos, ficou mais polido, mais gentil, mais light. Muito ao contrário da época em que foi juiz de futebol da Federação Baiana, quando dava cartão vermelho para quem quer que seja, dentro e fora de campo, com ferradura e tudo. Sentimos falta de suas piadas e causos engraçados.

E o Sandoval Carvalho hein? Não é brinquedo não!

Antes de comer a mão-de-vaca ele devorou alguns saquinhos de amendoim cozido e pelo menos 50 espetinhos de churrasco com pão e pimenta malagueta, ingeriu mais algumas dúzias de cerveja, deixando Cid, Perreche e Marili perplexos. Perguntaram – “Ele tem um biodigestor no estômago é? Mas é tão pequenininho!” Dá-lhe Chucky!

 

Contrariando o boato de que a mão-de-vaca de Japonês é um disfarçado clube do bolinha, as colegas Angélica, Marili e Cecília estavam lá. Elas e as ausentes Inês e Marinês esposa de Jairo Couto sempre compareceram ao evento com muita simpatia e animação.

Não sei por que Rogério Boca Preta não está mais participando, mas só para encerrar a prosa, quando eu comecei a freqüentar a mão-de-vaca, eu e Rogério éramos os únicos que não bebiam nada, somente coca-cola diet ou água mineral, e comia uma saladinha ou somente as verduras que acompanham a mão-de-vaca. Os anos se passaram, Rogério manteve a linha e parou de ir. Daí eu passei a tomar um vinhozinho, depois cerveja, depois mais cerveja e uma branquinha de vez em quando, quando me dei conta eu já comia de tudo à mesa. No ano passado eu atingi o máximo, tomei cerveja, branquinha e algumas doses de Domecq. Nesse ano Carlota furou e, como Serafim, Perreche, Paulão e Charmite não tomaram a “mardita branquinha” nem conhaque Domecq, e também, Serjão, que segue no caminho contrário após a cirurgia, só ficou no H2O, por isto somente tomamos cerveja e comemos de tudo à mesa, é claro!

A próxima mão-de-vaca poderá ser no dia 06 de julho e Japonês já nos avisou que vai começar a ligar para o pessoal dois meses antes, todos os dias, para lembrá-los do compromisso. Até lá pessoal.

1 resposta para “Crônicas da mão-de-vaca de Japonês”

  • heckel januario figueiredo de paiva says:

    Oi Paulinho, beleza, porreta a sacanagem com nosso amigo Japona! Para se aprimorar na atividade de promoter, segundo Rogério Boca Preta, ele irá tomar um curso no Rio de Janeiro. Com a experiência acumulada e a teoria que vem aí, a próxima “Mão de Vaca” vai dar o que falar ainda mais.

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