De: Mariza Reis
Assunto: Mobilização do Sindsaude em Salvador-Ba

Corpo da mensagem:
Boa tarde Rabat!

Esta luta também é nossa!
Via sindsaudeba.org.br

TERÇA (10/04), DIA DE MOBILIZAÇÃO DA SAÚDE, ÀS 10H NA SESAB: BOLO, APITAÇO, BALÕES, PIRULITOS…UM ANO DA PROMESSA

O dia 10 de abril (terça-feira) será de protestos para os servidores da Secretaria de Saúde do Estado. O Dia de Mobilização, organizado em conjunto pelo Sindsaúde-Ba e Sindimed, começará com manifestação em frente à Sesab, no CAB, com direito a bolo de aniversário para marcar um ano de descumprimento da promessa feita pelo governo estadual após a greve de 2011, em relação à pauta de reivindicações da categoria, incluindo a revisão do PCCV, a garantia de direitos trabalhistas (aposentadoria, licença prêmio e insalubridade) e o pagamento da URV.
Mesmo não sendo uma festa, o protesto dos servidores terá balões, pirulitos, música e muito apito pra chamar atenção da população para o descaso com que os servidores estão sendo tratados.
O Dia de Mobilização incluirá, também, atividades em várias unidades da capital e interior.
Consta da pauta de reivindicações dos trabalhadores da Saúde, ainda, o enquadramento imediato por tempo de serviço; a garantia dos 33% da Gratificação de Incentivo ao Desempenho (GID) para todos que têm regime de 240 horas, retroativo a fevereiro de 2009; o pagamento da URV, direito já conquistado na Justiça; agilidade da gestão (mutirões inclusive) para liberação dos processos de aposentadoria e licença prêmio; pagamento retroativo da insalubridade, que a Sesab restabeleceu nos contracheques mas não pagou o retroativo; e concurso público, inclusive para os técnico-administrativos.
REVISÃO DO PCCV
Segundo a presidente do Sindsaúde, Inalba Fontenelle, é patente a insatisfação da categoria, também, em relação ao reduzido quadro de pessoal, sobretudo nas unidades de atendimento de emergência, como os hospitais Roberto Santos, Ernesto Simões Filho, Otávio Mangabeira, HGE, Menandro de Farias, Iperba e outros da rede.
“O pessoal administrativo continua inconformado, pois, além de receber valores menores da GID, precisa de um plano de carreira específico ou da incorporação ao plano da Sesab. Esses profissionais sofrem desde os anos 90, quando a categoria foi separada do grupo ocupacional saúde. Eles aguardam, entre outras coisas, melhores avanços no tocante ao enquadramento por tempo de serviço, direito desconhecido pelo governo desde fevereiro de 2009, quando foi editado o novo PCCV. O não reconhecimento da antiguidade fere o direito de todos, inclusive o que prevê a lei 6677/94, no seu artigo 30”, explica o Sindsaúde.

Grata pelo espaço,
Mariza Reis
Vice-presidente do Sindicato dos Funcionários da Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC

PS.Desculpe,não tive tempo para sintetizar.


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