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CEPLAC – Vale a pena ver de novo

Neste 06 de abril, se aqui ainda estivesse, seu Zé Haroldo estaria completando 85 anos.
José Haroldo Castro Vieira foi um grande idealista e continuador da missão iniciada por Carlos Brandão, juntamente com seus colegas do Banco do Brasil, na criação da CEPLAC.
Extremamente dedicado à CEPLAC e aos problemas da região cacaueira, por 16 anos, como Secretário-Geral, comandou os destinos da empresa.

Homem de hábitos simples, mas com uma habilidade e competência comprovadas, que marcaram incontestavelmente a sua passagem na CEPLAC, dando-lhe condição de destaque na agricultura nacional e internacional.

Mesmo diante de algumas controvérsias próprias de situações que apareceram por conta da transferência dos recursos para o governo federal, o trabalho de seu Zé Haroldo foi de uma dimensão extraordinária.

José Haroldo Castro Vieira

Em seu livro editado em 1975, com o título “CEPLAC – Uma experiência nova na agricultura brasileira”, seu Zé Haroldo já manifestava sua preocupação com o aprimoramento do servidor público e inclusive elogiava os funcionários da CEPLAC, pelo trabalho que realizavam em benefício do desenvolvimento da região cacaueira.
A região cacaueira, seus amigos, seus comandados agradecem as lições de sabedoria e comprometimento que seu Zé Haroldo nos deixou.
E assim se expressou o Presidente Ernesto Geisel: “Feliz do Brasil se existissem vinte ou trinta CEPLAC.”

Passados mais de dez anos de aposentadoria, o nome e a paixão pela CEPLAC não me abandonam.

A nossa relação de cumplicidade, de valorização do seu pessoal, da maneira como a gente se entregava em prol da instituição e por tabela pela nossa região cacaueira da Bahia e de outros estados do país, fez com que todos aqueles que por lá passaram tenham no sangue este gosto saboroso de sentir saudades daqueles tempos.
O que aquela turma fez e plantou deixou um legado difícil de ser suplantado, pois tudo era feito com dedicação, responsabilidade, respeito e vibração, aliado à sua autonomia administrativa.

Todos nós temos histórias pra contar, algumas sérias, outras de humor, mas todas aconteceram durante os tempos em que a região vivia, respirava e pensava a CEPLAC.
A CEPLAC fincou os pés na terra semelhante ao animal que marca o seu território, mas ela fazia isso com a certeza de sua soberania, tinha o conhecimento técnico e administrativo nas mãos, nesse ponto todos nós éramos egoístas ao extremo.

E era muito prazeroso ver a pujança da nossa empresa, os elogios que recebia, as homenagens que os seus diretores recebiam do Brasil e do exterior, pelo trabalho sério, competente e sem a menor dúvida único no país.

Essa turma aí de baixo, muitos já foram para os céus, foi responsável pela implantação de um modelo de administração técnica/científico/administrativa sem paralelo no país.

Na pesquisa:

Paulo Alvim, Luiz Ferreira, Hélio Reis, Pedrito Silva, Djalma Bahia, Edson Pires do Prado, Maravalha, Alberto Estaine, Percy Cabala, Fernando Vello, Acyr Melo, Antonio Carlos Leão, Antonio Cadima Zevallos, Sérgio da Vinha, Antonio Henrique Mariano, Claúdio Miranda, Garcia, Jorge Vieira, Emo Rui de Miranda, Valter Magalhães, José Rezende de Mendonça, Clóvis Peixoto, Frederico Monteiro, Geraldo Adami Carletto, Luiz Alberto Mattos, Jorge Moreno, Guy Valério dos Santos, José Alexandre Menezes, Levy Porfírio da Cruz, José Carlos Peixoto, Augusto Sena Gomes, Antonio Fernando Pinho, Antonio Carlos da Costa Pinto, Acyr Alves Melo, Sogildo Linhares Bonfim, Abraão Fidelman, Neator Pereira.

Na extensão: Antonio Pinheiro de Vasconcelos, Ubaldino Machado, Antonio Manoel, Manoel Malheiros Tourinho, Ariovaldo Matos, Joaquim Cardoso, Armindo de Castro Neto, Edmundo Mandarino, Julival Fernandes, José Vidal, Orlando Sá, Ubaldo Santos, Guilherme Paternostro, Guilherme Bastos, Carlos Tadeu Barros de Paula, Jesus Palácios, José Carlos Assis, Nilton Pinto de Menezes, Marco Aurélio, Antonio da Silva Costa, Arnaldo Cardoso, Noé Barbosa Dias, Lauro Sobral, Edson Menezes, Hildenor Malaguenha, Dílson Santos Silva, Heckel Januário, Petrônio Ralile, Luiz Carlos Magalhães, Naciel Soares Conceição.
No ensino: Ivan Gramacho, João Luiz Calmon, Altenildes Moreau, Jairo Cunha, Augusto Monteiro, João Bôsco, Iran Alves, Diran, Carlos Alberto de Medeiros, Themístocles Andrade, Álvaro Llamosas, Euclides Fernandes, Oscar Luiz Fighera, Soane Nazaré.

