Ilhéus ganhou um triste destino de tantas contradições em seu desenvolvimento. São poucas as realizações sérias para oferecer aos seus habitantes. É seu poder de gestão em alguns setores da nossa cidade que fazem uma desarrumação, deixando todos revoltados. Nessa tremenda fase desconfortável que passa a nossa Ilhéus, a paz não poderá ser uma bandeira branca, falta alma limpa das pessoas que organizam o desenvolvimento da nossa Terra. Vivemos sempre em busca da serenidade e da fraternidade, contudo, poucos sabem o que significa o respeito ao seu semelhante. Transformamos os nossos dias para vários tipos de fases e técnicas para sobrevivência da vida humana, e, infelizmente é esquecido do uso das igualdadesde vontades, dando origem aos desrespeitos mútuos, caminhos maculados por exageradas ideias de grupo que é colocado para decidir por nossa população e prestar serviços de reais importâncias sociais, sem nenhum critério que tragam uma satisfação generalizada e projetada no respeito recíproco.
Fizemos essa exposição porque estamos sem entender sobre a privatização dos trabalhos no Fórum Epaminondas Berbert de Castro, na cidade de Ilhéus,ficando uma difícil convivência das pessoas que precisam de reconhecimentos de firmas, autenticações de documentos, e outros serviços. As pessoas têm que se deslocarem para as vizinhas cidades de Uruçuca, Itajuípe, Itabuna, a fim resolverem problemas de soluções que deixam a desejar boas atitudes para criação de tranquilidade no cotidiano da vida dos ilheenses. Além de todas essas mazelas criadas pela falta de carinho e desvelo pelos moradores e pessoas que vivem dos atributos procurados sempre em Ilhéus, são simplesmente desaparecidos de forma inusitada, e só é chegado ao conhecimento de nossa população quando existe a necessidade dessas atividades e são procuradas. Até foi comentado sobre as inúmeras majorações nos preços desses serviços, o que extraímos contratempos penosos, e esperamos que a exploração não venha acompanhada por tantas criações desencontradas do respeito recíproco ao povo de Ilhéus e nossa Região Bahiana. O mais complicado é que não se sabe quando esses serviços retornarão às suas atividades normais aos moradores da nossa cidade.

É fácil, pois, compreender a irritação de alguém que, após aguardar em pé numa longa fila sua vez de ser atendido, se sente muitas vezes desrespeitado ao ouvir a informação seca e impaciente do funcionário que o atende: “volte amanhã ou daqui a alguns dias”! Faltam adicionar um sorriso, uma palavra amável e maiores explicações aos esclarecimentos que prestamos, e estamos ali para isso, respeitar e atender bem ao público. Nada custa dar a impressão de que o mais importante para nós, naquele momento, é resolver o problema de quem nos procura.
Não é favor nenhum darmos a quem procura uma repartição pública um tratamento cortês que retrate a imagem do Órgão a que pertencemos e executamos nossas atividades profissionais. Na organização do nosso País, todos são chamados a colaborar, quer diretamente, quando ocupamos um cargo, seja qual for, na administração pública, quer na condição de mais um dos que, pelo pagamento de impostos e taxas, contribuem, igualmente, para o desenvolvimento da Nação Brasileira.
Com a palavra as autoridades competentes que gerenciam as importantes atividades de prestações dos serviços públicos, e esperamos que devam trazer informações sobre o porquê de tantas irregularidades dessa natureza, no mínimo de mau gosto e que faz muito mal todos nós.

Eduardo Afonso