A turma da informática: Martial Batista Câmara, José Dias, Carlos Mascarenhas, Guy Valério, Alberto Maia.

Na administração: Milson Tavares de Lima, Sebastião Fajardo, Sílvio Midlej, Roberto Midlej, José da Cunha Passos, Cícero Milmo, Osmundo Teixeira, José Albuquerque de Amorim, Cassiano, Hamilton Lemos, Odoaldo Vasconcelos, Carlos Andrade, Geraldo Borges, Alberto Porto, Paulo Sérgio Menezes, Edmar Sodré, Marcelo Brito, Lício Fontes, Tyrone Perrucho, Zé Miúdo, Milton Rosário, Nivaldo Linhares, Guy Marinho, Gilberto Esquivel, Joelson Matos, Jorge Cruz, João Lavinsky, Aristóteles Bispo, Ernesto Simões, Rildo Wellington, Raimundo Canavieiras, Domingos Maurício, Edson Santos, Gercino Batista, José Portela Pires, Zé Verdinho, Niela, Horácio Muniz, Clodoaldo da Mata Virgem, Antonio Seara Costa, Zé Bento, João Primo, Pedrito Gomes, Manoel Preto, Conceição Soledade, Lizete Santana. Heloísa Banks Monteiro, Simone Cerqueira, Adelindo Kfoury, Antonio Carlos Gomes, Nélson Moreira, Zezito Matos, José Nilton Rosa, Patuquinha, Conceição Brandão, Maria Helena Alencar, Nicomedes Bispo, Odilon Oliveira, Oldemir Marques, Wanderlito Raimundo da Silva, Oldenir Marques, Jorge Aboud, José Lucas Nogueira, José Pimentel Irmão, Magno Lima de Souza, Manoel Sisnando Gomes, Raimundo Cosme, Romário Carlos Carvalho, Romildo Ceolin, Walter Sotero, Zacheu Braz Magalhães.
Inúmeros outros colegas também fizeram parte desse grande grupo de funcionários que se dedicaram por uma causa nobre que era a região cacaueira da Bahia e do Brasil, deixando uma história recheada de glórias.

Tenho imenso orgulho de ter conhecido e trabalhado com todos os que aqui foram citados, como já disse em nota anterior, a CEPLAC me deu a régua, o compasso e faz parte eternamente da minha vida.

E a CEPLAC está aí, com 55 anos completados no dia 22 de fevereiro, com seu passado registrado na história e com o presente e o futuro nas mãos dessa nova geração de servidores que têm o compromisso de mantê-la de pé mesmo enfrentando problemas da atual conjuntura.

ZÉCARLOS JUNIOR

3 respostas para “CEPLAC – Vale a pena ver de novo”

  • alfredo.escobar says:

    Prezado ZéCarlos,

    Você esqueceu de pessoas na área de informática que a quase 40 anos estão ainda na ativa, modernizando os projetos de TI como Cecília Tavares, Janio, Nilson Valença entre outros…

    Atenciosamente,

    Aldredo Escobar

  • Jose Carlos de Oliveira Junior says:

    Caro Alfredo Escobar,

    A turma citada na nota está aposentada, alguns já foram para o andar de cima, outros estão em outros órgãos, enfim, trata-se de colegas que já passaram pela CEPLAC.

    Cecília, Jânio, Nilson e os demais da ativa, estão com a responsabilidade de continuar o trabalho implantado por essa turma que saiu.

    Obrigado pela sua atenção em ler a minha nota, a CEPLAC marcou muito em todos nós.

    ZÉCARLOS JUNIOR

  • heckel januario figueiredo de paiva says:

    Oi Zecarlos, oportuno este seu escrito em relembrar um homem, que mesmo desagradando alguns foi, no resultado de os prós e os contras, no comando de um órgão chamado Ceplac, de substancial relevância no crescimento da Região Sul da Bahia.
    Agradeço a lembrança de mim pôr num rol dos que de alguma forma contribuíra para o engrandecimento deste órgão.
    Abraço
    Heckel Januário

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